All Chapters of Prazer sem limites: Sob o domínio do meu chefe.: Chapter 231
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Pedido de demissão
As palavras ecoaram fundo. Rodrigo sentiu o orgulho ferido se sobrepor ao resto. Seu maxilar se contraiu, os olhos endureceram. — Pensando por esse lado… até que é uma boa ideia. Eu nunca me conformei em ter sido trocado por aquele imbecil. Paola sorriu, satisfeita. — Então estamos combinados. Rodrigo, ainda vacilante, acrescentou: — Mas não esqueça: um exame de DNA pode por esse plano abaixo ,porque vai ficar provado que Fernando é o pai da menina e que eu menti. — É justamente aí que está o meu plano perfeito — respondeu Paola, com frieza calculada. — Bianca pode até fazer o exame e provar que Valentina é filha de Fernando. Mas você acha que ela vai perdoá-lo por ter duvidado da fidelidade dela? Não, Rodrigo. É claro que ela vai se separar dele. O silêncio entre eles foi preenchido pelo som abafado d
Orgulho e paixão
Bianca tentou se soltar do aperto dele novamente ,mas Fernando segurou firme o pulso dela, os olhos azuis faiscando, carregados de raiva e desejo. Sem aviso, a puxou para perto, e antes que Bianca pudesse reagir, seus lábios encontraram os dela num beijo feroz, faminto, dominador. Era como se cada frustração, cada acusação contida, cada desejo reprimido explodisse em contato físico. Bianca sentiu a língua dele invadir a dela, seu corpo pressionando o dela contra o peito largo e musculoso. Ela tentou se afastar, mas Fernando a segurava com uma força quase cruel. Cada músculo do corpo dele parecia feito para dominá-la: braços fortes, ombros largos, peitoral firme que roçava contra ela, o calor intenso do corpo masculino envolvendo-a. Bianca sentiu a mistura de raiva e luxúria explodir dentro de si; queria empurrá-lo, mas parte dela queria apenas se perder naquele beijo, ser consumida pelo homem que ainda amava, apesar de tudo. Com um impulso surpreendente
Bianca não consegue emprego
As semanas passaram como uma tortura para Bianca. Cada dia era mais uma porta se fechando diante dela. Ela havia enviado currículos, participado de entrevistas, ouvido elogios ao seu perfil e experiência, mas, de repente, o contato se perdia, a resposta não vinha. Uma sensação estranha de injustiça começou a crescer em seu peito. Seu currículo era impecável, sua postura profissional inquestionável. Então por que, afinal, ninguém a contratava? A dúvida começou a pesar em seu coração, misturada à raiva silenciosa que sentia de Fernando desde a última discussão. Ela se lembrava do sorriso dele, aquele maldito sorriso de excitação e desafio, como se estivesse convicto de que ela não conseguiria desligar do estaleiro. Numa tarde abafada de sábado, Raul apareceu. Sempre com aquele ar de quem sabia mais do que dizia, o primo de Fernando entrou no jardim dos tios e a encontrou folheando anúncios de emprego. — Ainda procurando emprego, Bianca? — perguntou, com um meio sorriso, cruzando os b
Domínio e paixão
O silêncio do escritório era quase insuportável. Apenas o som da respiração acelerada dos dois preenchia o ar, como se o espaço estivesse carregado de eletricidade. Bianca estava presa no olhar dele, o corpo inteiro trêmulo, uma mistura perigosa de raiva e desejo. Fernando inclinou-se até que seus lábios quase tocassem os dela, a voz grave e rouca cortando o ar: — Diga de novo… — sussurrou. — Diga que eu não tenho poder sobre você. Eu sei que nesse momento, em meus braços, eu tenho tanto poder sobre você que deve estar toda molhadinha, queimando de desejo por mim… minha linda e rebelde esposa. O corpo de Bianca reagiu contra a própria vontade, as pernas tremendo, o coração disparado. Era como se cada fibra dela gritasse para resistir, mas o calor que crescia entre suas pernas a traía. Furiosa, ela ergueu a mão e, num gesto rápido, desferiu um tapa no rosto dele. O som seco ecoou pelo escritório. Fernando não se moveu. Apenas fechou os olhos por um instante, o maxilar trin
clima quente no escritório
Os dedos dele deslizaram pelo contorno da calcinha fio-dental vermelha, acariciando de leve a beirada, como se testasse a resistência dela. Bianca se contorceu, tentando fechar as pernas, mas Fernando as manteve separadas com a própria coxa, firme, dominador. — Não se esconda de mim, Bianca… — a voz dele estava rouca, carregada de desejo. — Você pertence a mim. E eu vou provar o quanto sua rebeldia não passa de máscara… porque aqui, nos meus braços, você se derrete. Ele deixou a palma deslizar, acariciando a pele já quente, até chegar ao centro dela. A ponta dos dedos roçou por cima da calcinha úmida, e Fernando soltou um riso baixo, satisfeito. — Eu sabia… toda molhadinha… queimando por mim — sussurrou, apertando ainda mais a nuca dela, obrigando-a a ouvir cada palavra. — Aposto que nos dias longe de mim, se tocava sozinha, pensando no meu corpo,
Depois da entrega o Arrependimento
Ela tentou virar o rosto, os cabelos longos roçando a barba dele, mas o calor que emanava daquele corpo másculo a enfraquecia. — Chega ,Fernando …Eu vou embora . — sussurrou, mesmo sentindo o corpo traí-la. Fernando sorriu, um sorriso arrogante, viril, que só aumentava o fascínio. Seus dedos largos deslizaram pelo vestido, agarrando o tecido, e num gesto bruto puxou-o para baixo, expondo o corpo dela até a cintura. Os seios firmes, generosos, se ergueram contra o frio do ar, e os mamilos enrijeceram quase instantaneamente. — Você só vai embora quando eu quiser .… e eu não te fiz gozar para te humilhar ...te fiz gozar para provar que somos muito melhores nos dando prazer do que brigando o tempo todo , minha linda esposa . — provocou, a voz carregada de desejo, ao mesmo tempo em que rasgava a calcinha fio-dental vermelha. O som do tecido se partindo ecoou no silêncio, e a respiração dela falhou. B
Bianca não se dar por vencida
Ele soltou um suspiro profundo, ainda pressionando as costas dela contra o corpo dele, os dedos entrelaçados nos cabelos longos dela, mantendo a proximidade íntima. Cada movimento, cada arqueio do corpo dela fazia o desejo dele crescer novamente, e ele não conseguia se conter: — Tem certeza que não quer mais? — murmurou, a voz rouca, carregada de provocação e luxúria. — Porque ainda posso sentir que ainda me quer tanto quanto eu te quero. Ela mordeu o lábio inferior, respirando fundo, tentando não ceder, mas sentia o corpo inteiro reagir à proximidade dele. As mãos de Fernando deslizavam pelas costas e pelos ombros dela, a força dele mantendo-a presa sem ser agressivo demais, e cada toque seu fazia Bianca tremer, misturando frustração e excitação. — Fernando… — disse ela, a voz firme, mas com um fio de vulnerabilidade. — Eu não vou ceder. Você já teve o que queri
Um inimigo do pasado
Instantes depois, Bianca passou um tempo precioso ao lado da filha, aproveitando cada minuto para recuperar o equilíbrio depois do turbilhão de emoções que Fernando havia provocado nela. Brincou, sorriu das pequenas travessuras da filha e se deixou encher por aquela pureza que só a presença de Valentina lhe trazia. Mas, no fundo, sabia que não podia se prender àquela bolha de paz por muito tempo. Precisava lutar. Precisava recomeçar a sua luta para conseguir se manter financeiramente sem o dinheiro de Fernando.Arrumou-se com elegância, escolhendo um vestido de corte clássico em tom claro, discreto, mas sofisticado. Prendeu os cabelos molhados em um coque baixo, realçando o pescoço delicado, e completou o visual com um par de brincos discretos. Olhou-se no espelho e, pela primeira vez em muito tempo, viu mais que uma mulher em conflito com o marido: viu uma profissional pronta para enfrentar o mundo.Chamou um táxi e partiu pelas ruas movimentadas do Rio de Janeiro. Cada prédio, cada
Fernando pensa em Bianca
Um peso saiu dos ombros de Bianca e, ao mesmo tempo, outro, mais pesado, se instalou. Sabia que aceitar aquele emprego significava se colocar diretamente contra a vontade de Fernando. Mas, olhando para Walter, percebeu que ele não tinha medo do marido — pelo contrário, parecia saborear a ideia de enfrentá-lo. Isso seria péssimo, afinal, ela ia trabalhar para um homem que com certeza guardava muita mágoa do marido, mas não podia deixar escapar a chance de ter um emprego, pagar a rescisão de contrato a Fernando e não depender financeiramente dele. E ia apenas trabalhar para Walter, não se aliar a ele contra seu marido. Isso ela nunca iria fazer. Podia estar magoada com Fernando, mas ela ainda o amava muito e nunca faria nenhum mal a ele. Ela se levantou, agradeceu e saiu da sala com o coração disparado. O futuro ainda era incerto, mas agora tinha uma chance de mostrar a Fernando que, mesmo com toda a proibição dele para que lhe dessem um emprego, ela arrumou um. Quando a porta se fe
Revelações e conflitos
Fernando fechou os olhos por um instante, sentindo a raiva crescer como um fogo incontrolável dentro dele. Um peso esmagador caiu sobre seus ombros. Aquela mulher ousou, em plena desobediência, se aproximar de um inimigo antigo, alguém que carregava mais que rancor — alguém que queria usá-lo como instrumento de vingança. — Está dispensado. — murmurou com voz gelada. — Não quero mais ouvir nada sobre minha esposa. O segurança assentiu, aliviado, e saiu rapidamente. Fernando ficou sozinho. O estalo da porta batendo reverberou no silêncio pesado da sala, e ele deixou a fúria explodir. Derrubou tudo da mesa: pastas, canetas, documentos. Um soco certeiro na parede fez a tinta lascar, e seus dentes rangeram de raiva. — Maldito!— gritou, a voz ecoando pelo estaleiro. — De todas as pessoa com quem Bianca foi procurar emprego! Ela teve que ir logo até o Walter. Recordou, de repente, aquele episódio da faculdade: a noiva dele, Olívia, oferecendo-se em uma camisola, se atirando para cima