All Chapters of O Rei Lycan e sua Tentação Sombria: Chapter 751
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267. DESTA VEZ, SEREI O PROTAGONISTA
MARIUSDesde que aproveitamos a luta no feudo dos lobisomens para escapar, não paramos um segundo.Avançamos até a noite em direção ao feudo dos vampiros, onde montamos um acampamento por perto.Meus planos eram muito claros, mas agora tudo foi pro inferno.Mesmo assim, ainda tínhamos uma feiticeira para entregar e muitas mentiras, porque, sinceramente, uma bruxa moribunda não era grande coisa.Mas essa garota conhecia os segredos daquele cristal misterioso e quem sabe mais o que de útil.Porém, fugindo às cegas, demos de cara com as encostas de umas montanhas.— Nos desviamos do caminho para os vampiros, porra, Edgar, não vai dar tempo! — minhas palavras saíam aos trancos.Olhava para trás e achava que via olhos mortos já surgindo da escuridão. Estávamos entre a floresta e a parede rochosa.— Uma caverna! Acho que vejo um buraco ali…!Edgar apontou com a cabeça para um ponto estreito. Nem sabíamos se passaríamos por aquela gruta apertada, mas não havia outra escolha.— Tenho que baixá
268. VOCÊ É PARTE DA MINHA FAMÍLIA
NARRADORAVictoria torceu a boca ao dar a informação ao pai.Por causa da guerra interna deste maldito continente, eles não tinham conseguido consumar sua marca.Os outros lobisomens buscavam uma aliança com Dracomir porque precisavam de informação e temiam o poder de Frederick.Já não obrigavam Draco a se casar com a filha do outro Lorde, mas também não aceitavam uma vampira como Luna da matilha.Dracomir não podia lutar contra os vampiros e os lobos ao mesmo tempo como inimigos, nem mesmo com o exército de Victoria.Até os mortos-vivos tinham prazo de validade se recebessem ataques demais.Além disso, Frederick estava prestes a aparecer com algum dos seus truques; não podiam perder tempo, precisavam de mais aliados. No fim, ainda não podiam oficializar o título de Victoria, apenas por estratégia.— Esse sujeito traiçoeiro foi com os vampiros?… Não entendo… — Zarek ergueu uma sobrancelha interrogativa.— Frederick sabe que o Lorde Lobo do outro feudo é muito desconfiado; descobriria
269. OS MELHORES ALIADOS
NARRADORA Zarek bufou ao vê-lo se aproximar do abraço familiar e se encostar por trás de Victoria. —Pra ficar grudado você é bom, mas nem conseguiu marcar minha filha… inútil… —Eu estava prestes a fazer isso quando você nos interrompeu no escritório —as pupilas de Dracomir mudaram para lupinas. Os dois se encararam de frente, com as mulheres no meio. O príncipe ia abrir a boca, mas uma tosse de Celine o fez ficar em silêncio, com os lábios fechados. Dracomir, por sua vez, recebeu um beliscão esmagador na coxa, cortesia de sua fêmea. Ainda assim, os olhos de Zarek anunciavam um assassinato nas sombras, talvez enquanto certo Lorde dormia… ao lado de sua filha. Um rosnado de advertência foi tudo o que recebeu do lobo de Draco. O futuro prometia ser… interessante e sangrento. ***** Enquanto as fêmeas continuavam se abraçando e já escolhendo até o nome da próxima bebê, Zarek interceptou o indesejado genro. —Me diga, pra onde mandaram meu general? —perguntou sem um pingo de educa
270. UMA MULHER QUE SABE O QUE QUER
MERIDIANAEsses dias de volta à minha cabana de origem, perto do meu antigo clã, me trouxeram muitas lembranças da minha vida.A morte de todas as minhas irmãs e da minha mestra me ensinou coisas valiosas, mas as mais importantes:Perdoar. Porque admito que, no fundo do meu coração, eu odiava muitas delas por me tratarem tão mal e me discriminarem.Nunca quis machucar ninguém, não é culpa minha se a minha magia era tão sombria.Mesmo assim, enterrei esse rancor junto com seus corpos e fiz as pazes com meu clã.A outra coisa que aprendi é que a vida é curta demais para perdê-la com medos e inseguranças.Rousse pensa que ele é o único que tem algo a perder, mas desde o começo, eu também tenho medo de não ser suficiente para ele.Por isso não vou esperar mais e sei que ele me respeita demais e sempre se reprime pensando que está me pressionando.Tomei minha decisão, vou ser corajosa como Victoria.— Esses são os momentos em que eu gostaria de poder me ver — aperto as mãos contra a saia d
271. TUDO EM MIM, TE PERTENCE
MERIDIANAA brisa da tarde-noite soprava sobre a pele que eu ia desnundando.Diante de seus olhos intensos, comecei a soltar os nós frouxos do vestido, sentindo-o deslizar pelo meu corpo e se amontoar sobre meus pés.Eu não usava nada por baixo e me mostrei nua diante dele, resistindo ao impulso de me cobrir, mas eu ansiava por isso.E não precisava vê-lo para saber que me desejava; sua respiração ficou mais acelerada, como se eu realmente lhe tirasse o fôlego.Ele engolia seco e umedecia os lábios; ficou tão quieto que nem a água se movia um pouco.Saí dos babados do vestido enrolados nos meus pequenos pés e avancei até a beira, mostrando a ele o corpo que nenhum outro homem jamais tinha visto.— Não vai… me ajudar? — sussurrei, com o calor subindo pelo meu pescoço.De pé, na entrada da piscina.A água finalmente chapinhou e a presença enorme de Rousse se aproximou de mim.Minhas mãos foram tomadas pelas rudes dele e colocadas com gentileza sobre seus ombros. Inclinei-me para a frent
272. MEU PRESENTE MAIS PERFEITO
ROUSSESinto que toda a injustiça da minha vida se apagou com o presente da linda fêmea se contorcendo sobre o meu corpo.Não consigo parar de acariciá-la, minha boca devora seus lábios macios, bebendo de seus gemidos entrecortados.Sinto o calor de sua vulva aberta massageando meu pau com os movimentos inexperientes de seus quadris cavalgando sobre mim.Minhas mãos rudes apalpam e amassam suas nádegas tensas, movendo-a para que se esfregue mais rápido, com um ritmo que nos deixa bem excitados.Adoro o vibrar de seu corpo, o aroma doce que seu cuzinho exala, o sabor de seu suor, de seus seios que agora devoro.Desde que a vi saindo do quarto como uma maçãzinha apetecível, só sonhei em devorá-la.Abro a boca e chupo essas aréolas franzidas, circulo minha língua e dou leves toques ao redor.Mnnn, coloco-as inteirinhas na boca e sugo, enquanto minha fêmea geme sobre minha cabeça.Suas pequenas mãos envolvendo minhas costas e arranhando meus músculos estão me enlouquecendo.Essa flor virg
273. MEU RENASCER
ROUSSEEnquanto nossos lábios se entrelaçam, apoio um cotovelo ao lado da cabeça dela para me erguer.Embaixo, minha outra mão foi acariciar meu pau, para cima e para baixo, sentindo todas as sensações que só ela pode me dar.A ponta grossa desliza entre os lábios vaginais molhados e meus quadris tremem para a frente, não aguento mais…— Meridiana, eu te amo, vou fazer de você minha mulher. Serei seu homem e vou cuidar de você, para sempre… — minha boca confessou sobre a dela, entreaberta em suspiros curtos.Comecei a empurrar lentamente, sentindo a pequena resistência daqueles lábios apertados.— Mnnn — ela gemeu contra minha boca quando a beijei, acariciando seus quadris, colocando suas pernas ao redor da minha cintura enquanto eu me afundava no prazer da vida e da luxúria.O grito abafado de Meridiana e um líquido mais suave molhando minha glande me disseram que eu havia rompido sua virgindade.Ela me pertencia, era totalmente minha, tinha me escolhido.Empurrei devagar, com um rit
274. UMA FAMÍLIA PECULIAR
NARRADORAQuando o sogro pediu que o acompanhasse para o lado de fora, Dracomir o seguiu pensando que iam brigar ou algo do tipo.Victoria tinha levado a mãe para descansar em um dos quartos principais.Então lá estava ele, parado sobre as muralhas, olhando para o amplo vale e a floresta além que delimitava suas terras.O que estavam esperando?— Por que ainda há proteções contra vampiros se as bruxas morreram?Zarek lhe perguntou de repente sobre a barreira que ele havia atravessado ao chegar e surpreendê-los…Melhor nem lembrar. Se pudesse lavar os olhos com ácido, já teria feito isso.— Meridiana ativou as runas antigas que o clã dela deixou aqui na fortaleza; ela não é tão poderosa como antes, também não afetava os vampiros no interior — Dracomir respondeu olhando para a floresta.— Mas pelo menos nos avisa quando um vampiro tenta acessar a fortaleza… embora eu veja que não serviu de muito — entortou a boca.Para ele também não foi nada agradável o sogro encontrá-lo chupando a boc
275. O JOVEM É O MAIS PERIGOSO
NARRADORA— Zarek, a Victoria está bem? — Aldric quebrou a cena estagnada.— Sim, venham, vamos falar lá dentro. Onde deixaram as Selenias e os demais? — perguntou, caminhando para o interior com Dracomir guiando.— Quando nos transmitiste que as coisas não eram graves, deixamos todos para trás para descansar, e principalmente o insuportável do Silas; você sabe como ele é estraga-prazeres e violento…Laziel nem se mexeu com os insultos do avô ao pai. Para Aldric, nem ter feito seus três netos era façanha suficiente.No fim, foi a filha quem os concebeu e os aguentou por nove meses. Sua Sigrid era a melhor.— Fechem todas as fronteiras desde o povoado vampírico, ninguém entra nem sai! — Dracomir ordenou ao seu Beta.Esses eram seus melhores aliados e seu fator surpresa; ele não queria vazamentos.O Lord ia levá-los à sala de guerra, mas Zarek disse que era melhor ir à biblioteca.Que tipo de enfrentamentos se planejavam com bourbon e diante do fogo?O Lord dos lobos logo descobriu que
276. GUERRA E BANHO QUENTE
NARRADORANinguém tinha se mexido alarmado ou ativado defesas.Essa mão horripilante serpeou para cima, enfiando-se de novo pelo buraco negro, que ia se fechando no teto.Uma risada monstruosa se ouvia do outro lado e Dracomir achou ver olhos olhando para ele através da abertura rasgada.O pelo inteiro do corpo se arrepiou.Isso era feitiçaria negra, e pior que os mortos revividos da Victoria ou os truques do Frederick.— Não subestime o Laziel só porque o vê mais jovem e fique tranquilo, esse traidor está com as horas contadas — o sogro vampiro lhe garantiu.As pupilas surpresas de Draco se moveram para o garoto, que levantava como um gato preguiçoso do parapeito.— Vou tentar trazê-lo vivo para que se vinguem, ou façam o que for que vão fazer — disse com calma, olhando para Dracomir com olhos dourados cheios de frieza.Draco se deu conta de que não podia subestimar ninguém dessa família.— Deixo então a teu cargo — respondeu com seriedade, tentando recuperar um pouco a pose.— Bem.