All Chapters of Casei com Meu Chefe Frio e Bilionário : Chapter 201
- Chapter 210
425 chapters
Capítulo 201
Convite Inesperado O sol já se punha atrás dos prédios altos quando Eloise saiu do edifício da VisionLab. O ar fresco do fim de tarde carregava o cheiro da cidade — mistura de café, trânsito e flores vindas do jarro que ela ainda sentia nas mãos, mesmo de longe. Mal deu dois passos na calçada quando uma voz conhecida a chamou: — Eloise! Ela se virou, surpresa. — Lucas? — arqueou uma sobrancelha. — Não vai me dizer que é coincidência de novo? Ele riu, coçando a nuca. — Coincidência? Não dessa vez. — disse, sincero. — Vim te convidar pra jantar. Eloise piscou, sem entender. — Jantar? — Isso mesmo. — respondeu ele, animado. — Abriu um restaurante italiano aqui perto. Eu pensei em te levar pra conhecer. Ela hesitou. — Ah, Lucas… não sei. Meu pai acabou de receber alta, eu devia ir pra casa. — Eu sei. — interrompeu com um sorriso gentil. — Mas é só um jantar, nada demais. Vi nas suas redes que você ama comida italiana, e esses donos são mesmo italianos. Prometo que você vai
Capítulo 202
O Sinal Amarelo Enquanto o sol brilhava alto sobre Cidade Norte, a MonteiroCorp estava em completo silêncio. Os corredores, sempre cheios de vozes e passos apressados, agora ecoavam apenas o som distante do ar-condicionado. Era feriado. Nenhum funcionário deveria estar ali. Mas alguém estava. Uma sombra atravessava o andar principal com passos calculados — sem pressa, sem ruído. As luzes de presença acendiam à medida que ele passava, revelando o terno escuro e as luvas finas. O crachá que trazia no peito era verdadeiro. O nome, nem tanto. Nos monitores da sala de controle, o reflexo do homem surgia brevemente — um vulto entre as câmeras internas — antes de desaparecer novamente. Diante da porta de vidro com o logotipo da MonteiroCorp — Tecnologia e Inovação, ele digitou uma senha com precisão milimétrica. O painel fez um leve bip e a tranca liberou. Lá dentro, o som dos servidores preenchia o ar. Linhas de código corriam nas telas como rios de dados. Ele se sentou diante
Capítulo 203
O Genro e o Beijo O carro preto parou suavemente diante da casa dos Nogueira. Augusto desligou o motor e olhou de lado, com aquele meio sorriso que Eloise já reconhecia de longe — o sorriso que sempre vinha acompanhado de alguma ideia ousada. — Não precisa descer — disse ela, cruzando os braços. — Claro que preciso. — respondeu ele, soltando o cinto com calma. — Preciso ver como está meu futuro sogro. Eloise arqueou uma sobrancelha. — Ah, pronto… não, Augusto. Ele deu uma risadinha, já abrindo a porta. —Sou o genro do senhor Carlos, senhorita Nogueira — e ele vai adorar me ver. — Você é impossível. — resmungou ela, tentando esconder o riso. Augusto a ignorou com a elegância ensaiada de quem sabia exatamente o efeito que causava. Caminhou até a porta, e Eloise o seguiu, balançando a cabeça, pronta pra intervir se ele resolvesse bancar o charmoso demais. Mas, quando a porta se abriu, o que viram os deixou completamente sem palavras. Na sala, Carlos e Cláudia estavam lado a la
Capítulo 204
Um Jantar de Casa Cheia Os rapazes saíram logo depois, animados com a missão de buscar bebidas e sobremesas. Thiago, é claro, transformou a tarefa em uma competição. — Quem trouxer o melhor vinho ganha o título de “fornecedor oficial dos Nogueira”! — anunciou Thiago, batendo no volante. Thomas riu. — E quem escolhe o vencedor? — A Eloise, é claro. — respondeu Augusto, sem hesitar. — Ela tem bom gosto. Heitor balançou a cabeça, divertido. — Tá ferrado, então. --- Quando voltaram, a mesa já estava posta e o cheiro irresistível de strogonoff tomava conta da casa. O jantar começou em meio a risadas, conversas cruzadas e aquele tipo de confusão boa que só existe quando se está entre pessoas queridas. — Heitor, me passa a salada aí. — pediu Thomas, estendendo o braço. — Salada? — repetiu Heitor, fingindo espanto. — A gente tá comendo carne, arroz, batata palha… e você me pede salada? — Equilíbrio, meu caro. — retrucou Thomas, rindo. — Aprendi com a Sofia. Do outro
Capítulo 205
O Dia Azul O relógio marcava quase meio-dia quando o motorista estacionou em frente ao Spa Le Jardin. O prédio de vidro refletia o sol do outono, e Eloise desceu do carro com aquele misto de surpresa e curiosidade — ainda sem entender como tinha sido “sorteada” para um dia de puro luxo. Assim que entrou, foi recebida com um sorriso gentil e o som suave de violinos ao fundo. O ambiente exalava tranquilidade — velas aromáticas, flores brancas e o cheiro de lavanda preenchendo o ar. A tarde passou devagar, como se o tempo tivesse aprendido a respirar. Massagem com óleos orientais, esfoliação com sais importados do Mar Morto, banho de hidromassagem com pétalas frescas, unhas feitas, cabelos impecáveis. Cada detalhe parecia ter sido planejado com carinho, como se o universo inteiro tivesse decidido que Eloise merecia uma pausa. Quando saiu de lá, o relógio marcava quatro da tarde. O sol dourava as fachadas dos prédios, o vento outonal dançava entre as folhas amareladas, e o céu ti
Capítulo 206
O Teatro Era Só Uma Desculpa O GPS anunciou a próxima curva com sua voz robótica e calma, como se nada de extraordinário estivesse prestes a acontecer. Eloise olhou pela janela, confusa. — Emma… — começou, franzindo o cenho. — Tem certeza de que esse é o caminho certo? — Absoluta. — respondeu Emma, concentrada no volante. — O GPS mandou seguir em frente. O carro virou para uma rua larga, ladeada por árvores antigas e portões elegantes. Eloise reconheceu o bairro de imediato. — Espera aí… isso aqui é um condomínio. — Eu sei. — respondeu Emma, fingindo surpresa. — O endereço do teatro é esse. Vai entender, né? Sofia deu um risinho nervoso. — É, bem… talvez o evento não seja no teatro, e a gente se enganou. — Pode ser. — murmurou Nathalia, olhando em volta de forma teatral. — O bom é que estamos adiantadas. O carro passou pela portaria, e o segurança abriu o portão com um sorriso discreto. Eloise, intrigada, observou o visor do GPS piscando. O destino final se aproximava. Q
Capítulo 207
O Brinde e a Revelação A sala agora parecia saída de um sonho — luz, riso e perfume misturados no mesmo respiro. As luzes suaves refletiam nas paredes brancas, e uma mesa lindamente decorada ocupava o centro do espaço — taças, doces, bolos e uma garrafa de espumante que Thiago insistia em tentar abrir antes da hora. Augusto passou o braço pela cintura de Eloise, ainda sorrindo, como se o coração não coubesse no peito. Olhou ao redor, e com a voz suave, disse: — Se depois quiser mudar algo, fique à vontade. Essa casa é sua, meu amor. Eloise o olhou, emocionada. — Nossa casa. — corrigiu, com um sorriso terno. As meninas se aproximaram, vibrando, rindo, chorando — tudo ao mesmo tempo. Cláudia, com os olhos marejados, abraçou Eloise com carinho. — Você merece esse amor, querida. E você, Augusto — disse, olhando para ele —, cuide bem da joia que a vida te deu. Carlos, por sua vez, estava visivelmente emocionado. — Eu não sou homem de discursos — começou, com a voz embargada —,
Capítulo 208
Amor nas Alturas O avião particular de Augusto deslizava suavemente pelos céus noturnos. Dentro da cabine, o ambiente era de luxo discreto e promessa. Augusto, com um sorriso de canto, pegou a garrafa de champagne que repousava em um balde de gelo, o líquido borbulhante e frio prometendo celebração. O pop suave da rolha ecoou no silêncio luxuoso. Ele serviu duas taças de cristal e entregou uma a Eloise antes de pegar a sua. Depois de um gole lento, saboreando o sabor complexo e a efervescência, Augusto depositou a taça sobre uma mesinha auxiliar. Voltou-se para Eloise, sentado, e com um movimento decidido, puxou-a para o seu colo, aninhando-a confortavelmente. Ela soltou uma risada baixa, contente com a possessividade dele. O perfume suave dela misturava-se ao aroma da bebida e ao toque inebriante da presença dele. — Eu te amo — ele sussurrou, a voz rouca. — E não pretendo deixar de amar. Eloise mal teve tempo de responder. A atração entre eles era um ímã irresistível. O
Capítulo 209
As Reviravoltas do Destino O quarto da suíte presidencial era um refúgio de silêncio e calma.As malas repousavam num canto, e a janela aberta deixava entrar o som distante do mar.Eloise girou no meio do quarto, os olhos brilhando como se quisesse gravar cada detalhe.— É… perfeito — murmurou, encantada.Augusto a observava em silêncio.O olhar dele, antes sempre contido e calculado, agora era puro sentimento — amor, orgulho, e algo ainda mais profundo: paz.Aquela mulher diante dele era o lar que ele nunca soube que procurava.Ele se aproximou devagar, envolvendo-a pela cintura.— Perfeito é ter você aqui.Eloise ergueu o rosto, sorrindo.O beijo veio antes de qualquer palavra. Lento, terno, e cheio daquilo que os dois já não precisavam mais esconder.A noite os envolveu como uma promessa silenciosa.Entre risos, carícias e sussurros, o tempo deixou de existir.O que aconteceu depois não precisava de testemunhas — bastava o toque, o olhar, e o amor que falava por si.Quando a manhã
Capítulo 210
Sob o Azul do Céu A tarde caía preguiçosa sobre a costa. O sol, já mais baixo, dourava a superfície da piscina e fazia o mar ao fundo parecer um espelho infinito. Eloise estava sentada à beira d’água, os pés submersos, traçando círculos lentos com os dedos. O vento leve brincava com os fios soltos do cabelo, e o barulho suave das ondas completava o cenário de paz. Augusto apareceu logo atrás dela, descalço, com a camisa aberta e um olhar que misturava ternura e fascínio. Ficou por um instante apenas observando — como quem tenta gravar uma cena para nunca esquecer. — Eu podia me acostumar com essa vista — disse ele, a voz baixa, rouca de admiração. Eloise sorriu, sem virar o rosto. — O mar? — Não exatamente. — respondeu ele, ajoelhando-se atrás dela e envolvendo seus ombros com as mãos. — Eu tava falando de você. Ela riu, sentindo o coração acelerar com aquele toque familiar. — Augusto Monteiro, o homem que dizia não ter tempo pra romantismo… agora faz declarações? — A culp