All Chapters of Prazer sem limites: Sob o domínio do meu chefe.: Chapter 211
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conhecendo Alex
Ela ficou ali por mais alguns minutos, brincando suavemente com Valentina, fazendo caretas, sorrindo para os olhinhos curiosos que a observavam com tanta inocência O coração dela se aquietava sempre que estava com a filha, e isso lhe dava forças para seguir. Quando Valentina adormeceu, a babá voltou para pegá-la. Bianca depositou um último beijo na testa da filha e saiu do quarto, deixando para trás aquela pequena ilha de paz. O motorista já a aguardava na porta da mansão a levando para o estaleiro. O carro deslizou silencioso até o portão do estaleiro. Bianca observava a paisagem pela janela, mas sua mente estava distante, ainda envolta no calor suave do momento que tivera com Valentina. O coração lhe parecia mais leve sempre que passava alguns minutos com a filha, como se cada sorriso da menina fosse capaz de dissolver as incertezas que a cercavam. Ao descer do carro, respirou fundo o ar levemente salgado vindo do mar, misturado ao cheiro de meta
Suspeitas e incertezas
O olhar que trocavam era quase palpável, como duas lâminas cruzando no ar. Alex não respondeu de imediato, apenas manteve aquele sorriso desafiador, como se estivesse testando até onde poderia ir. Por fim, ergueu as mãos em rendição fingida. Os olhares que se cruzaram eram navalhas. Por fim, Alex ergueu as mãos, fingindo rendição. — Certo, certo… Também tenho compromissos. Mas foi um prazer conhecer você, Bianca. Antes de sair, inclinou-se levemente e piscou para ela, num gesto insolente que fez o sangue de Bianca ferver. Quando a porta se fechou, Fernando ainda encarava o vazio, os punhos cerrados. Bianca respirava fundo, tentando controlar a náusea que o encontro deixara. — Canalha… — murmurou sem se dar conta. — O quê? — Fernando virou-se, surpreso. — Não, amor, o Alex não é um canalha. Pode ser provocador, às vezes passa do limite, mas é um cara legal e um bom amigo.
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visita de Alex
Um misto de raiva e inquietação começou a crescer dentro dele. Parte dele queria ir até Alex naquele instante e arrancar a verdade à força. Outra parte temia que, se fizesse isso, Bianca descobriria que ele estava investigando seu passado, algo que ela sempre tentou manter reservado. Ele suspirou, tentando se conter. Lembrou-se da noite em que Bianca, entre lágrimas, confessou ter pensado que nunca seria capaz de amar de novo. Que sua confiança havia morrido junto com aquele bebê que não chegou a nascer. Era doloroso demais para ela revisitar esse capítulo, e talvez fosse por isso que sempre desviava o assunto quando ele se aproximava desse ponto. Fernando sabia que Bianca escondia suas cicatrizes atrás de uma máscara de força e independência. Mas, por dentro, ela ainda carregava os cacos de uma história mal resolvida. E agora, tudo indicava que aquele passado havia retornado, na forma de Alex, como um fantasma pronto para assombrá-la outra ve
Armadilhas cruéis
Alex inclinou-se para trás na cadeira, como se estivesse confortável demais naquele embate. — Tudo bem, você está certa. — Deu de ombros. — Mas, pelo jeito que falou o nome da Alice, eu senti algo diferente… quase como se estivesse até a protegendo. Vai dizer que, mesmo depois dela dormir com seu marido, ficou amiguinha dela? Ela com aquele rostinho angelical sabe muito bem fazer com que as pessoas sempre achem que no fundo ela é uma boa pessoa , mas é claro que isso não funcionou comigo.— Um sorriso provocador curvou seus lábios. — E aí o houve ? você e o Fernando são aqueles casais moderninhos …e viraram um trisal, talvez?incluindo a Alice na relação ,eu aposto que aquela ordinária bem que adoraria uma relação assim. —Controle seu linguajar, senhor Monteiro e não eu e a Alice não somos amiguinhas ... — Bianca se inclinou para frente, seus olhos brilhando de raiva. — E se quer saber, o mais errado nessa h
Dominado pelo ciúme
Raul sorriu, sentindo a tensão aumentar como se já pudesse ouvir o ciúme crescendo dentro de Fernando. — Excelente, Paola. É exatamente isso que precisamos. Ele vai começar a imaginar, criar cenários na mente dele… e o efeito será ainda mais poderoso do que se víssemos pessoalmente. Paola assentiu, já começando a elaborar mentalmente os detalhes. — Vou coordenar tudo para que pareça casual. Fernando nunca vai desconfiar que estamos manipulando a situação. Ele vai acreditar que é apenas uma coincidência que Alex tenha aparecido na sala da Bianca. Mas no fundo, a dúvida vai corroer a mente dele. — E não se esqueça — continuou Raul, em tom grave, mas com um sorriso de satisfação — cada olhar que ele lançar para aquela imagem, cada pensamento que cruzar sua cabeça, vai nos beneficiar. É exatamente o que precisamos: tensionar a mente dele sem que ele perceba que está sendo manipulado. Paola
Bianca ameaça se separar
Fernando sentiu o chão tremer sob seus pés, a intensidade do ciúme e da raiva batendo forte contra seu coração. Cada suspeita formada em sua mente encontrava resistência na sinceridade dos olhos de Bianca, e ele lutava para controlar a avalanche de emoções que se agitava dentro dele. Fernando sentiu o chão tremer sob seus pés, como se a própria terra estivesse reagindo ao turbilhão de emoções que o dominava. O ciúme corria por suas veias como fogo líquido, queimando cada pensamento, cada sensação, tornando seu coração uma máquina descompassada que batia forte demais, exigindo respostas que ele não sabia como dar. Ele encarava Bianca, e via nos olhos dela a sinceridade mais pura, aquele brilho que sempre o atraíra desde o primeiro momento, e que agora parecia desafiá-lo a confiar novamente. Mas a mente de Fernando, traiçoeira e cheia de medos, não permitia que a confiança florescesse. Cada sombra de dúvida se transformava em tempestade dentro dele, cada silêncio dela, mesmo
A maldade não tem limites
Bianca respirava fundo, tentando organizar seus pensamentos, sua raiva e seu amor pela filha. Cada passo que a afastava de Fernando era uma vitória sobre a insegurança, sobre a dor e sobre a sensação de ser subjugada por um amor que, apesar de intenso, às vezes se transformava em prisão. Fernando ficou parado, olhando para o lugar onde ela estivera, sentindo o vazio que cada palavra deixava. Ele sabia que precisava mudar, que precisava provar que o amor dele era maior que o ciúme, que a desconfiança e que o medo de perder. Mas naquele momento, tudo o que podia fazer era observá-la sair, sentindo cada fibra de seu corpo gritar por ela, e o coração implorar por perdão que ele ainda não sabia como merecer. A sala ficou silenciosa, e Fernando sentiu o peso de cada gesto, cada palavra, cada emoção não dita. Ele fechou os olhos, respirou fundo, e pela primeira vez reconheceu a dimensão do que poderia perder se não aprendesse a
Separados no mesmo quarto
Ela se aproximou dele, os dedos deslizando pelo braço de Raul com cumplicidade venenosa. — E quando a poeira baixar… é claro que eu estarei lá, pronta para consolar Fernando, não é? — É claro. — Raul sorriu, satisfeito com o próprio jogo. — Você vai ter a chance de entrar no coração dele como o bálsamo depois do veneno. E eu… vou ser eleito de novo presidente do estaleiro e seguir desviando o que é meu sem ninguém perceber. Paola inclinou o rosto, os olhos semicerrados, carregados de maldade. — Só não esqueça do combinado, Raul. Eu quero a minha parte também. Ele riu baixo, frio, sem se abalar. — Vai ter a sua fatia, Paola. Apenas o suficiente para calar essa boquinha perigosa. Ela sorriu, mord
Mal intencionado
O quarto mergulhou em penumbra. O som da respiração de Fernando, profunda e cadenciada, a fazia sentir uma mistura de raiva, alívio e desejo contido. Ela fechou os olhos, tentando dormir. Uma lágrima solitária escorreu por sua face. Fernando, imóvel no chão, também não dormia. Fitava o teto, remoendo a distância que agora os separava. Amava Bianca, mais do que tudo, mas não sabia se seria capaz de lhe dar com aquela distância que ela impôs entre eles. . Ainda assim, uma promessa silenciosa se firmava em sua mente: ele não desistiria dela. E naquela noite, mesmo tão próximos, pareciam viver em mundos diferentes. Dois corações presos entre o orgulho e o desejo. Finalmente chegou o dia da festa de aniversário de Célia, mãe de Fernando. A mansão estava deslumbrante: lustres brilhando, mesas decoradas com flores, convidados animados e música suave preenchendo cada canto. Mas para Bianca, toda a pompa e alegria pareciam distantes, quase irreais. Ela observava tudo de canto, tentan
uma terrível armação
Bianca seguiu apressada pelos corredores da mansão, os saltos ecoando pelo mármore, até desaparecer na escadaria. Raul acompanhou o movimento com os olhos, o sorriso satisfeito surgindo em seus lábios. Aproximou-se de Paola e Alex, que conversavam próximos ao bar, e inclinou-se em falsa preocupação. — Bianca não está se sentindo bem… — disse em tom baixo. — Achei melhor pedir para alguém dar uma olhada nela. Como ela e meu primo não estão nada bem, e não quis minha ajuda e muito menos vai querer da Paola… — lançou um olhar enviesado para ela. — …achei que só você poderia ajudá-la, Alex. Alex franziu a testa. — E por que não pediu para Célia, a sogra dela? Raul suspirou teatralmente. — Hoje é o aniversário dela, não quero preocupar a tia. Por favor, só vá até o quarto ver se Bianca precisa de algo, eu faria isso mas ela rejeitou minha ajuda e se algo acontecer com ela meu primo não vai me perdoar, afinal, ela estava na minha companhia. A preocupação falou mais alto. Ale