All Chapters of Prazer sem limites: Sob o domínio do meu chefe.: Chapter 241
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Quando o desejo fala mais alto
— Eu não saio desta casa sem minha filha! — retrucou Bianca, a raiva transformando-se em chamas, desafiando-o.Fernando deu um passo à frente, a respiração pesada, cada músculo tenso.— Então trate de ficar em casa e tomar conta da sua filha, que é o que você deveria estar fazendo! — berrou ele.— Filho da puta machista! É isso que você. — gritou Bianca, o corpo vibrando de raiva e indignação.Em um movimento brusco, Fernando agarrou o pulso dela, puxando-a para seu corpo. O contato físico elevou a tensão entre eles a níveis quase insuportáveis.— Se quiser xingar alguém, xinga a mim! — rugiu ele, a voz carregada de desejo e possessividade — e não a minha mãe, que não tem nada a ver com a briga nossa e as suas teimosias só parae irritar.A tensão entre os dois era tão densa que quase podia ser tocada. Bianca reuniu toda a força que ainda restava e o empurrou com violência, criando espaço entre eles.— Como eu me arrependo de ter me casado com você! — gritou, a voz carregada de ódio.
A teimosia de Bianca
Bianca se inclinou sobre Fernando, seu olhar desafiador misturado a desejo puro. Com delicadeza, mas firmeza, ela se posicionou sobre ele, sentindo cada curva do corpo dele encostar no seu. Fernando gemeu baixo, surpreso pelo movimento audacioso dela, mas incapaz de resistir. Ela começou a se mover lentamente, explorando cada reação dele, sentindo o calor que aumentava entre os dois. A cada arqueio, a cada impulso, Fernando respondia com gemidos mais intensos, segurando os quadris dela, ajudando-a a acelerar o ritmo. Bianca sorria, sentindo o poder de cada movimento, o controle do prazer que agora dominava aquele momento. Os corpos se encaixavam perfeitamente, cada toque, cada fricção, intensificando a excitação. O tempo parecia desaparecer, restando apenas o calor, os suspiros e o desejo que crescia sem controle. Bianca, cada vez mais confiante, mantinha o ritmo, fazendo Fernando perder-se completamente no êxtase que ela conduzia. Bianca ainda cavalgava Fernando, sentindo cada i
Bianca muda de idéia
Na manhã seguinte, Bianca acordou cedo, determinada. Não dormir bem não diminuiu a firmeza da sua decisão. Depois de deixar a filha na escola, seguiu direto para a Mendes S.A. Estava elegante, postura ereta, cada passo carregado de confiança. Ao entrar, pediu para ser anunciada e, minutos depois, já estava na sala de Walter Mendes. — Senhor Mendes, eu vim aqui para dizer pessoalmente que não vou mais trabalhar com você. Pensei melhor e decidi dedicar meu tempo livre à minha filha. — disse, firme, encarando-o nos olhos. Walter arqueou uma sobrancelha, o sorriso cínico surgindo em seus lábios. — No fundo, eu já sabia que seria assim. Esposas de homens poderosos sempre acabam se dobrando. Era só questão de tempo até você se tornar obediente ao seu marido e fazer exatamente o que ele quer. Bianca cruzou os braços, estreitando os olhos. — Eu não sei do que você está falando. Ele riu baixo, balançando a cabeça. — É claro que sabe, Bianca. Só está se fazendo de desentendida.
Deixando as coisas claras
— Exatamente. — Bianca cruzou os braços, sustentando o olhar dele com firmeza. — Se me contratou para fazer parte de um jogo mesquinho contra o Fernando, ou uma espécie de vingança ,pode esquecer. Eu não sou arma para usar contra ninguém, principalmente contra ao meu marido que eu amo e respeito. Ele riu baixo, balançando a cabeça, como se estivesse diante de uma criança inocente que não entendia as regras do mundo. — Bianca, você realmente acredita que tudo o que eu faço gira em torno do Venturini? — Eu acredito no que estou vendo. — retrucou sem hesitar. — E até agora, o que percebi é que o senhor não perde uma chance de falar do meu marido. É como se ele ainda fosse uma obsessão na sua vida. Walter estreitou os olhos, o sorriso desaparecendo por um instante. — Você é perspicaz, eu admito. — murmurou, recostando-se na mesa. — Mas está enganada se pensa que tudo isso é sobre ele. Bianca respirou fundo, inclinando-se ligeiramente para frente, a voz firme como uma
Mentiras venenosas
Walter observou por alguns instantes, como um predador paciente, antes de sair da sala, deixando-a finalmente sozinha. Assim que a porta se fechou, Bianca soltou o ar que nem percebera estar prendendo. Passou a mão pelos cabelos, tentando organizar os próprios pensamentos. “Ele pensa que vai me abalar. Pensa que vai me usar para atingir Fernando . Mas está enganado.” Sentou-se na poltrona giratória e encarou a cidade pela janela. Apesar da ansiedade, sentiu uma onda de determinação tomar conta de si. Estaria atenta, cada minuto, cada palavra, cada gesto. Se Walter tentasse qualquer coisa contra Fernando, ela seria a primeira a impedir. O barulho metálico dos guindastes no estaleiro ecoava pela manhã, misturado ao ronco dos motores e ao som seco de marteladas. O ambiente carregava consigo uma energia pesada, um reflexo fiel do humor de Fernando naquela terça-feira. Desde cedo, ele já sentia o peso da irritação corroer cada nervo do corpo. Bianca. O nome dela martelava na sua me
O veneno da duvida
Fernando ,por um instante, duvidou. Lembrou-se das semelhanças físicas de Valentina, do jeito dela sorrir, da cor dos olhos, do temperamento forte. “Ela é minha filha”, pensou, com desespero. “Ela tem que ser minha filha.” Respirou fundo, tentando expulsar as dúvidas. Não, Rodrigo só queria envenenar. Só queria separá-lo de Bianca, porque ainda a amava. — Chega! — gritou, com a voz carregada de fúria. Abriu a porta com violência. — Fora daqui! Rodrigo se levantou devagar. Mas antes de cruzar a saída, voltou-se e lançou o golpe final: — Se você não acredita em mim, peça um exame de DNA. Se Bianca se recusar…verá que tudo que estou dizendo é verdade ....pois como diz o ditado "Quem deve ,não teme". O sangue de Fernando ferveu. Avançou sobre ele, agarrando-o pelo colarinho novamente e o arremessando para fora da sala. Rodrigo caiu ao chão, mas mesmo ali, levantou a cabeça com um sorriso de escárnio. — No fundo, você sabe que pedirá para ela fazer o exame na menina . Pode fingir q
Provocações de Walter
Walter arqueou a sobrancelha, fingindo surpresa, mas o sarcasmo jamais deixava o rosto. — Nesse caso, vai ter que aguardar. Sua esposa está ocupada. Trabalhando. Exercendo com dedicação o cargo de relações públicas. — Fez uma pausa teatral antes de acrescentar: — Está cuidando de um grande evento. O lançamento de nosso novo cosmético. Fernando sentiu o sangue esquentar, mas controlou-se. — Então vou esperá-la na recepção. Walter riu, baixo e provocativo, dando alguns passos em sua direção. — Por que não me acompanha até minha sala para uma bebida? Podemos relembrar os velhos tempos. Enquanto isso, mando alguém avisar Bianca de que o marido a aguarda. Fernando estreitou os olhos. Não queria, não confiava. Mas, no fundo, sabia que precisava de algo para acalmar o turbilhão em sua cabeça. E álcool, talvez, fosse a válvula de escape momentânea. — Aceito a bebida. — A voz saiu grave, firme. — Mas não se engane, Walter. Nós não somos mais amigos. Então, não há nada para relembrar
Bianca exigi explicações
Fernando cerrou os punhos. O maxilar travado denunciava a tempestade que rugia dentro dele. — Você é um grande mentiroso ,Walter l.— cuspiu a palavra, baixo, mas letal. — Eu consigo ver nos seus olhos. Você pode enganar o mundo inteiro com esse seu sorriso cínico, mas não a mim. Até hoje me pergunto por que eu, idiota que fui, não consegui provar minha inocência. Mas digo agora, olhando direto na sua cara: eu nunca dormi com a sua noiva. Nunca. Walter girou o copo lentamente, observando o líquido âmbar como se estivesse mais interessado no reflexo do whisky do que na fúria de Fernando. Então ergueu os olhos e sorriu — aquele sorriso que sempre tivera o poder de incendiar a ira alheia. — Sabe o que é curioso? — disse, com voz aveludada. — Você ainda se tortura com isso. Ainda sente a necessidade de se justificar. Eu, por outro lado… prefiro manter o ocorrido no passado. Fernando bufou, descrente. A voz saiu áspera, quebrada pela dor acumulada. — Não é nada disso. — a voz
O abismo da desconfiança
O carro deslizava pela estrada sob a luz forte do dia. O céu limpo, de um azul cristalino, contrastava cruelmente com o peso sufocante dentro do veículo. Para Bianca, parecia que o mundo lá fora seguia leve e indiferente, enquanto dentro do carro o ar estava denso, carregado de uma tempestade que ameaçava desabar a qualquer segundo. Fernando dirigia em silêncio, os dedos rígidos no volante, o maxilar travado como se cada músculo do seu corpo estivesse em estado de alerta. Não desviava os olhos da estrada, mas Bianca podia sentir o turbilhão que girava por trás daqueles olhos azuis. Ela apertava as mãos no colo, tentando controlar o tremor que insistia em denunciá-la. Abriu a boca duas, três vezes, mas fechou de novo, engolindo a urgência de perguntar o que diabos estava acontecendo. A cada quilômetro percorrido, ficava claro que qualquer palavra dela seria como uma fagulha jogada em um barril de pólvora. O silêncio entre eles era quase palpável, um muro erguido pela fúria dele e pe
Ferida
Ele desviou o olhar por um instante, como se não suportasse ver o abismo de dor nos olhos dela, mas logo voltou a encará-la, firme, obstinado. — Se você realmente não tem nada a temer porque não faz o teste de DNA? Aí tudo será esclarecido.— insistiu, a voz grave, quase suplicante, mas ainda assim cruel. Bianca soltou um riso trêmulo, um riso amargo, entrecortado de lágrimas. — Porque eu não vou me rebaixar a esse ponto! Porque eu não vou submeter a minha filha a esse exame ,só para te provar algo que você devia ter a certeza , que ela é a sua filha ! Ela é a nossa filha, Fernando! Nossa! — gritou, a voz carregada de dor. Ele estreitou os olhos, como se cada palavra dela o rasgasse por dentro, mas incapaz de recuar. — Como vou ter essa certeza se você se nega a realizar o teste de DNA?— começou, hesitante, mas logo completou, duro — Isso só confirma que Rodrigo não mentiu e ele é mesmo o pai da Valentina e você me fez de idiota todo esse tempo ...Cada vez que saia de casa com a