All Chapters of Me tornei na babá da filha do meu ex bilionário : Chapter 21
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CAPÍTULO 21: A mãe e esposa perfeita
LEONARDODepois da briga com a Beatriz e meus sogros, pedi para eles saírem e me sentei encostado na cadeira.Era a mesma coisa de sempre. Eles apenas se aproximavam para reclamar e pedir mais e mais dinheiro. Eles sabiam muito bem que se não fosse por mim, o grupo Almeida e Mendes teriam deixado de existir 5 anos atrás. Foi só quando eu voltei que consegui salvar os dois grupos graças às minhas estratégias. Claro, tive de usar alguns meios não muito legais, mas eu apenas queria garantir que teria dinheiro e poder suficiente para não ser mais uma marioneta nas mãos deles depois que descobri o real motivo deles terem me encontrado apenas 24 anos depois sendo que tinham todos os recursos para tal.Eu era um bastardo. Filho de um relacionamento extraconjugal do meu pai com outra mulher, e para não estragar seu casamento e manter a imagem de família perfeita, eles me jogaram num orfanato. E então teve um filho legítimo com a esposa dele, a Beatriz. Mas o filho deles se mostrou um com
CAPÍTULO 22: Brincando de cupido
–Está gostoso?– perguntei me aproximando da mesa onde Dália comia os biscoitos. Dália confirmou com a boca suja de migalhas de biscoito e sorri acariciando o cabelo dela. Ver minha filha comendo feliz aquecia meu peito, um milagre que apenas Helena pode fazer.–Ah… nesse caso eu também quero provar. Posso?– Perguntei olhando para Helena e por breves segundos nossos olhares voltaram a se cruzar, até ela desviar o olhar dela como se estivesse fugindo daquela ligação. Talvez fosse nossa relação de patrão e empregada que a impedia de aceitar, mas eu estava disposto a quebrar aquela barreira.–Vou pegar mais biscoitos e outro copo de batido.– disse ela pronta para se levantar.–Não precisa se incomodar. Podemos dividir esse–Peguei no copo dela e tomei o batido.Esperava algo doce uma vez que tinha sido feito para Dália e crianças gostam de doces, mas o sabor era fresco com aroma de hortelã, um pouco cítrico e levemente adocicado, tal como eu gostava das minhas bebidas, e aquela bebida e
CAPÍTULO 23: Uma pequena armadilha do pequeno Cúpido
Helena ainda mantinha o rosto virado para o lado fugindo do meu olhar, enquanto todo meu corpo cobria o pequeno corpo dela a deixando sem saída alguma. Nossas roupas roçavam uma na outra e eu podia sentir o calor que vinha do corpo dela, podia ver o peito dela subir e descer com a respiração ofegante, talvez pelo espaço apertado, talvez por minha presença tão perto dela...Mas eu não me movi para me afastar, estava gostando de ter ela tão perto de mim, de sentir o cheiro dela, ouvir a respiração dela, e ver seu rosto corado.Do lado de fora ouvimos o som dos passinhos de Dália e nos entreolhamos, ficando tensos com a possibilidade de sermos pegos na brincadeira.Dália andou pelo quarto nos procurando, e logo se aproximou do armário.Me aproximei mais de Helena pressionando meu corpo contra o dela na tentativa de me afastar da porta para não ser pego. E após um tempo parada perto da porta, Dália se afastou e saiu do closet.Suspirei sorrindo e baixei o olhar encontrando o olhar de Hel
CAPÍTULO 24: Questões do passado
–Senhor Leonardo!–Vanda chamou e a madeira caída sobre nós foi tirada pelo jardineiro.Eu queria manter Helena mais em meus braços, mas ela logo se sentou e se levantou dos escombros.–O senhor está ferido!– disse Vanda preocupada se agachando enquanto eu me sentava.–Eu estou bem––A sua cabeça está sangrando!–Ao ouvir aquilo logo me levantei me aproximando de Helena, e a segurei pelos braços procurando algum machucado nela.–Você está bem? Está machucada?––Eu estou bem senhor––Tem certeza?––tenho, o senhor deveria ver o seu machucado na cabeça antes que...–Helena parou de falar e olhou para uma certa direção, segui os olhos dela e vi Dália que estava parada com os olhos arregalados e lacrimejantes. Provavelmente estava se sentindo culpada daquela confusão toda.–Querida!–Eu e Helena nos aproximamos de Dália ao mesmo tempo e nos agachamos na frente dela para a tranquilizar.–Querida, está tudo bem–Disse Helena, e Dália olhou para minha testa onde havia o ferimento, logo começ
CAPÍTULO 25: Surto e confissões
–Tem a ver com a mãe da Dália?– Helena voltou a insistir.–A Dália hoje molhou as calças quando eu perguntei se quem tinha chegado era a mãe dela, e também ficou nervosa ao ver a mãe do senhor––O quê?– perguntei preocupado, já fazia um ano que Dália não molhava as calças.–Sim, eu notei que ela sempre fica diferente quando menciono a mãe dela, então imagino que o problema dela esteja ligado à mãe dela. O que aconteceu? Onde está a mãe da Dália? Por que ninguém fala dela? Ela fez alguma coisa com a Dália? Ou o senhor fez alguma coisa com ela e a Dália presenciou e ficou traumatizada? O que...––Já chega!– falei levantando a voz e Helena deu um sobressalto assustada.–Se já sabe que o assunto sobre a mãe da Dália é um assunto proibido nessa casa, então não deveria insistir. Eu agradeço tudo que está fazendo pela minha filha. Mas peço que respeite os limites dos assuntos dessa casa–Falei firme a encarando, e ela me encarava de volta.–Eu quero ajudar a sua filha, e a única forma é o se
CAPÍTULO 26: Torcida a favor
–VANDA, SE CONTROLE!– gritei de volta, segurando os pulsos dela e a afastando de mim.–Do que você está falando? Eu nunca dei chance alguma a você para criar tais sentimentos por mim!––Mas eu amo o senhor mesmo assim! Eu amo o senhor com toda a minha alma, eu sempre amei, será que o senhor nunca notou?– perguntou ela derramando lágrimas.Suspirei tentando clarear minha mente, sentindo minha cabeça doer com aquela bagunça toda. –Eu acho que você deve tirar umas férias e se afastar––O quê? Não! Eu não quero férias, eu não quero me afastar do senhor e deixar o senhor aqui sozinho com aquela mulherzinha! Eu não vou permitir!––VANDA, JÁ CHEGA! Isso não é um pedido, é uma ordem! Amanhã mesmo você vai fazer suas malas e vai voltar para seu apartamento, e vai ficar lá até eu determinar que pode voltar para essa casa. Passar muito tempo aqui cuidando de tudo com certeza sobrecarregou você, então esteja pronta amanhã de manhã e o motorista vai levar você––N-não, senhor Leonardo...––Está
CAPÍTULO 27: Insinuações
–E por que não?–A voz de Leonardo ecoou pela cozinha, fazendo todos nós paralisarmos, e olhamos para a porta onde ele estava parado com a expressão simples e os olhos fixos em mim.Todos os outros empregados olharam para mim e logo desviaram os olhares.Eu encarei Leonardo por um tempo e logo também desviei o olhar.Leonardo caminhou adentrando a cozinha, fazendo o ar ficar tenso, e puxou a cadeira na cabeceira da mesa, sentando-se.–Posso me sentar e jantar aqui hoje com vocês? A Dália já está dormindo e eu não quero me sentar sozinho naquela mesa enorme. Se incomodam com isso?––Não!––Não! Claro que não!––o senhor é muito bem vindo!–Os outros empregados afirmaram enquanto o olhar de Leonardo se mantinha sobre mim como se estivesse falando diretamente comigo. Eu estava na outra cabeceira da mesa, o que nos dava uma visão direta e clara um do outro.–Certo, então eu vou jantar aqui hoje– disse ele, abrindo um sorriso gentil e olhando para os outros funcionários, que sorriram co
CAPÍTULO 28: Um mistério sóbrio
–"Gostaria de um café, senhor Leonardo?" "Claro, senhorita Helena, a esperarei em meu escritório, temos muito que conversar e declarar."–Sorri com a imitação de Mariana, e bati nela com o pano enquanto ela também sorria.–Eu não tenho mais dúvidas: o patrão realmente está apaixonado por você! E, a julgar pelo seu olhar, eu diria que a senhorita sente o mesmo. Afinal, o patrão é um homem bonito, jovem, atraente, rico, inteligente e tem aquela postura de macho alfa. Não é à toa que a Vanda fazia de tudo para se livrar das outras babás; ela não queria nenhuma outra mulher perto do patrão.–"Sentir o mesmo? Tudo que eu sinto pelo Leonardo é ódio e desejo de vingança."Olhei para Mariana, que olhava para mim enquanto limpava a louça, e tive uma ideia, a persuadir a contar tudo que sabia sobre Leonardo.–Bom, mesmo que eu estivesse interessada nele, o senhor Leonardo é um homem casado, e eu jamais teria um caso com um homem casado. Afinal, a mãe da Dália pode voltar a qualquer momento, e e
CAPÍTULO 29: Uma proposta invasiva
–Cada vez mais sinto que conheço a senhorita de algum lugar, e eu acho que finalmente me lembrei de onde nos conhecemos. E essas coincidências apenas me fazem ter mais certeza de que eu e a senhorita já nos vimos antes, e eu acho que já sei de onde–Leonardo sorriu enquanto olhava para mim fixamente. Meu coração acelerou, e o nervosismo tomou conta de mim.Leonardo pousou a xícara na mesa e voltou a olhar para mim.–A senhorita é da província de Albacete, certo?–Meu nervosismo aumentou e tive de segurar firme a xícara em minhas mãos para que ela não me denunciasse ao tremer. –Sim, eu sou da província de Albacete, nasci e cresci lá––Ah, eu já estive em Albacete algumas vezes. Eram viagens de negócio, mas também me lembro de ter feito uma doação a uma instituição de caridade por lá. Talvez tenhamos nos visto lá, afinal, a senhorita trabalha com crianças e centros de caridade, sem contar que eu já visitei vários orfanatos––Eu creio que não, senhor. Eu nunca trabalhei num centro de ca
CAPÍTULO 30: Consequências do ciúmes
–Então, está bem assim?– Leonardo perguntou me encarando e segurando minha cintura com firmeza e possessividade.Engoli o nó em minha garganta diante das palavras dele.Leonardo estava mais invasivo que antes, parecia que estava me intimando e não me paquerando e me dando opções. O encarei e soltei um baixo suspiro.–Está bem. Mas peço que respeite o meu tempo e o meu espaço e não fique me cercando–Ele sorriu, aquele lindo sorriso que ele sempre dava quando conseguia me dobrar e convencer de algo que eu estava relutante em aceitar.–Entendido. Eu vou dar um tempo e espaço para que a senhorita se acostume a me olhar com seu parceiro.– Ele sussurrou, acariciando meu rosto com seu polegar. Desviei o olhar para o lado. –Certo. Eu vou me deitar agora, com licença–Me afastei dele, apesar da relutância dele em me soltar, abri a porta e saí do escritório, caminhando com passos rápidos e controlados até o meu quarto. Ao entrar no quarto, me encostei à porta e soltei um suspiro, permitin