All Chapters of O Rei Lycan e sua Tentação Sombria: Chapter 761
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277. MEU PECADO ESCURO
LAVINIATentei conter meus gemidos enquanto aquelas mãos frias apertavam meu pescoço e desciam pelo meu peito lentamente.Meus mamilos já estavam endurecidos só pela expectativa de lembrar o quanto era bom ser tocada por ele.Garras perigosas se estenderam sobre meus seios como as de uma fera à espreita.Sua respiração caía pesada ao lado do meu ouvido e meu coração martelava cada vez mais rápido.Sem poder ver, em completa escuridão, cada toque era um detonador para minha luxúria.— Mnnn — resmunguei mordendo o lábio inferior quando a pele franzida foi rodeada perigosamente e dois dedos beliscaram meus mamilos, dando puxõezinhos deliciosos.Arfadas escaparam da minha boca quando uma língua contornou a concha da minha orelha, me lambeu como um animal selvagem e se enfiou por dentro.— Minha amada mulher… quero ver por quanto tempo você vai fingir pudor…A voz rouca de Laziel me fazia estremecer entre as pernas, meu núcleo pulsava sem parar.Ele sibilou e apertou meus seios; arqueei as
278. UNS OLHOS PARA TE VER
NARRADORAAs coisas se organizaram de um jeito bastante louco e relaxado; no entanto, com as amostras que tinha tido, Dracomir estava confiante.Já se sentia com a vitória nas mãos… as duas “vitórias”: a da batalha e a de sua vampira sensual.Quem diria que, no fim, acabaria morto em vida por aquela sedutora que o deixava com a língua de fora e, falando em morte…Quando estavam saindo, com o sol apenas despontando no horizonte, apareceu o general não-morto com sua feiticeira.Dracomir os cumprimentou brevemente perto das muralhas.Tinha que organizar seus homens, então os deixou com Zarek, que saía pela entrada do castelo.O príncipe já o sentia a quilômetros.Por mais que seu rosto seguisse indiferente como sempre, por dentro , na cabeça e na alma, estava inquieto.Enquanto descia as largas escadarias da entrada da fortaleza, viu-o passar por baixo dos portões altos.Rousse vinha de mãos dadas com uma mulher pequena que trazia uma venda nos olhos.O olhar sério do seu general logo o
279. EU FICO COM A VAMPIRA SEXY
NARRADORAPor fim, cada um partiu para o seu lado, separando-se nos arredores da fortaleza e até fazendo apostas de quem terminaria primeiro.Uma hora depois, o outro acampamento dos homens-lobo despertava.O homem responsável recebeu a notícia de que o Lord Dracomir, em pessoa, queria lhe dar a sua resposta.Saiu de sua tenda com calma, sem pressa; sentia-se em vantagem e não se importava em fazer o orgulhoso Dracomir esperar.Veja só desprezar a futura herdeira por aquela vampira piolhenta.Caminhou até o cavalo, montou e partiu com uma pequena escolta.— Recolham o acampamento, partimos assim que eu voltar! — ordenou a um de seus homens enquanto galopavam saindo pela floresta em direção à planície.Ficou surpreso ao ver de longe Dracomir com apenas um homem ao lado.À medida que se aproximava e as rajadas de vento batiam, mais o general lobo franzia as sobrancelhas.A alguns metros, parou com sua escolta de quatro homens.— Como você ousa vir ao meu encontro com um vampiro imundo?!
280. ILUSÕES E REMORSOS
NARRADORAFrederick caminhava alheio ao perigo pelo caminho guardado por árvores retorcidas e feias.Esse era seu mundo interior, uma espécie de bosque encantado e macabro, como ele.No fim do caminho, esperavam-no uma mesa, uma cadeira, alguns documentos e, o mais importante, outra caixa que guardava sua relíquia preciosa.Mas, mal levantou a tampa e esticou os dedos, um aroma diferente o alertou.Passos pararam por perto; alguém estava às suas costas.Como é que não conseguiu detectar isso antes?!Sem perder um segundo, pegou aquele rosto horrível, que abriu os olhos cheios de agonia, e o colocou no próprio rosto.Virou-se de supetão, sentindo a dor percorrê-lo quando sugavam seu sangue.Era horrível, todas as sensações que experimentava, mas, se alguém conseguiu descobri-lo tão rápido, então era poderosa.— Quem é você e como entrou onde não foi convidada?! — a voz de Frederick tentou soar poderosa, embora fosse uma mistura de tons femininos.Ele observou, meio em pânico, a bela mu
281. UM JOGO OU UMA PROVA?
NARRADORAFrederick deveria estar eufórico, estava a ponto de acabar com a ameaça!Sua mão tremia agarrada ao punhal que erguia no ar, aquela mulher tinha começado a chorar feito uma idiota e não reagia.Tudo poderia ser perfeito… no entanto, ele estava assustado como nunca em sua vida.Porque a máscara em seu rosto gritava de puro terror, porque sentia que aquele feitiço de ilusão não tinha nada a ver com a invocação de suas bruxas.E o pior de tudo, por causa da sombra de um homem parado atrás daquela mulher.Só se vislumbravam uns olhos dourados que brilhavam em meio a tanta escuridão.Podiam até ser fascinantes, mas para ele pareciam uma abominação, uma besta esperando para arrancar-lhe a cabeça.Compreendeu que nada daquilo vinha de sua máscara maldita, que o poder de tantas feiticeiras não era nada diante do verdadeiro marionetista.Seu braço, que dava a sensação de pesar toneladas, ia baixando lentamente, manejado pelos pensamentos daquele homem.As vozes femininas em seus ouvi
282. RESULTADOS INESPERADOS
NARRADORAFrederick levava as mãos ao rosto, enlouquecido.Quando a máscara foi triturada entre os dedos de Lavinia, seu próprio rosto ficou exposto.Horripilante, queimado, marcado, com as feições irreconhecíveis.Bolhas inflamavam-se na pele avermelhada e explodiam cheias de pus, deixando uma fetidez insuportável no ar.A infecção maldita descia pelo pescoço e começava a cobrir o corpo como uma praga.O cabelo caía em mechas e até o couro cabeludo apodrecia junto.—Maldita bruxa, tudo isso é culpa sua… sua culpa! —a mente de Frederick não estava bem, toda a loucura ficara dentro dele.Sofria demais enquanto seu corpo se encolhia de dor.Não tinha nada a perder, então saltou sobre Lavinia para acabá-la antes de morrer.A levaria com ele em um último ataque suicida.“Electra, reage de uma maldita vez por completo!”Lavinia gritou para seu espectro, que de novo olhava atordoada.A visão de Electra não era a mesma que a de Lavinia. Ela ainda achava que via César a atacá-la.Apesar de sa
283. SEMPRE CUIDEI DOS SEUS PASSOS
NARRADORA—Não, claro que não! —Laziel exclamou, saindo da imagem imperturbável que sempre mostrava.—. Eu sabia que você podia controlá-lo, meu amor, você nunca esteve em perigo, Lavinia…—Claro, porque você armou a prova, mas mesmo assim ficou vigiando para ver se eu pisava na bola… Confiava ou não confiava em mim?… E não encosta em mim!Ela bateu na mão dele quando ele a estendeu para acariciar seu rosto.Lavinia viu pela primeira vez uma fissura na perfeição do seu macho enquanto ele recolhia a mão lentamente.Algo não saiu como ele planejou.—Lavi…—Diga Lavinia, porque agora esse diminutivo está me irritando bastante —contra-atacou sem piedade, observando como os músculos da mandíbula de Laziel se contraíam com a tensão.Os olhos dele mostravam tormentas que Lavinia nunca tinha percebido até agora.—Eu fiz isso para te fortalecer; ao seu espectro faltava motivação, você lhe deu um motivo para ficar e te obedecer… Obedecer de verdade, sem resistir.Laziel explicou lentamente o qu
284. NÃO IRRITE A ESPOSA
NARRADORALavinia estalou a língua como se ainda estivesse brava, sentindo-o se tensionar de novo em suas costas.Isso lhe dava uma curiosidade mórbida, ao vê-lo tão obediente e comportadinho.—Entendo suas razões e até soa doce com todas essas histórias do passado… —a voz feminina soava indiferente.—Mas isso não tira o fato de que você me moveu como um peão, planejando até mesmo antes de chegar aqui.—Lavi…—Lavinia. Ainda não sei se te perdôo. —Laziel fechou os lábios com força ao ouvi-la, um pouco arrependido de suas decisões.Lavinia nunca tinha ficado tão brava com ele, não de verdade.Fixou intensamente os olhos nas ondas suaves de cor castanha, seu cheiro era embriagante, doce, delicioso.Mas odiava que ela quisesse se afastar dele. Precisava dela como precisava respirar.—Sinto muito, não foi minha intenção… —repetiu.Podia contar nos dedos as vezes que havia pedido desculpas em sua vida.Suas mãos se apertaram ainda mais quando ela tentou se separar.Ele se agarrou à cintura
285. ORGULHOSO NETO DO REI LYCAN
NARRADORAE não querê-la significava que Electra vagaria de novo sem uma âncora, desapareceria algum dia, ou Laziel a faria sumir de uma vez. Aqui e agora.—Aceito e desta vez não lutarei nunca mais contra você; só tenho uma condição —Lavinia a viu apertar ainda mais a mão daquele espectro tão bonito.Ela era bem sombria de personalidade e fria. Ele ensolarado, mesmo sendo um espectro formado do ressentimento.Dois seres tão diferentes e ao mesmo tempo tão compatíveis.—César vem comigo, para sempre. Ele também será seu espectro contratado; pode nos chamar para lutar por você —disse com segurança.Lavinia, na verdade, não se surpreendeu tanto. Não depois da confissão de Laziel.Esse era o resultado que ele buscava.Percebeu que Laziel também alimentou com seu poder a César para torná-lo mais forte, por isso ele recuperou sua forma corpórea.Lavinia sentia em todo momento a presença de seu macho em suas costas, de maneira protetora.Se dissesse que não se comovia, seria mentira.—Está
286. MINHA ALMA SEMPRE FOI SUA
NARRADORAA magia dele a chamava enlouquecida, predadora, ansiosa.—Posso ser selvagem, calculista, brincalhão ou sério… posso ser o que você desejar, enquanto prometer que vai ficar comigo para sempre.O tom baixou para uma vibração ainda mais rouca.—Me dá tua alma, Lavinia, deixa eu devorá-la e protegê-la dentro de mim. Nada nem ninguém vai te ferir jamais.Esse pedido soava escuro demais, perigoso e tentador.Um trato pior que o que havia feito com Electra.Um pacto de vida ou morte, de eternidade atada a ele… não parecia nada mal.Uma corrente faiscante de alegria vibrou por todo o corpo de Lavinia, mas ela estava disposta a fazê-lo implorar por um tempo.Por enquanto, começou a usar o poder que Electra lhe havia entregue.—Você é um garotinho jovem demais, principezinho —a venda nos olhos de Lavinia foi se aclarando enquanto se aproximava para lamber-lhe o pomo de Adão, lenta e provocadoramente.Sentiu o estremecimento ao engolir e a dureza em sua virilha; o corpo inteiro de Laz