All Chapters of Prazer sem limites: Sob o domínio do meu chefe.: Chapter 171
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Raiva que virou paixão
— Eu me envergonho muito do que fiz, pai. E o senhor tem razão. Tenho sorte da Bianca me perdoar, e é por isso que estou pensando em alugar um apartamento até a casa que herdei do meu avô ficar pronta. — É claro que eu queria que ficasse aqui conosco, mas se achar que é melhor assim, por mim tudo bem. Depois, ele e o pai conversaram sobre outros assuntos, e Fernando o deixou descansar, indo até Bianca, pois precisava ser sincero com ela e falar que Alice estava ali. De uma coisa ele estava determinado a mão deixar que Alice e que nenhuma mentira destruísse seu casamento com Bianca ,pois ela e sua filha era a razão da sua vida. Como seu pai mesmo falou ele sempre foi do tipo ,festeiro ,um verdadeiro playboy nunca se apegou a mulher nenhuma e nunca se apaixonou ,por isso ele terminou na época com Alice ela estava se tornando muito obsessiva e com a ideia fixa que iria se
"Você é meu ,só meu "
movida pela excitação e o desejo por ele ,Bianca o empurrou até que ele caísse sentado na cama. Subiu em seu colo, montando-o com firmeza, os joelhos afundando no colchão de ambos os lados de suas pernas. A fricção dos quadris dela contra a ereção dele o deixou sem ar por um segundo. — Porra, Bianca... — ele gemeu, jogando a cabeça para trás, os dedos apertando sua cintura. — Você é tão mandona, e eu amo isso. É por isso que sou completamente louco por você. Ela sorriu com aquele ar de mulher que sabe o efeito que tem sobre ele e puxou a camisa que ele usava, expondo o peito bronzeado e definido. As mãos deslizaram por seus músculos com reverência e desejo, até alcançar a tatuagem que cobria seu ombro e se estendia até o antebraço. Ela a traçou com a língua, provocando arrepios por todo o corpo dele. — Tira tudo, agora — ela ordenou. Fernando obedec
Conhecendo o sogro
— Hum… bom saber — ela provocou, mordendo o lábio inferior dele com carinho. — Porque isso exatamente que espero de você. Eles terminaram o banho em silêncio confortável, apenas trocando olhares, toques e risos baixos. Bianca saiu primeiro, se enrolando no roupão branco felpudo, indo até o closet. Fernando veio logo atrás, vestindo o próprio robe. Enquanto ela procurava uma roupa elegante, ele a observava, admirando cada movimento. — Aquela piriguete pensa que eu não sei que ela só está aqui porque sabia que viríamos hoje para cá. Não vejo a hora dela ir embora — disparou Bianca, impaciente, pegando um vestido azul de corte justo. Fernando suspirou. — Sinto muito, amor… mas a Alice e a tia Rosana não estão só de visita. Elas vão ficar por aqui até meu tio voltar da viagem. Bianca girou nos calcanhares, os olhos arregalados. — O quê?! Você só pode estar brinca
cara a cara com Alice
Com a partida de Fernando para o estaleiro, Bianca decidiu aceitar o convite de dona Célia para conhecer melhor a cidade e acompanhá-la em algumas compras. Queria distrair a mente, e, acima de tudo, mostrar que era forte — por mais que a presença de Alice naquela casa ainda fosse um espinho cravado fundo em sua tranquilidade. As duas passaram a manhã explorando lojinhas charmosas e boutiques elegantes. Célia, sempre empolgada, fazia questão de encher Bianca de presentes — “é para minha nora e minha netinha!”, dizia com os olhos brilhando. Depois de horas andando, pararam para tomar um suco na praça de alimentação de um shopping. Bianca tirou os óculos escuros e soltou um suspiro, aliviada por finalmente sentar. — Bianca — começou dona Célia, em um tom mais baixo, quase tímido. — Eu queria te pedir desculpas… por ter hospedado a Alice na minha casa, mesmo sabendo de tudo o que aconteceu entre ela e o Fernando… quando vocês
inseguranças
Bianca entrou no quarto com passos firmes e o coração latejando de frustração. Atirou as sacolas sobre a poltrona e sentou-se à beira da cama, tentando processar tudo o que acabara de ouvir. “Será que Alice tinha razão?” — pensou, sentindo um nó apertar sua garganta. Por mais que soubesse que Fernando a amava, era impossível ignorar que ele ainda era um mistério em tantos aspectos. Havia buracos enormes na história dele, no passado que ele evitava tocar — e isso a corroía por dentro. Lembrou-se de quando dona Célia comentou, com certo pesar, que Fernando tinha um irmão gêmeo — algo que ele nunca sequer mencionou. Um irmão que morreu em um acidente… e ele estava ao volante. Aquilo foi o estopim para o afastamento dele com o pai. Bianca engoliu em seco, sentindo-se novamente excluída da vida do homem com quem dividia a cama e o coração. “Como posso confiar plenamente se ele não
Espionando o casal
Bianca sentiu o coração apertar. A raiva quase cedeu lugar à empatia, mas ela permaneceu firme. Ela também tinha as próprias dores. — Eu entendo que seja difícil, Fernando. Mas é justamente por isso que você deveria ter me contado. Porque eu estou aqui. Eu sou sua parceira. Não quero ser só a mulher com quem você transa à noite e cuida da sua filha de dia. Quero fazer parte da sua vida de verdade. Fernando se aproximou devagar, os olhos fixos nos dela. — E eu também quero isso, Bianca. Mas às vezes... às vezes eu não sei se você está aqui porque me ama ou porque ainda não encontrou algo melhor. Ela arregalou os olhos, surpresa. — Como é que é? — Sabe o Rodrigo? Seu último namorado antes de mim... — ele disse, com a voz mais fria. — Nós éramos amigos. E ele me procurou assim que soube que você estava comigo. Bianca cruzou os braços, tensa.
Planos maléficos
Alice encostou o ouvido na porta. Durante alguns segundos, tudo o que ouviu foi silêncio. Silêncio tenso. Chegou a sorrir, satisfeita. Estavam discutindo em silêncio, talvez. Ela se imaginou a felicidade que sentirá no dia seguinte vendo Bianca e Fernando anunciando a todos que irão se separar e ela vai embora com a filha para São Paulo,de onde nunca devia ter saído. Mas então vieram os sons. Primeiro, um murmúrio. Vozes abafadas. Uma discussão, sim. Alice não conseguia distinguir as palavras com clareza, mas reconhecia o tom. Acusações. Defesas. Aquilo a fez sorrir ainda mais. "Exatamente como eu imaginei." Mas, de repente, o tom mudou. Vieram suspiros. Um ranger da cama. E então… gemidos. Alice arregalou os olhos. Chegou a se afastar um pouco da porta, sem acreditar. Mas depois colou a orelha de novo, o rosto tomado por uma expressão de incredulidade e fúria. Gemidos. Altos, intenso
Conhecendo Raul
Bianca desviou o olhar, sentindo as bochechas arderem ao pensar em tudo o que haviam feito ali mesmo, na primeira noite que passaram juntos naquela mansão imponente dos Venturini. A casa agora parecia impregnada de memórias sensuais — cada canto testemunha silenciosa da química incendiária entre eles. Sempre gostou de sexo. Nunca foi do tipo recatada. Mas com Fernando… com ele era diferente. Era insaciável. Ele despertava nela uma fome crua, primitiva, uma necessidade que beirava o vício. Nunca tinha sido ninfomaníaca, mas ultimamente se sentia quase uma. Tudo por culpa daquele homem. Daquela boca. Daquela língua. Daquela voz rouca que a enlouquecia sussurrando obscenidades. E, principalmente, daquele corpo. Tão másculo, tão forte, tão absolutamente irresistível. Quanto mais o tinha, mais o desejava. E por mais que tivessem se entregado um ao outro por horas a fio, por mais que seus corpos estivessem marcados de amor e pr
Aviso
Bianca levantou-se da mesa sem sequer terminar o café. A simples presença de Alice a deixava enjoada, e ela sentia que, se ficasse ali por mais cinco minutos, perderia a compostura. Saiu sem dizer uma palavra e subiu as escadas, determinada a ver sua filha, a pequena Valentina, seu porto seguro naquela mansão cheia de sombras. Raul observou a movimentação com um olhar cúmplice e malicioso. Levantou-se com calma, deixando a xícara sobre a mesa. — Vou ver como está o tio. — Anunciou casualmente, lançando um sorriso discreto para a irmã. Mas seus passos silenciosos o levaram escada acima, seguindo Bianca. Antes que ela alcançasse o quarto da filha, Raul a interceptou no corredor, posicionando-se bem à sua frente. Bianca parou, surpresa. Seus olhos verdes se fixaram nos dele — olhos claros, intensos, que contrastavam com os cabelos castanhos e o porte atlético que ele exibia com naturalidade. Si
Paola
Fernando virou a cabeça lentamente, lançando-lhe um olhar ameaçador. — Por seu bem, espero que não. Porque da próxima vez, eu não vou conversar. E você conhece bem meu limite, sabe que sou pacífico até pisarem no meu calo, você mesmo viu o que fiz em um clube com um cara que se engraçou para o lado da sua irmã na época que namorávamos ,imagina o que farei com quem sem engraçar com Bianca que é a mãe da minha filha e a mulher da minha vida . Raul assentiu, forçando um tom mais humilde: — Eu entendi. De verdade. Não quero criar problemas entre vocês. Você sabe como eu sou… às vezes passo do ponto sem nem perceber. Mas juro que foi só um impulso, nada premeditado. — Impulso ou não... — Fernando replicou, a voz carregada de tensão contida —..não se aproxima dela desse jeito nunca mais, não pense que vou poupa -lo por ser meu primo. Raul respirou fundo e soltou u