All Chapters of O Rei Lycan e sua Tentação Sombria: Chapter 651
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167. A "ESTUPRADORA" DE "DOENTES"
NARRADORA—Ssshh… —sussurros excitados escapavam dos lábios sensuais dele.Sons obscenos, cheios de saliva e luxúria, preenchiam o quarto.Drakkar despertou na hora, impossível continuar dormindo com alguém chupando seu pau daquele jeito descarado.—Mmnnn… —as vibrações da garganta de Lyra deixavam cada músculo do corpo dele tenso, lutando para não meter até o fundo.A sucção daquelas bochechas estava prestes a sugar até sua alma.“Ssshh, bebê… você tá jorrando leitinho… mmnn… mais, meu macho… ahh, que delícia, goza na minha boca.”Palavras sujas invadiam o cérebro dele, escapavam dos lábios de Lyra que ainda achava que ele estava inconsciente.Drakkar se apoiou nos cotovelos para ver a cena entre suas pernas.Os cabelos prateados subiam e desciam.A mão pequena apertava a base do pau dele, massageando quente.Deusa… ela era linda, ainda mais com aquela expressão de mulher safada e sedutora.Ela o tinha de joelhos.Ele via seu pau duro entrando e saindo todo molhado entre aqueles lábi
168. ISSO VAI DOER DO JEITO QUE EU ADORO
NARRADORA—Aaahh —exalou quando foi libertada.Seu peito subia e descia acelerado, os olhos fechados, a mente ainda nas nuvens.Mas seu macho também estava em modo predador sexual.Ele a segurou pela cintura e, como uma boneca, Lyra foi sustentada entre os braços e o peito rígido.—Lyra, quero que me cavalgue, desejo ver você excitada em cima do meu corpo —as palavras selvagens sussurraram em seu ouvido.De joelhos na cama, um de frente para o outro, tão colados que nem mesmo os raios que entravam pela janela conseguiam atravessá-los.A poderosa Alfa foi completamente despida, entre puxões bruscos e carícias suaves.Não conseguia parar de beijá-lo no peito, nos ombros, na boca… seu Drakkar, seu amor, hoje estava decidida a se entregar por completo a ele.Teve tanto medo de perdê-lo…O lobo selvagem se deixou empurrar até cair contra a cabeceira, entre as almofadas, olhando-a nua, quase obcecado.Seus dedos acariciaram a pele branca de seus seios perfeitos, descendo pelo ventre delicad
169. O CORAÇÃO DA BESTA É SEU
NARRADORAEla abriu mais as pernas e se agarrou na moldura da janela, cravando as garras na madeira, resistindo às investidas do macho enorme curvado atrás dela.Seu cabelo foi agarrado em um punho, dominada, com as costas arqueadas e as nádegas batendo ritmadamente contra o abdômen duro e contraído.Drakkar e Khalum estavam mais selvagens do que nunca, dominando-as por completo, transando de pé e contra a janela aberta.Lyra e Aztoria se entregaram a eles enquanto se deixavam montar sob o céu como testemunha.“Eu, Drakkar, apenas um selvagem ignorante da selva, imploro à mulher que amo que me aceite mesmo sem eu ter nada... Lyra, minha vida ou minha morte estão em suas mãos... o Coração da Besta só pode pertencer a você.”No meio do turbilhão de paixões, Lyra escutou as palavras mais lindas do universo.Os sentimentos sinceros de Drakkar e Khalum invadiram como um vendaval, entrelaçando-se à sua alma.Com os olhos de prata marejados, ela aceitou sua proposta de acasalamento.“Eu te a
170. VOCÊ JÁ ENGRAVIDOU MINHA NETA?!
NARRADORASombras de asas passaram por cima do castelo destruído.Quando Aidan parou de “alimentar” o feitiço, ele se quebrou como um castelo de cartas.Desceu preocupado, temendo que os poucos criados estivessem mortos; receava que tivessem sido soterrados sob o gelo.Mas não encontraram vestígios de nenhum corpo.— Parece que, pelo menos, aquela tal de Lisa teve a decência de dispensá-los antes de levarem Isabella — Nyx disse, soltando uma baforada de fumaça branca pela boca.As ventanias castigavam a passagem entre as montanhas, mas o poder de Aidan a protegia.— Não sei para onde ela foi, não a vi mais no campo de batalha — Aidan franziu a testa.Mas naquele momento, eles tinham coisas mais importantes a fazer do que se preocupar com o destino de Lisa.— Aidan, não gosto desse lugar para Isabella. Ela ficou trancada aqui por tempo demais.— Eu a mantive… fui eu quem a manteve trancada… — disse com um sorriso triste.— Aidan…— Mas já chega, jurei que não falaria do passado — falou
171. ERA APENAS UMA PERGUNTA INOCENTE
NARRADORADrakkar não fazia ideia do quanto tinha falado. Não era normal ter filhotes com sua companheira?Eles também não tinham tido descendência?—Alguém me disse que pra ter filhotes tem que dar o nó dentro da fêmea… —franziu a testa, pensativo.Devia ter perguntado pro ruivo mais sério.Aquele Fenrir talvez fosse um idiota que não sabia nada sobre fêmeas… igualzinho a ele!—Transamos várias vezes ontem à noite e eu dei o nó nela. A Lyra já deve estar prenha, né?Levantou a cabeça com uma expressão que a Lyra chamaria de adorável e inocente.Mas pro rei lycan, foi uma abominação!Esse aí era mais pervertido que o prostituto do Silas! Falar isso na cara dele?!Entregou a neta pra uma besta tarada!Antes que Drakkar falasse mais alguma coisa, teve que se jogar pro lado rapidinho.Boom!O barulho estrondoso ecoou, levantando cascalho por todo lado.Onde ele tinha estado de pé, agora havia um buraco enorme, com neblina corrosiva borbulhando no fundo.As pupilas de Drakkar se fecharam
172. DOIS CONTRA DOIS
NARRADORAOs braços musculosos de Aldric travavam uma queda de braço contra os de Khalum.As patas dos dois afundavam na terra, mas nenhum cedia, rugindo como bestas, mordendo com força suficiente pra arrancar pedaços.Khalum estava imóvel, preso sob o ataque do vovozinho, sentindo o perigo vindo sobre sua cabeça.Silas saltou no ar, com a névoa ondulando ao redor, metade do rosto coberta por runas malditas, a expressão mortal…Segurando a foice sobre a cabeça como um verdadeiro mensageiro da morte.Sua túnica preta esvoaçou com o vento, e Khalum entendeu que tinha sido levado pra uma armadilha.Pareciam não lutar juntos, mas tinham se conspirado pra prendê-lo.Ia perder pra eles!"Ninguém vai me separar da minha Lyra!"Entrou em modo selvagem on.Boom!A ponta da enorme foice se despedaçou ao bater num escudo de energia verde que explodiu do corpo de Khalum.Lançou Silas metros adiante, e ele caiu de pé sobre o galho de uma árvore.Olhou os fragmentos negros se espalhando com o vento
173. DESCULPE, MAS ESTOU COM PRESSA
NARRADORA—Pai, não se mete!Aidan gritou ao perceber as intenções de Cedrick, que já não sorria mais de forma relaxada.As enormes asas de gelo refletiam os raios do sol como cristais multicoloridos.BAM!Uma luz azulada cheia de flocos de neve explodiu, cegando todo mundo.Silas e Aldric recuaram atentos.Os gritos furiosos dos espectros logo ecoaram.Tinham ficado presos nos buracos por onde saíam.Uma camada grossa de gelo os bloqueou, deixando eles presos pela metade.Aidan se posicionou ao lado de Khalum e empunhou a enorme espada congelada, quase do tamanho dele."Desculpa interromper sua luta, mas tô com pressa pra conseguir a mão da minha mulher" disse a Drakkar, que o encarou com interesse."Tenho umas dúvidas... se você me responder, eu faço equipe contigo."Drakkar respondeu, achando que Aidan parecia um cara experiente."Fechado" Aidan nem imaginava que tinha acabado de selar um pacto imoral, cheio de perguntas impróprias pra menores."Aidan Walker, se tá com tanta pressa
174. REUNIÃO DE FAMÍLIA
NARRADORACedrick gritou com o filho.As pupilas azuis de Aidan se estreitaram na direção da fera que atravessava a névoa congelada, vindo pra arrancar um pedaço dele.Com um urro bestial, o lycan de gelo avançou de novo com tudo, mas num piscar de olhos, algo parou completamente a briga.Surpreendentemente, dessa vez não foram as mulheres.Entre os dois surgiu uma estrutura que nasceu do fundo da terra.Parecia um emaranhado de raízes formando uma porta, mas se olhasse de perto, não eram raízes... eram braços.Aidan e Aldric bateram nela com toda a força.Com a energia destrutiva que levavam, devia virar carne moída... mas a parede de carne aguentou firme.“Mas que porcaria é essa?” Aidan pensou, meio enojado com aquela coisa grotesca.Levantou o olhar e se surpreendeu ainda mais.Em cima da estrutura gigantesca, havia um homem de pé.A aura dele cheirava a... sangue.Cabelo preto. Olhos vermelhos de assassino.—Aldric, se cansou da brincadeira, preciso da ajuda da família... encontr
175. UM PRÍNCIPE PERVERTIDO EM MEU QUARTO
NARRADORAA voz magnética de Laziel ecoou na mente dela, e os lábios frios encostaram no seu ouvido.O corpo inteiro de Lavinia estremeceu com a proximidade.Ela sabia muito bem que Laziel entendia a raiz de seu interesse por Aidan.Que era só compaixão.“E o que acontece se eu ficar com ciúmes?”Lavinia virou um pouco o rosto, sutilmente.Seus lábios ficaram a centímetros dos de Laziel, daquele rosto sexy que a deixava louca.Os brilhos dourados nas pupilas dele cintilavam, encarando-a profundamente.Como uma fera prestes a devorá-la.“Bebê, você não imagina o castigo que tenho pra você. Adoro quando se comporta mal.”A boceta de Lavinia ficou encharcada com todas as imagens pervertidas que Laziel passava pela sua mente.A mão masculina descia lentamente por suas costas, escondida dos outros.Apertando e acariciando.“Laziel, já chega...”“Sshh... consigo sentir o cheiro da sua sedução. Me diz, preciso te tirar dessa reunião chata?”—Lavinia, o que acha desse método?—Hã? —O rosto da
176. EDUCAÇÃO SEXUAL
NYXEu ouvia as conversas animadas no jantar, mas minha mente não estava focada nas palavras.Por baixo da mesa, a mão fria e masculina de Aidan acariciava minha coxa.Começou com uma provocação safada, e nossas peles pareciam soltar faíscas quando se tocavam.Os lobos dele me chamam, aquecem minha alma… e outra coisa também.O tecido do vestido se amarrotou quando a mão dele subiu devagar, apertando minha coxa, enfiando-se descaradamente entre minhas pernas.Peguei a taça de vinho e tentei disfarçar o tremor.Nem ousei olhar pra ele, mas sabia que seus olhos intensos me devoravam.Deusa, queria ter mais coragem.Até a Lyra, que todo mundo acha inocente, já montou no macho dela na minha frente.—Mnn… —gemei, quase engasgando com o gole de vinho.O toque dele invadiu minha parte íntima, esfregando meu sexo devagar, de cima a baixo.— Abre um pouco as pernas—ele sussurrou no meu ouvido.O hálito gelado fez os pelos da minha nuca se arrepiarem.“Aidan, não…”“É só uma brincadeira, princ