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150 - EMOCIONALMENTE RENOVADA
Author: Débora Oliveira
last update2025-05-26 05:10:16
Enquanto ele preparava um macarrão simples com molho branco improvisado, Celina foi se soltando cada vez mais. A conversa foi ganhando leveza, risadas se misturando com o som da água fervendo e do alho refogando. Ela nem lembrava a última vez que tinha rido assim. Sentia-se acolhida, segura, viva.

— Atenção, senhora gestante e emocionalmente renovada, — anunciou Gabriel, colocando os pratos na mesa. — Sua janta está servida. Não é cinco estrelas, mas é feita com carinho. E alho. Muito alho. Qu
Débora Oliveira

Boa noite queridos leitores! Final de semana foi corrido... não consegui responder nenhum comentário. Desejo uma ótima noite e uma semana abençoada! Abraços... ❤️

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  • 431 - A VIDA SEGUIU SEU CURSO

    O celebrante então leu algo preparado. — Thor, quando lhe perguntei o que mais admira em Celina, você disse muitas coisas. Mas duas me marcaram. A primeira foi o olhar dela. Você disse que se perde nele, que foi a primeira coisa que te atraiu, que ele tem um magnetismo impossível de conter. Que não é à toa que uma de suas filhas se chama Safira, porque depois de conhecer Celina a cor verde se tornou a sua favorita. Thor sorriu, emocionado, enquanto passava o polegar sobre a mão da esposa. — A segunda — continuou o celebrante — foram os cabelos dela. Você confessou que é viciado em dormir sentindo o cheiro deles. Que, depois de um dia difícil, seu remédio é tê-la nos braços, acariciando seus fios. Que ali você encontra paz. Celina não conteve as lágrimas. — É exatamente assim… — murmurou ela, a voz embargada. O celebrante voltou-se então para ela. — Celina, você também disse muitas coisas sobre Thor. Mas duas me tocaram. A primeira é que ele foi o homem que a fez se sentir única,

  • 430 - A FAMÍLIA CONSOLIDADA

    A empresa dos dois prosperava, agora com uma filial no Canadá. E havia outra novidade que muitos comentavam com alegria: Luzia, mãe de Gabriel, havia se casado com um americano viúvo e sem filhos, encontrando ao lado dele uma nova chance de amor.Isabela e Felipe também estavam ali, acompanhados dos filhos adotivos, Lorenzo, de dez anos, e Larissa, de seis. O gesto de acolher irmãos para não separá-los mostrava quem eles haviam se tornado: uma família que escolhia o amor todos os dias. Isabela seguia administrando a ONG com dedicação, rodava o país dando palestras inspiradoras. Publicou vários livros e ainda encontrava tempo para cursar um mestrado. Felipe, agora juiz, equilibrava sua rotina com sua pós-graduação e se mostrava sereno, maduro, um homem completamente realizado. A mansão que haviam comprado não era apenas uma casa confortável: era um lar pensado para as crianças e para a mãe de Isabela, onde a vida recomeçava diariamente em harmonia.Sabrina e Maurício estavam com os gêm

  • 429 - ALGUÉM QUE SUPERE O PAPAI

    Mais tarde, enquanto Antonella e Safira acompanhavam Celina e Emma ao SPA para uma tarde de cuidados antes da festa, Ravi ficou em casa com o pai e James.— Pai, você acha que um dia eu vou ser como o senhor? — perguntou o adolescente, enquanto ajudava Thor a escolher o terno.Thor sorriu.— Você vai ser melhor que eu, meu filho.— Mas eu quero ser forte igual o senhor e cuidar da minha família igual o senhor cuida, pai.Thor olhando nos olhos do filho, falou.— A força não está aqui — mostrou o braço. — Está aqui dentro. — Apontou para o coração do filho. — E isso você já tem.Ravi abriu um sorriso satisfeito, sentindo-se grande demais para sua idade.James, que observava a cena em silêncio, aproximou-se e completou com a voz grave e serena:— Ouça bem, Ravi… um homem se mede pelo amor que entrega. Se você aprender a amar e respeitar como seu pai ama e respeita sua mãe, vai ser não apenas como ele… mas um exemplo ainda maior para quem vier depois de você.O adolescente ficou em silên

  • 428 - ALICE COMBINARIA MUITO MAIS

    Ficaram ali, trocando palavras baixas, lembranças e risadas cúmplices. Até que, quando Celina já quase se rendia ao sono, Thor a cutucou de leve.— Ei, nada de dormir ainda. Vamos tomar um banho e nos vestir. Você sabe que quando o dia clarear, o nosso trio vai invadir o quarto com o café da manhã deles. — Ele riu. — E eu não abro mão da segunda rodada debaixo do chuveiro.Celina gemeu, manhosa. — Você continua insaciável, Thor Miller.Ele segurou o queixo dela, fitando-a com intensidade. — O fogo que você tem me faz ser assim. — Sorriu malicioso. — Você pode enganar o mundo com esse jeito doce… mas entre quatro paredes, você é uma diabinha, e eu amo isso. Nada de recatada.Celina corou, batendo de leve no peito dele, mas acabou rindo. — Seu atrevido.— Meu. — Ele a corrigiu, antes de envolvê-la nos braços.Num gesto firme, Thor a pegou no colo e a levou até o banheiro. O chuveiro se abriu, e ali dentro eles se amaram outra vez, rindo, provocando, entregues como adolescentes apaixon

  • 427 - QUINZE ANOS DE NÓS DOIS

    Em São Paulo, do alto da cobertura de Thor, o mundo parecia pequeno, como se aquela cidade que nunca dormia estivesse ali apenas para assistir à história deles.Era meia-noite. Quinze anos de casamento. Quinze anos de amor, de superações, de lágrimas e vitórias. Todos os anos, sem falhar, Thor tinha o mesmo ritual: começava a comemoração à meia-noite. Era o momento sagrado do casal, o instante em que o tempo parecia voltar para o início de tudo, apenas os dois, longe de qualquer testemunha.Naquela noite não seria diferente.Thor entrou no quarto sem fazer barulho, fechou a porta atrás de si e girou a chave, trancando. Nas mãos, duas bolsas e um olhar travesso. Celina, já deitada, folheava um livro, mas levantou os olhos ao sentir a presença dele.— Amor… — ela sorriu, fechando o livro. — O que você está aprontando?— Nada que você não vá gostar. — A voz grave soou carregada de desejo.Ele deixou as bolsas sobre a mesa de cabeceira, aproximou-se devagar e apoiou um joelho no colchão.

  • 426 - VAMOS CUIDAR DELA

    Naquela manhã, seguiram para Ouro Preto, onde o casarão colonial e as ladeiras estreitas compunham um cenário digno de cartão-postal. Felipe, animado, mostrava a ela a Igreja de São Francisco de Assis, obra-prima de Aleijadinho, enquanto Isabela se encantava com os detalhes dourados do barroco mineiro.— É lindo… — disse ela, observando a grandiosidade da construção. — Parece que o tempo parou aqui. Felipe sorriu, orgulhoso.— Minas é isso, amor. História em cada canto.Na parte da tarde, seguiram de carro até a Praça Tiradentes, onde turistas tiravam fotos e vendedores ambulantes ofereciam doces de leite caseiro. O semáforo fechou, e Felipe parou o carro. Isabela, distraída, olhou para o lado. Seu coração disparou.A poucos metros dali, sentada na calçada, estava uma mulher magra, com roupas rasgadas, os cabelos desgrenhados e os olhos perdidos. Mas havia algo inconfundível naquele rosto envelhecido antes do tempo.— Mãe… — o sussurro escapou de seus lábios como um grito preso por a

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Reader Comments

anciosa pelo próximo capítulo. Amando este livro

estou amando, mais está na hora da Celina ter uma real virada na vida, colando certas pessoas no seus devidos lugares.

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