All Chapters of Casei com Meu Chefe Frio e Bilionário : Chapter 271
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Capítulo 271
O JULGAMENTO O fórum estava cheio. Não de gente — mas de peso. Câmeras proibidas. Vozes baixas. O ar parecia grosso. Na primeira fileira, Eloise, Augusto, Emma, Thiago, Nathalia, Laís, Heitor. Carlos e Cláudia também estavam lá. José e Márcia chegaram juntos, mais cedo. Márcia ainda caminhava devagar, mas firme, apoiada no braço dele. Não havia medo no rosto dela — havia decisão. Quando viram Eloise e Augusto, José apenas disse, baixo: > — Hoje… acaba. Eloise assentiu. Márcia sorriu pequeno, ainda pálida, mas com uma força nova: > — Eu vou falar o que precisa ser dito. Não deixo mais ninguém ser quebrada por gente assim. Augusto tocou o ombro de José, firme. Era promessa silenciosa: Eles vieram para vencer. Thomas entrou. Terno azul escuro. Expressão fria. Passos firmes. Ele não era só policial naquele dia. Ele era testemunha. À direita, Sofia. Cabelo preso com firmeza, postura impecável. Papelada organizada por cores. Ela não falava — mas estava presente c
Capítulo 272
O Som Mais Bonito do Mundo As semanas passaram silenciosamente bonitas. As noites agora eram mais calmas. O medo virou lembrança distante. A vida, finalmente, tinha começado a florescer. E já era visível — discreta, mas presente — a barriguinha de Eloise. Faltavam dois dias para as 15 semanas, e hoje era o dia do ultrassom mais esperado. A sala da clínica estava quase pequena demais para todo mundo que veio. Heitor, Thiago, Nathalia, Emma, Laís e Sofia estavam espremidos no sofá. Thomas estava no vídeo ao vivo, a imagem tremendo porque ele estava em viatura. Os avós também estavam lá: Carlos, emocionado só de respirar. Cláudia, sorridente. José, tentando parecer sério… e falhando. E no centro de tudo — Eloise, deitada na maca, e Augusto, sentado ao lado dela, segurando sua mão. A porta se abriu. A médica entrou, rindo ao ver o cenário: — Meu Deus! Isso aqui é um estádio de futebol e ninguém me avisou! Vamos ter que começar a cobrar ingresso! A
Capítulo 273
O AMOR, A LUZ E A VIDA O sol começava a se esconder atrás das colinas quando o jardim Monteiro se transformou. Flores brancas e douradas contornavam o caminho até o altar. O vento dançava leve, tocando as cortinas translúcidas presas aos arcos floridos. O ar tinha cheiro de flor e promessa. A música começou. Os convidados se levantaram. Primeiro vieram as madrinhas e padrinhos — cada par um retrato perfeito do amor em suas diferentes formas. Ricardo entrou com Nathalia, que estava deslumbrante, o olhar cúmplice e o sorriso que derretia qualquer resistência. Sofia e Thomas, lado a lado, carregavam uma química que o mundo inteiro podia ver — o começo de outra história. Emma e Thiago, de mãos dadas, rindo um do outro, leves. Laís e Heitor, os dois palhaços da turma, fizeram todos rirem quando ele fingiu tropeçar no tapete e ela o puxou pelo braço. Mas, quando o violino trocou de tom… o mundo pareceu parar. Todos se voltaram. Eloise entrou. De braço dado com
Capítulo 274
PREÇO DO CASTIGO O portão de ferro se abriu com um estalo seco. O som ecoou pelos corredores como um aviso. Thamires Santana — salto trocado por chinelo, vestido de seda por uniforme laranja — cruzou o portão da penitenciária com o que restava da própria dignidade. Do outro lado, uma mulher a esperava. Uniforme laranja, olhar duro, sorriso debochado. — Olha só quem veio conhecer o lado de dentro do império que destruiu. — A voz soou com veneno. — A princesa virou prisioneira. Thamires ergueu o queixo. — Melissa. Melissa Oliveira. A ex-parceira de Thamires — e que, por ironia, agora comandava o pavilhão. Ali dentro, a palavra dela valia mais do que a de qualquer guarda. — Você me lembra? — Melissa perguntou, se aproximando. — Fui eu quem você mandou para cá… prometeu ajuda e olha só. Mas as coisas mudaram. Fez uma pausa curta, um sorriso torto. — Mas aqui dentro, querida, quem manda sou eu. Thamires manteve o olhar firme. Não responderia. Não daria a e
Capítulo 275
A FILHA DO RENASCIMENTO. O FILHO DA SEGUNDA CHANCE. Os meses passaram como quem vira páginas de um livro escrito com carinho. Eloise atravessou cada semana com o brilho de quem descobriu um novo propósito — e com uma tropa de amigas que não deixava ela ficar um minuto sem ser mimada. Nathalia era a comandante da operação “deixa essa grávida descansando”. Fazia listas, cronogramas, comprava vitaminas, colocava travesseiro extra na cadeira e brigava com Augusto quando ele “atrapalhava o descanso da gestante”. Emma, depois da perda, encontrou em Eloise um porto seguro. As duas se aproximaram ainda mais — e Thiago nunca largou a mão dela. Laís e Heitor continuavam… inexplicáveis. Ora brigavam, ora implicavam, ora sumiam juntos. Ninguém entendia aquele algo a mais — muito menos eles mesmos. Ricardo e Nathalia tinham virado um casal informal. Ele ajudava em tudo, mimava Eloise, carregava compras, ajeitava almofadas. Nathalia fingia indeferença, mas olhava para ele com
Capítulo 276
DOIS ANOS DEPOISO sol batia quente e dourado sobre o jardim da mansão Monteiro.O cheiro de churrasco no ar, risadas ecoando, música alta — o tipo de som que só famílias felizes conseguem fazer.As mesas estavam cheias.Crianças correndo.Copos brindando.As meninas dançando perto da piscina.Cecília, agora com quase dois aninhos, corria pelo gramado rindo, segurando a mãozinha de Benjamim.Os dois eram inseparáveis — como se a vida tivesse desenhado tudo antes deles nascerem.Heitor e Ricardo estavam na churrasqueira, discutindo qual carne assava mais rápido.Thomas assistia tudo, com um copo nas mãos, o olhar atento e rindo da cena. Thiago filmava tudo para “memórias futuras”, enquanto Emma aparecia atrás dele roubando um pedaço de pão de alho e dando risada quando ele reclamava.Laís e Nathalia tentavam impedir as crianças de pular na piscina.Eloise observava tudo com o sorriso leve de quem sabe que venceu.Mas então…O portão interno se abriu.E quem entrou fez metade da festa
CASAL 2 — O Policial Dominador e a Sua Submissa.
CAPÍTULO 1 A PRIMEIRA VEZ A noite estava fria, mas não silenciosa. Depois do jantar com os amigos, o carro de Thomas era o único lugar onde o mundo parecia desacelerar. Sofia observava a rua pela janela, as luzes passando como pequenos riscos dourados. Thomas dirigia com uma mão no volante e a outra apoiada na perna, o maxilar marcado pela luz dos postes. Ele estava sério… mas não era frieza. Era controle. Sempre controle. Ela respirou fundo. — Obrigada por me trazer — Sofia disse, tentando soar casual. — Eu não ia te deixar voltar sozinha — ele respondeu, sem tirar os olhos da rua. O tom era firme demais para ser só gentileza. Sofia sorriu. O coração batia rápido — não de medo, mas de antecipação. Quando ele estacionou em frente ao prédio da Nathalia, a tensão entre os dois já era um convite. Por um segundo, nenhum dos dois se mexeu. Só o som do motor. Só o ar carregado entre eles. Sofia virou o rosto, encontrou os olhos dele e… arriscou. — Quer
CAPÍTULO 2 — O DIA SEGUINTE
O toque insistente do celular quebrou o silêncio confortável do quarto. Thomas abriu os olhos primeiro. Sofia ainda dormia, o corpo enroscado no peito dele, quente e rendida, como se o mundo lá fora não existisse. Ele pegou o celular na mesa de cabeceira. — Fala. — a voz rouca de sono, mas firme. Sofia só sentiu o movimento dele se levantar. O ar frio da manhã tomou o lugar onde o corpo dele estava segundos antes. Era um colega da delegacia. O dever chamava. Thomas vestiu a calça sem fazer barulho, passou a camiseta por cima da cabeça e, antes de sair, inclinou-se sobre ela. — Tem compromisso à noite? — perguntou com aquele tom firme que sempre fazia a pele dela arrepiar. Sofia piscou devagar, ainda meio sonolenta. — Não… — Às dezenove horas passo aqui. — afirmou como quem dá uma ordem, não um pedido. Sofia assentiu sem pensar. Thomas deu um beijo rápido nos lábios dela e saiu. No corredor, mal fechou a porta e deu de cara com Natália chegando com a
CAPÍTULO 3 — O JANTAR
Às 19h em ponto, o celular de Sofia vibrou. > Thomas: Cheguei, ruivinha. O coração dela quase parou. Sofia se olhou no espelho pela quinta vez. E ainda assim, não parecia suficiente. — Será que não tá sensual demais, Nathalia? — perguntou, ajeitando a alça fina do vestido. Nathalia cruzou os braços, analisando Sofia como se fosse uma obra de arte recém-finalizada. — So… — disse chamando pelo apelido carinhoso. — Você está perfeita. Sensual na medida. E, principalmente… — abriu um sorriso orgulhoso — você está parecendo a mulher que tá se tornando, não a menininha que você acha que ainda é. Sofia desceu os olhos para o próprio corpo, apreensiva. O vestido preto marcava as curvas com elegância: a cintura fina, os quadris largos, o decote discreto que insinuava mais do que mostrava. A fenda lateral revelava a coxa de um jeito perigoso — mas lindo. O batom vermelho dava o tom exato do que ela queria transmitir: mulher. Os cabelos ruivos soltos em ondas. Um brinco longo do
CAPÍTULO 4 — O ACORDO
O carro percorreu a orla em silêncio. Mas era um silêncio cheio. Silêncio que falava. Quando o veículo parou, Sofia reconheceu o prédio espelhado à beira-mar. Luxuoso. Discreto. Um hotel caro, silencioso, com varanda voltada para o oceano. Ele saiu primeiro, deu a volta e abriu a porta dela. — Vem, ruivinha. — Não pedido. Convite carregado de decisão. Sofia seguiu o homem que, mesmo quieto, parecia ocupar o corredor inteiro. O elevador subiu devagar. Ele ficou atrás dela, tão perto que ela sentia o calor da respiração dele na nuca. Quando as portas abriram, Thomas a guiou até a suíte. Entrou primeiro, acendeu apenas as luzes laterais — suaves, quentes — e deixou a vista para o mar ser o centro da cena. Então ele virou para ela. E Sofia sentiu o estômago cair. Thomas tirou o blazer, colocou sobre a poltrona, dobrou as mangas da camisa e se aproximou devagar. — Antes de qualquer coisa — ele começou — precisamos conversar. Sofia engoliu seco. Ele parou