All Chapters of O Rei Lycan e sua Tentação Sombria: Chapter 791
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307. ARRANJA SUA PRÓPRIA FÊMEA
MAGNUS— Aaahh! —Quando fechei os dentes na nuca dela e os afundei profundamente, Hannah deu um rugido que sacudiu a caverna.O corpo inteiro dela tremeu e caiu sem forças sobre as mantas.Eu a segurei, envolvendo-a com meus braços fortes enquanto a marcava e anudava.Um clarão azulado me fez fechar os olhos e apertá-la ainda mais.Vinha da liberação da magia dela que saía em ondas de poder para fora do corpo, fazendo a caverna congelar em grossas camadas.Suportei o frio que não me fazia mal e abri um corte no pulso para dar meu sangue a ela.Senti os caninos dela atravessando minhas veias e Hannah bebeu de mim com fome, com um desejo voraz, como se precisasse de mim desde sempre.Empurrei mais do meu líquido vital na boca dela, abraçados e suados, enroscados, sem saber onde terminava um e começava o outro.No meio da voragem da paixão, de tantos sentimentos, da magia gelada flutuando ao redor do meu corpo e me cercando possessivamente, uma voz se infiltrou nos meus pensamentos.Era
308. RESGATANDO UMA DONZELA
FENRIRAvancei em silêncio e me escondi nas sombras, observando o clareira onde dois caras tinham feito um acampamento simples.Avaliei a situação rapidamente. Era óbvio que eram os feiticeiros fugitivos que não queriam se submeter ao Rei Alfa Cedrick.Na verdade, eu esperava encontrar mais deles, mas o que me preocupava não era a quantidade, e sim a mulher que eles tinham como refém.Ela estava amarrada a uma árvore e tentavam dar algo para ela beber enquanto lutava e resistia."Temos que salvá-la, que diabos você está esperando!", meu lobo Gale me empurrava a agir."Há uma proteção mágica ao redor para não sermos detectados", franzi a testa ao sentir a magia agressiva tentando me repelir."Não importa, isso não é obstáculo para nós!"Ele tinha toda a razão, a energia selênica dentro de mim me permitia burlar esses pequenos truques.Mas mal dei um passo à frente, pronto para sair dos arbustos, quando a cena ficou agitada."Eu te disse que, se sujasse meu vestido de novo, ia se arrepe
309. NADA ALÉM DA VERDADE
FENRIR"Como eu saio deste pântano de merda para um lugar seguro?", o homem me perguntou de repente."Sei lá. Nem sou daqui", me peguei respondendo com facilidade demais, como se minha língua estivesse meio solta.Gale franzia cada vez mais a testa."Eu ouvi dizer que vocês usam magia pra ir de um lugar a outro! Me diz agora mesmo o método pra fugirmos pra outro continente!""Sou um lycan, esse feitiço quem faz são outros membros da minha família, mas existem passagens físicas, como uma perto do castelo do seu antigo rei e…""Mas o que você tá fazendo, língua solta?!" de repente o berro da fêmea me fez engolir as palavras.Meus olhos encontraram os dela, nada fracos e sim muito furiosos."Você…!" até o macho se espantou com a ressurreição dela, mas antes que eu me lançasse pra defendê-la da faca no pescoço, ela mesma se libertou.Acontece que as mãos dela estavam livres das amarras, ela só fingia.Ela deu uma cotovelada devastadora nas costelas, obrigando-o a soltá-la, e depois acerto
310. UM PERSEGUIDOR RUIVO
ABIGAILDe todas as ideias geniais que me ocorreram, esta passou do péssimo.Eu voltava para casa bem irritada com Hannah, minha irmã gêmea, embora a gente se parecesse bem pouco.A ver… por que era necessário sempre se comportar como a versão de saia do papai?Ah, não, nem de saia, não tinha quem enfiasse aquela bunda enorme que ela tinha dentro de um vestido.Ela amava bancar a moleca de calças, brigando com qualquer bicho que cruzasse o caminho e pagando de heroína.Quando me disse que se enfiaria naquele pântano para procurar os rebeldes, fiz um chilique ali mesmo.Minhas botas já estavam cheias de lama até o talo, eu não ia entrar naquela névoa fedorenta nem que me pagassem.Só que não fui muito longe quando as coisas ficaram difíceis pra mim.Não sei por quê, mas de repente a fina cota de malha com magia de gelo da Hannah começou a falhar.Aquele artefato que eu sempre usava no meu corpo, contra a pele, como um escudo frágil, era a única coisa que podia me ajudar a controlar o t
311. ONDE ESTÁ MEU COMPANHEIRO DESTINADO?
ABIGAIL—Você bebeu uma poção para dizer a verdade, certo?—Pelo visto sim, não consigo amarrar essa língua estúpida —ele disse, suspirando.Eu, por minha vez, não consegui evitar baixar os olhos para conferir se ele estava mesmo ficando de pau duro por minha causa.Engoli em seco ao ver a silhueta marcada do pau dele para um lado da braguilha… shh, grande demais para uma primeira vez… será que é gostoso?Espera… no que é que eu tô pensando?!Quando levantei o olhar, o sorrisinho vitorioso nos lábios dele e o gesto debochado de erguer as sobrancelhas me encheram de vergonha.—Posso te garantir que, se eu tirar, fica maior e tá pronto para ser bem usado por uma fêmea tão… fogosa…—Melhor eu ir embora —rosnei na cara de gigolô dele. Aquele feitiço da verdade era um perigo.Eu sabia que tinham preparado aquilo para arrancar de mim informação de como sair deste território sem que meu pai os capturasse.—Valeu pelo resgate e pode voltar por onde veio —tomei a decisão mais sábia de escapar
312. TENTAÇÕES INSUPORTÁVEIS
FENRIR—Te disse que não é tesão, algo mais tá acontecendo dentro dela, não é normal, precisamos esfriá-la!Meu lobo rugiu e eu passei de estar com tesão a ficar seriamente preocupado.—Abigail, nena, não me assusta, reage…! —falei bem de perto, mas dos lábios entreabertos dela só saíam arfadas sufocantes.Quase ardia no meu rosto de tão quente que estava o hálito dela.Ela gemia, se contorcendo, e não era de prazer.—Lembra daquela fenda que encontramos no caminho e sentimos que era fria? —Gale me lembrou da elevação rochosa que não chegamos a explorar.Sem pensar mais, a segurei firme e comecei a correr naquela direção.Levando-a nos meus braços como uma princesa.Eu sentia que Abigail precisava de mim desesperadamente, não podia deixar que acontecesse nada com ela ou eu me arrependeria a vida toda.Minhas pupilas se estreitaram sobre a superfície de uma colina baixa que se erguia coberta de musgos e raízes entrelaçadas.A brisa fria saía de dentro dela, numa área da parede que come
313. UMA PRESA VIRGINAL
FENRIR—Só… bom, eu não queria que sua roupa ficasse molhada… —“nem a calcinha”.Comecei a balbuciar todo tipo de justificativas, uma mais idiota que a outra.De repente ela se ergueu, sentada, e aqueles peitos lindos quicaram. Eu lutava para olhar nos olhos dela e então percebi que algo não ia bem.—Abiga, o que aconteceu? Sinto muito, de verdade, eu só queria ajud…As palavras ficaram presas nos meus lábios quando fui assaltado pelos dela num beijo abrasador.E não no sentido figurado, no literal. A boca de Abigail estava quente a ponto de escaldar, um vapor descia pela minha garganta e vinha dos seus suspiros cada vez mais apressados.Ela se pendurou no meu pescoço, me empurrando para montar em cima do meu quadril.O suor escorria pela pele febril dela, estava queimando como se fosse explodir em chamas a qualquer momento.Sem desfazer a conexão, segurei por baixo da bunda dela e a ergui contra o meu peito.Me arrastei um pouco até a borda e mergulhei na poça com ela. A água nos cob
314. GOSTO MUITO DE VOCÊ
FENRIRAbri muito os olhos, me erguendo um pouco e separando as pétalas com os dedos, para ver se eu a tinha machucado com meus caninos.Um fio fino de sangue escorreu do buraquinho e se diluiu na água sob sua bunda.—Pequena… você… —ergui o olhar para vê-la com lágrimas saindo dos seus olhos erráticos.—Dói… —ela me disse com voz nasalada, tão linda e dependente de mim, nada a ver com a mulher impetuosa da floresta.Uma percepção me atingiu como um raio.—Você é… é virgem? —minha voz saiu estrangulada e meu lobo se ergueu para saber também a resposta.As bochechas de Abigail incendiaram por completo e ela assentiu devagar.—Pela Deusa… que tipo de prova é essa? —engoli seco, olhando de novo para suas curvas sensuais, para seus seios bem firmes.O ventre macio que escondia logo abaixo a entrada para o pecado mais delicioso.Como uma mulher como ela ainda era virgem? Será que os machos deste reino tinham os olhos no cu?Levei os dedos à boca, passando-os pelos meus lábios molhados.O s
315. UMA VERDADE QUE DÓI
ABIGAILAs crises com minha loba de fogo estavam cada vez piores.Era como se você estivesse queimando por dentro, de um jeito horrível, e poucas coisas podem ajudar.Uma delas era a magia de inverno da minha irmã, mas Hannah não estava aqui, então, para sobreviver, me agarrei ao único que podia me salvar.O príncipe lycan Fenrir… o que trouxe como consequência esta situação vergonhosa em que me encontro.Deitada de lado no chão, com a camisa dele no corpo, estou olhando para a parede da caverna.Eu queria fingir que esqueci, ¡mas me lembro de quase tudo!Pela Deusa, quase estuprei o homem e o formigamento de prazer no meu corpo ainda persiste.Também tem um incômodo entre as pernas. A verdade é que não me lembro muito bem de alguns momentos… embora eu saiba que sexo mesmo, nós não tivemos.“Bryda… ¡Bryda!”, chamo minha loba interior, mas sei muito bem como ela fica exausta toda vez que tem que enfrentar aquela besta de fogo.—Maldita seja —murmuro sem querer.—¿Está doendo de novo, A
316. EM TERRITÓRIO INIMIGO
ABIGAIL—A única mulher de inverno possível é a Hannah… minha gêmea —eu disse com a voz estrangulada, abaixando de golpe o vestido e jogando a camisa dele de volta.Eu me recusava a ficar mais um segundo aqui… com ele; pesava na consciência o que tínhamos feito e como eu o desejava no fundo.—Eu não sabia… —negou—. Maldição, que cagada… ¡Espera, Abigail! ¡Você não pode ir embora assim!Ele começou a me perseguir quando ergui a saia e corri para o exterior da gruta.Não me importava como eu parecia, não me importava nada; o fogo mal se acalmando dentro de mim.Me enfiei na gruta e foi muito difícil para ele me capturar, mas quando saí para fora segurou meu braço e me puxou para si.—¡Me solta! —apoiei a mão no peito dele e o empurrei com raiva.—¡Não! ¡Você queria a verdade, então vai me ouvir! — rugiu me colando ao peito e segurando minha cintura apesar da minha luta inútil.—¡Que me solte, bruto!Meu cabelo foi segurado por trás e ele me obrigou a encará-lo, sem espaço para fugir daq