All Chapters of Casei com Meu Chefe Frio e Bilionário : Chapter 51
- Chapter 60
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Capítulo 51
Capítulo 51 Então, ele a puxou pela cintura, e o beijo aconteceu como se fosse inevitável — quente, urgente, arrebatador. Eloise sentiu o corpo inteiro incendiar-se. O sabor do vinho, o toque firme das mãos dele, o calor que parecia subir da pele até o peito. Augusto a ergueu com facilidade e a sentou sobre a mesa, aproximando-se ainda mais. As pernas dela se entrelaçaram em torno da cintura dele, puxando-o para perto. O beijo se aprofundou, as mãos dele explorando sua cintura, costas, coxas. Ela arfou contra a boca dele, e a sensação de estar tão perto, tão entregue, só aumentou a chama. Só parar para respirar mas os olhares um no outro. Lá fora, a chuva caía pesada, como se tentasse apagar o fogo que crescia entre eles. Mas dentro daquela cozinha, nada poderia esfriar. Eloise segurou o rosto dele com as duas mãos, como se não quisesse que o momento acabasse. Augusto, com a respiração acelerada, roçou os lábios no ouvido dela. — Cuidado, Eloise… — sussurrou. — Ou es
Capítulo 52
Capítulo 52 Quando ele a deitou na cama, as mãos começaram a explorar cada curva, mas Eloise virou o rosto por um instante, tentando puxar ar. O peito subia e descia rápido, não só pelo desejo, mas pela consciência que começava a gritar lá no fundo. Num lampejo de lucidez, tocou o peito dele para afastá-lo, — Augusto… — a voz saiu quase um sussurro, trêmula. — Isso… isso não é certo… você é o meu chefe… e eu… nós não deveríamos… A frase morreu no ar quando ele aproximou o rosto, os olhos verdes queimando contra os dela. A mão dele segurou o rosto dela com firmeza, fazendo-a encará-lo sem escapatória. — Foda-se tudo isso, Eloise. — A voz saiu baixa, rouca, carregada de desejo. — Eu quero você… agora. Foi como se aquelas palavras derrubassem qualquer barreira que ainda restava. O corpo dela cedeu antes que a mente pudesse reagir. Ele a puxou para um beijo voraz, desses que roubam o ar, enquanto as mãos deslizavam por sua pele quente, marcando territórios que jamais seriam esqu
Capítulo 53
Capítulo 53 O quarto estava mergulhado numa penumbra suave, iluminado apenas pela luz cinza que filtrava pelas cortinas. A chuva lá fora continuava firme, como se quisesse embalar o silêncio que se instalara.Augusto ainda mantinha o braço firme ao redor da cintura dela, como se não tivesse intenção de soltá-la tão cedo. Eloise, ainda ofegante, sentia o calor dele colado ao seu corpo, o coração dele batendo num compasso que aos poucos ia desacelerando junto ao dela.Por um instante, nenhum dos dois falou. Era como se a respiração mútua fosse suficiente para preencher o espaço.Ele a olhou de lado, os olhos verdes agora menos intensos, mas carregados de algo difícil de decifrar. Passou os dedos levemente pelo rosto dela, afastando uma mecha de cabelo úmida de suor.— Vem — disse, num tom mais baixo e suave do que ela estava acostumada a ouvir.Eloise franziu levemente a testa, mas permitiu que ele a guiasse até o banheiro. A água quente já corria quando ela entrou, sentindo o vapor en
Capítulo 54
Capítulo 54 Por alguns segundos, só se ouviu a chuva e o tilintar leve das colheres tocando a cerâmica. Até que ele falou, a voz mais baixa: — Você ficou com medo hoje. Não era uma pergunta. Eloise respirou fundo, o olhar preso na bebida. — Sim… — a confissão saiu baixa, quase um sopro. — Mas passou. — Passou porque eu estava lá — ele disse, seguro, sem hesitar.— Nunca mais vou colocar sua vida em risco, prometo Eloise. A afirmação, dita com aquela segurança inabalável, fez o estômago dela revirar. Levantou os olhos devagar, encontrando aquele verde intenso. Por dentro, algo pareceu ceder — uma mistura de gratidão, confusão e um desejo que insistia em não ir embora. — E se um dia você não estiver? — perguntou, sem saber exatamente por que. Mas carregada de um medo que ela não queria admitir. Ele não desviou, não piscou, não recuou. Pelo contrário — a intensidade no olhar aumentou. — Então vou garantir que esse dia nunca chegue. O silêncio que veio depois não foi de
Capítulo 55
Capítulo 55 — É o café da manhã — disse ela, meio rindo, meio frustrada, escapando dos braços dele antes que a tentação a puxasse de volta. Augusto suspirou, se afastando e indo em direção à mesa para aguardar. Eloise ajeitou o vestido e caminhou até a porta. O sorriso já estava no rosto quando girou a maçaneta — mas congelou assim que viu quem estava ali e o sorriso morreu no mesmo instante. — Thamires. — O que você está fazendo aqui? Cadê o Augusto? — perguntou, a voz carregada de falsa doçura, mas os olhos avaliando cada detalhe. Antes que Eloise pudesse responder, Thamires entrou sem pedir permissão. — Augusto… — disse, forçando um sorriso enquanto avançava — fiquei tão preocupada quando vi as notícias. Ele estava sentado à mesa, mas se levantou devagar, com o olhar frio e calculado. — Não precisava se preocupar. Como pode ver, estou muito bem. — Bem? — ela arqueou a sobrancelha, lançando um olhar demorado para Eloise. — Pelo visto… bem acompanhado. — Exatamente — e
Capítulo 56
Capítulo 56 O silêncio que ficou depois da porta bater parecia pesar mais do que qualquer palavra. Augusto continuava parado no mesmo lugar, o maxilar contraído, os olhos fixos em um ponto qualquer da mesa. Eloise cruzou os braços, recostando-se na parede. — Não vai me dizer que esse foi o café da manhã mais… agradável que você já teve? — tentou provocar, mas o tom soou mais cauteloso do que queria. Ele desviou o olhar para ela, e por um instante, os olhos verdes pareciam mais frios do que nunca. — Não brinque com isso, Eloise. — Com o quê? — ela ergueu uma sobrancelha. — Com a ex-noiva que apareceu aqui sem ser convidada ou com o fato de você ter me chamado de “namorada” na cara dela? — Com o que ela é capaz de fazer. — A voz saiu baixa, grave, carregada de uma firmeza que fez Eloise engolir em seco. Por um momento, ela não respondeu. Observava-o como quem tentava decifrar um enigma perigoso. — Você fala como se… — Como se conhecesse bem o inimigo? — ele cortou,
Capítulo 57
Capítulo 57Depois do beijo, Augusto se afastou devagar, os olhos ainda cravados nela, como se dissesse mais do que queria. Sem pressa, seguiu para o quarto, desaparecendo no banheiro para o banho matinal.Eloise, por sua vez, respirou fundo, tentando reorganizar os próprios pensamentos — e os batimentos — enquanto um leve sorriso ainda insistia em ficar nos lábios. Poucos minutos depois, a campainha tocou. Era o café da manhã.Ela recebeu o carrinho da cobertura, agradeceu ao funcionário e começou a preparar a mesa. Pôs as xícaras no lugar, ajeitou as frutas e até corrigiu o posicionamento das flores, como se a ordem impecável fosse capaz de acalmar o turbilhão que sentia por dentro.Quando ele voltou, já vestindo a calça social e a camisa aberta no colarinho, sentou-se sem dizer nada. Comeram juntos, trocando comentários breves sobre o dia anterior, mas sem evitar os olhares demorados que, vez ou outra, atravessavam a mesa.Quando terminaram, Eloise pegou o celular e discou para um
Capítulo 58
Capítulo 58 Assim que entraram no prédio, já sentiram o peso do dia. Pilhas de documentos, mesas com arquivos espalhados, e funcionários andando de um lado para o outro. — É como voltar depois de um furacão — murmurou Eloise, ajustando a pasta nos braços. — É exatamente isso — Augusto respondeu, com a expressão séria. — E hoje a gente começa a reconstruir. Passaram a manhã revisando relatórios, alinhando novas diretrizes com os diretores, e recebendo candidatos para entrevistas. Claudia apareceu cedo, com um café extra na mão para Eloise. — Pra você aguentar o ritmo dele — disse, apontando para Augusto com um sorriso divertido. — Muito gentil, Dona Cláudia — Eloise respondeu, aceitando a bebida. Augusto levantou o olhar do contrato e, com um meio sorriso, comentou: — Olha só… tentado ajudar minha secretária? — Apenas um café para uma amiga — retrucou ela, com um brilho malicioso no olhar. Ele balançou a cabeça, rindo baixo. — Essa eu deixo passar. Cláudia piscou para E
Capítulo 59
Capítulo 59 A sexta-feira amanheceu preguiçosa e fria, com o vento batendo contra as janelas da suíte. Eloise abriu os olhos sentindo o peso agradável do braço de Augusto sobre sua cintura. Ele ainda estava ali, encostado nela, a respiração quente contra o pescoço.— Bom dia… — ele murmurou, a voz rouca e lenta.— Bom dia… — ela respondeu, com um sorriso que ele não viu, mas sentiu.Sem pressa, levantaram-se e seguiram juntos para o banho. A água morna deslizava sobre os dois, e a princípio, o momento parecia apenas calmo… até que os dedos dele começaram a explorar com a intimidade de quem já sabia onde provocar arrepios. Eloise fechou os olhos, deixando escapar um suspiro quando os lábios dele encontraram o ponto sensível abaixo de sua orelha.Foi rápido, mas intenso — um sexo sem pressa, marcado mais por toques demorados e beijos molhados do que por urgência. Ele a manteve contra a parede, enquanto a água escorria pelos dois, e terminou com um beijo longo, como se quisesse prolonga
Capítulo 60
O almoço se estendeu mais do que Eloise esperava. Cada prato parecia apenas um pretexto para que eles permanecessem ali, trocando provocações entre uma taça e outra. Quando a sobremesa chegou — um pudim de leite impecável — Augusto pegou a colher antes dela e serviu um pedaço, levando devagar até a boca dela. — Prova. — O tom não era sugestão, era ordem. Ela inclinou-se levemente, aceitando a colher. O doce derreteu na boca, mas o olhar dele a deixou ainda mais desconcertada do que o sabor. — Está ótimo — murmurou, limpando o canto dos lábios com o guardanapo. — Eu sei. — Ele ainda a observava, como se ela fosse a sobremesa real. O silêncio que se seguiu era denso, carregado de um desejo contido que nenhum dos dois fazia questão de disfarçar. Eloise largou o guardanapo sobre a mesa e cruzou os braços, tentando parecer firme. — Você prometeu que íamos voltar depois do almoço, lembra? — Eu cumpro promessas, Eloise. — Ele se levantou, ajeitando o casaco. — Mas isso não significa q