All Chapters of Vendida ao Sheik: Chapter 311
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Capítulo 175
BrunaAmir comprou tanta comida que parecia que estávamos esperando um batalhão de convidados. Olhei para as sacolas e para as caixas empilhadas na cozinha, tentando conter minha preocupação. Ele tinha prometido que seria uma noite íntima, apenas para celebrar a descoberta do sexo do nosso bebê. Mas algo me dizia que eu deveria esperar de tudo — menos calma.— Amor, preciso que você me ajude a colocar os refrigerantes para gelar — ele disse, entrando apressado pela porta, já com o celular no ouvido e uma lista de coisas para resolver. — O pessoal do serviço vai trazer gelo daqui a pouco. Pedi para deixarem no hall do edifício.— Amir, por favor, me diga que você não transformou o jantar de comemoração em uma festa para o bairro inteiro. — Cruzei os braços, mas tentei manter o tom leve. Eu realmente queria aproveitar aquela noite sem stress.Ele sorriu, desviando o olhar.— Só chamei os amigos mais próximos, família… e talvez o grupo
Capítulo 176
ViyanA raiva continua queimando em mim, e tudo em volta parece mais frio, mais cinza. O hospital privado em Dubai é silencioso, mas minha mente está barulhenta, cheia de lembranças do que aconteceu com Sahir. Ainda dói, por fora e por dentro. Minhas mãos estão marcadas, minha boca seca, e cada vez que fecho os olhos vejo a cena se repetindo, como se eu pudesse mudar alguma coisa.Minha mãe não parou de falar desde que chegamos. Layla sempre foi rígida comigo, mas hoje a voz dela parece mais dura, mais amarga. Ela está decepcionada e não esconde isso. Fica olhando para mim como se eu fosse uma criança teimosa.O pior de tudo é o jeito que todos, absolutamente todos, parecem justificar Sahir. Dizem que ele estava defendendo uma mulher grávida de Pashir. Dizem que eu perdi a razão, que fui longe demais. Mas ninguém diz isso quando é com os outros. Khandra tem dois filhos e foi embora com Pashir, ninguém falou nada. Mas quando sou eu, tudo é um escâ
Capítulo 177
BrunaA rua em frente à nossa casa estava completamente tomada. As luzes decorativas refletiam nos carros de luxo estacionados ao longo da avenida, e a música ecoava entre as fachadas elegantes das mansões vizinhas. Parecia a celebração de alguém extremamente importante. E, de certa forma, era.Toda hora alguém erguia uma taça e fazia um brinde à minha filha. “À princesa!”, “À pequena Lavínia!”, “Que venha com saúde!” — e eu olhava para Amir como se perguntasse silenciosamente: em que momento um jantar íntimo virou isso?A festa estava divertida, não posso negar. As pessoas estavam felizes, havia música ao vivo, garçons circulando com bandejas e uma mesa farta de comida árabe e internacional. Mas não era exatamente o que eu tinha imaginado quando falei em algo íntimo.Só que, bem… se já estamos no meio da tempestade, não adianta reclamar da chuva.Quando percebi, eu já estava rindo e dançando no meio da roda com Amir, sendo puxa