All Chapters of O Rei Lycan e sua Tentação Sombria: Chapter 821
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337. O PLANO DEFINITIVO DA CASAMENTEIRA
NARRADORA—Não vou fazer nada, eu não daria esse desgosto à minha fêmea —Fenrir confessou acariciando o dorso da mão feminina com o dedo.—. Se ele acha que não sou suficiente para a Abigail, a gente resolve como dois guerreiros, no campo de luta e fazendo ele comer poeira.—Fenrir! —Abigail olhou para ele e depois para o pai.Com o quanto Hakon era orgulhoso e guerreiro, com certeza iria se irritar.Mas o Alfa do pântano só ficou olhando para ele por alguns segundos, enquanto Fenrir sustentou o olhar desafiador.Hakon tinha que admitir que esse garoto tão direto gostava dele mais do que planejou no início.Seu jeito de ser era muito parecido com o dele.Abigail estava suando aos borbotões e, quando viu sua mãe se aproximar com toda a comitiva, quase gritou por ajuda.—Aceito a luta, mas sei de sobra que você pode proteger o corpo dela. O que me preocupa não é isso… e sim se vai fazer o mesmo com o coração —Hakon respondeu finalmente.De forma incrível estava mais relaxado do que Abig
338. VAI SER MEU HOJE
NARRADORAEnquanto eles achavam que só carregavam uma velha caprichosa, Dalila os levava exatamente para onde queria.—Bom, a gente espera você aqui. Ou também precisa que eu segure enquanto você faz xixi? Agr! —Fenrir teve que dar um passo para trás para desviar a bengalada.—Garoto atrevido… você se salva porque é de uma raça forte e vão nascer Centurias melhores. Só por isso eu te aguento…Foi resmungando, caminhando e se enfiando no bosque.—Não se afaste muito, vovó, que pode haver perigo! —ainda assim Fenrir gritou genuinamente preocupado.Mas não recebeu resposta e o silêncio, um pouco incômodo, se fez na margem enquanto esperavam.À medida que os minutos passavam, Abigail ficava ansiosa e Fenrir franzia o cenho.—Vamos procurá-la —ele pegou a mão de sua Centuria e a levou com ele, seguindo o rastro do aroma da senhora.Fenrir estava preocupado que algo tivesse acontecido, mas Abigail já tinha certeza de que aquela anciã tramou alguma coisa.E de fato, afastando a vegetação, ch
339. UMA VIRGEM MUITO DISPOSTA
FENRIREu podia ser lento para muitas coisas, mas não para a sedução feminina e menos ainda para as tentativas desajeitadas e carinhosas da minha companheira destinada para me atrair.Se nem precisava fazer muito, a condenada.Jamais pensei que ver um pouco além das panturrilhas de uma mulher me deixaria o pau tão duro.Então me cansei de fingir ser o cavalheiro que eu não era.Quando Abigail se virou com o pretexto de que eu a ajudasse a soltar um pouco as fitas na parte de trás do espartilho… fui direto a despí-la de verdade.Meus dedos se enfiaram entre o tecido macio enquanto eu me inclinava atrás das costas dela.O cabelo vermelho-fogo repousava de lado, sobre seu ombro delicado.Tudo na minha fêmea era tão delicioso e o cheiro que ela exalava me deixava descontrolado.Abaixei a cabeça e aspirei o aroma da sua nuca.Minha língua saiu para lamber a frágil coluna.Os dentes do meu lobo coçavam para se cravar nessa carne tão tenra.Grunhi baixo, ouvindo o ofego sair da sua boca.Min
340. CALIENTE... ES MAS RICO.
FENRIREntendi muito bem por que Abigail se sentia desconfortável, mas não parei.Minha boca se afundou ainda mais, aberta como um predador e beijando apaixonadamente sua vulva.A língua de Gale se movia como faria o meu pau, dentro e fora, dilatando para o que viria depois.Possivelmente, acabei rompendo o hímen dela, mas era melhor assim. Menos doloroso do que rasgá-lo com meu pau ereto.Meu cabelo foi puxado por aquela mãozinha linda e a pélvis de Abigail martelou contra meu rosto.Suas coxas tremeram com o gemido forte que abandonou seus lábios.Lava ardente se derramou na minha boca quando ela gozou bem gostoso com minha chupada profunda.Engoli e buftei com vapor saindo do meu nariz.Tão quente que minha magia selênica se mobilizava constantemente para submetê-la.Enquanto eu bebia dela, meu pau pingava sobre a manta, tão duro que cada roçada contra o tecido áspero parecia sensível demais.Me ergui engolindo, me lambendo, com meu lycan aparecendo nas minhas pupilas.Vendo minha
341. UM HOMEM DOMINANTE
NARRADORAUM MÊS DEPOIS…O vento frio da noite açoitou o cabelo escuro de Theron.Seus olhos, frios e afiados como os do pai, Elliot, o atual Regente do Reino Elemental, miravam as montanhas ao longe.Os antigos Duques de Everhart agora eram os que controlavam cada pedaço de terra neste reino que um dia esteve oculto e protegido pela escuridão.O retumbar dos cascos do cavalo sobre a relva da floresta golpeava em seus ouvidos.O animal galopava vigoroso sob a luz da lua, levando-o a explorar os terrenos extensos ao redor do seu ducado.Pura liberdade era o que sentia o espírito de Theron, mas sempre controlando com mão férrea as rédeas, do mesmo modo que fazia com seu destino.Como um lycan, nascido de uma fera e de uma feiticeira, o poder corria por suas veias e, desde que nasceu, as responsabilidades pesavam sobre seus ombros.Ao contrário de suas irmãs, Theron gostava da burocracia, do embriagante domínio sobre a vida dos demais, mas dias como hoje ansiava apenas por se deixar leva
342. UM LUGAR MISTERIOSO
NARRADORACaindo das alturas e submersa nos braços masculinos fortes, a robusta lycan fez sua mudança para uma mulher curvilínea e linda, porém muito menor.Seu parceiro envolveu-se sobre ela como um manto de proteção.Já viam o chão se aproximar com rapidez, assim que ambos os lycan prepararam seu corpo e todos os seus instintos de feras superiores.¡BAAAM!Os poderosos músculos das patas potentes explodiram ao cair de pé, levantando terra e detritos por toda parte.Ainda assim rolaram pelo impulso, arranhando o pelame e ouvindo o estalar dos ossos.Beof ficou pior porque sua prioridade era proteger sua companheira, mas Theron logo se estabilizou.Quando conseguiu se erguer e caminhar até o canto onde viu a sombra do cunhado, um aviso retumbou em sua mente.“Espere, ela está nua”, ouviu a voz de Beof e seus movimentos bloqueando Mara.Theron quase lhe rugiu com aborrecimento.Ainda não entendia essa veia obsessiva de possessividade.Amara era sua irmã e a tinha visto nua incontáveis
343. OS FILHOS DO DUQUE
NARRADORATheron segurou o corpo robusto da leoa e se sentou, carregando-a sobre suas grossas pernas.Seus olhos bestiais se fixaram numa mancha de sangue no chão. Vasculhando, encontrou que ela tinha um ferimento de um lado da cabeça."Pelo menos a hemorragia parou", murmurou entre dentes, com o peito apertado de preocupação, apalpando o fluido seco.Por que estava tão ansioso para salvar esse animal?"Kham, você sente algo especial?", Theron perguntou ao seu lobo enquanto passava as mãos rudes de lycan, vasculhando por todo o pelo dourado.Ela tinha hematomas e talvez algumas fraturas da queda tão violenta."É confuso… sinto que ela é especial de alguma forma, mas não consigo ver dentro dela… cheira gostoso, eu gosto de gardênias."O próprio Theron se viu afundando o focinho no pescoço peludinho e aspirando profundamente.O cheiro cremoso e perfumado invadiu seus sentidos, fazendo formigar cada poro da sua pele.Theron franziu a testa; sabia que havia outros continentes com criatura
344. A MULHER NA ÁRVORE MALDITA
NARRADORAEles se viraram para encontrá-la saindo de uma brecha aberta no ar, como uma ferida rumo à escuridão.Atrás dela, seu macho tenebroso também a acompanhava."Theron e Laziel na mesma sala… que divertido", desta vez Amara falou apenas para a mente de Beof.—Que te aconteceu? —a tensão se desfez de imediato quando Lavinia viu a irmã ferida.Ela se aproximou para examiná-la com preocupação.—Não se preocupe, Lavi, foi só uma bobagem. Beof já me deu do sangue dele, vai sarar rapidinho. É que caímos aqui por acidente… —a alma de Amara se sentia aquecida pelas mãos da irmã, examinando-a por todos os lados.Lavinia era como a segunda mãe de Amara e Theron.Beof teve que se inclinar um pouco porque Lavinia não alcança nem ficando na ponta dos pés.—Bem… me assustei um pouco porque você nunca me convoca —confessou a feiticeira.Atrás dela, Laziel já tinha se movido pelo recinto e algo chamava poderosamente sua atenção: a árvore maldita.—O irmão também caiu conosco nesta armadilha, pr
345. UMA LEOA DE ESTIMAÇÃO
NARRADORABeof ficou olhando por um momento para a árvore. Achava tê-la visto em algum lugar; talvez a estivesse confundindo com alguém… não ficava claro…—Você a conhece? —Amara perguntou."Não… não sei, talvez quando lutei neste continente… não me lembro direito", Beof confessou, mas logo esqueceu porque também não era algo que lhe importasse demais.Laziel se afastou com Lavinia para abrir um portal especial rumo ao castelo de Victoria e Drakomir."Por que você não disse ao seu irmão que o que ele carrega nas mãos não é um bichinho de estimação, e sim uma mudaformas?", Laziel sussurrou na mente de sua fêmea.Parado de lado, deixando-a executar sua magia."Você viu como ele a carrega para todo lado? Theron não é muito carinhoso, digamos. Então, vai saber… talvez tenha encontrado uma surpresinha. Portanto, boca fechada."Os olhos belos de Lavinia se estreitaram para seu macho, que a fitava intensamente e encostado a uma parede.Ao príncipe sombrio, a veia mandona da sua companheira d
346. CHUPADAS QUE ENLOUQUECEM
THERONPassei quase o dia todo procurando coisas úteis para um acampamento.Tinha o pressentimento de que minhas irmãs andavam aprontando das delas.Que, desde o ventre, recebi os chutes inquietos de Amara e sabia muito bem do que ela era capaz.A tarde ia caindo e, com ela, a luz do sol ia embora.Subi à superfície só para ver que estávamos no meio de uma floresta intrincada.Consegui juntar algumas folhas grandes e capim seco; com isso fiz um ninho decente na caverna e consegui acender um pequeno fogo.Apesar de ter crescido cercado de papéis e aprendendo a dirigir o reino, ao contrário do que minhas irmãs achavam, eu não era nenhuma mariposa.Meu pai me ensinou a sobreviver e a lutar como a minha raça. Os conselheiros reais também.Todos os lycans carregávamos a selvageria nas veias.Transformado na minha forma elemental para economizar energias, me recostei na parede do fundo com minha linda leoa sobre o corpo.Eu não conseguia parar de acariciar o pelo macio.Algo nos unia a ela