All Chapters of Predador: Presa em minhas garras: Chapter 51
- Chapter 60
222 chapters
Capítulo 32: Não leve minha companheira - parte 2
— Chamem os médicos! — a voz furiosa do alfa ecoou, assustando a todos e, por um momento, paralisando a todos, que o encaravam com medo enquanto as presas e os olhos vermelhos dele começavam a aparecer, numa semi transformação que deixou sua voz mais monstruosa. — AGORA!Trash foi o primeiro a correr, empurrando cadeiras, abrindo caminho, o corpo de Melia se sacudia entre os braços do alfa, que a segurava como se pudesse impedir a morte de arrancá-la dali.— Não, não, não, de novo não! — ele repetia, a testa colada à dela, pela primeira vez estavam vendo aquele homem enorme o alfa que todos temiam, frágil, chorando enquanto implorava para quem pudesse ouvir que não lhe tirassem sua companheira. — Fica comigo, Melia, não vou deixar você ir embora, não vou deixar!***O ho
Capítulo 33: Humilhada - parte 1
O quarto do hospital estava mergulhado em silêncio, o som constante dos aparelhos era o único sinal de que a vida ainda resistia dentro do corpo frágil de Melia. Ela permanecia imóvel, pálida, os lábios entreabertos como se buscassem ar que teimava em não vir. Sua respiração era ruidosa e as veias negras tomavam cada vez mais de sua pele.Killer estava sentado ao lado da cama com a mão envolvendo os dedos de sua companheira, incapaz de soltar. O alfa parecia uma fera contida à força, o corpo rígido, os olhos vermelhos faiscando em um brilho de raiva e desespero. O mundo inteiro parecia ter parado, como se nada além daquela respiração fraca importasse.A porta rangeu e uma enfermeira entrou devagar, ela ajeitou o jaleco e respirou fundo antes de se aproximar, como se qualquer movimento errado pudesse atrair a fúria do alfa para ela e realmente podia.— Senhor Knight... — sua voz saiu baixa.. — Nós fizemos todos os testes possíveis, o veneno no sangue dela é... estranho. Não conseguimos
Capítulo 33: Humilhada - parte 2
A resposta veio em forma de riso baixo, Beatrice estava em sua cama, coberta apenas por um lençol branco que mal escondia suas coxas grossas. Os cabelos bagunçados caíam pelos ombros, e seus olhos brilhavam em desejo. Ela viu o exato momento em que Killer entrou e não foi difícil se rastejar até ali enquanto ele estava no banho. — Estava esperando por você, alfa. — A voz dela era melosa, carregada de malícia. — Imaginei que estava estressado… Tudo culpa daquela renegada suja…Ela deixou o lençol escorregar, revelando quase todo o corpo, estava completamente nua, e era belíssima, mas as curvas que antes atraiam o alfa agora o enojavam. — Pensei que precisaria de companhia para… Relaxar — comentou novamente a loba, a voz melosa enquanto ela se arrastava até a ponta da cama de quatro, se aproximando do alfa e puxando a toalha que estava enrolada em sua cintura, expondo o pau dele para seu proprio prazer. Beatrice o tocou movendo os dedos sobre o membro dele enquanto, com a outra mão,
Capítulo 34: A loba prateada - parte 1
O silêncio pesado do hospital da alcateia só era quebrado pelos bipes insistentes das máquinas e pelo som distante de passos apressados de enfermeiros. A madrugada engolia o prédio, e o quarto de Melia estava mergulhado em penumbra. Ela permanecia imóvel na cama, o corpo pálido, a respiração ruidosa. A curandeira, junto as enfermeiras tentou de tudo rituais, ervas, mas nada alcançava Melia ou sua loba, e o corpo dela parecia fadado a perder aquela batalha. Quando perceberam que nada adiantaria, a ultima coisa que a mulher fez foi desenhar uma lua crescente no peito da garota e pedir a deusa que ela tivesse forças, pois a medicina dos lobos não podia ajudar.Depois disso, a deixaram sozinha, na esperança de que a deusa a ajudasse a lutar aquela era a última esperança, era tudo o que podiam fazer.Quando até as enfermeiras tinham se recolhido para a sala de descanso, a porta se abriu de forma suave, sem emitir ruído algum. Uma silhueta atravessou o corredor escuro e adentrou o quarto, co
Capítulo 34: A loba prateada - parte 2
Quando finalmente chegou ao lado de fora e a luz da lua tocou sua pele, ela rolou pelas escadas, batendo no chão com força, as costas pressionadas contra a grama e os olhos prateados fixos na lua. “Deusa… O que… O que é isso….”Seus pensamentos estavam confusos, mas quando o primeiro estalo soou, o grito surdo quase sem som, saiu de seus lábios rasgando dolorosamente a garganta, então outro estalo, e mais outro. Seus ossos mudaram, a pele se rasgou, os pelos prateados como seus olhos surgiram e, devagar com muito sofrimento a loba prateada deixou a pele humana surgindo ao luar coberta de sangue, assustada e confusa. Então ela inclinou a cabeça para cima e uivou um uivo alto que pareceu fazer as folhas das árvores tremerem e acordou todos da alcateia.“Alfa por favor… Preciso de você…”, a voz suave de Melia ecoou em seus pensamentos e no mesmo instante, Killer abriu os olhos. Havia adormecido de exaustão no escritório enquanto esperava Trash para decidirem juntos o que fazer antes de
Capítulo 35: Consequências - parte 1
O sol já ia alto e iluminava todo o jardim, e não havia um lobo que não estivesse chocado com o que havia acontecido no amanhecer. O burburinho sobre a renegada companheira do alfa não ser uma loba fraca e sim uma espécie rara já corria por toda parte… Quem podia imaginar que aquela coisinha minúscula e magra seria uma loba-prateada?Killer não soltou Melia desde o instante em que a trouxera de volta ao quarto. Passou toda a primeira parte da manhã tentando fazê-la se sentir melhor, tentando ajudá-la a entender porque sentia tanta dor o que havia acontecido e como controlar as próximas transformações. Quando o sol entrou pelas janelas, dourando o quarto com um brilho suave, ela se mexeu devagar, os olhos prateados piscando para a luz, ela finalmente havia conseguido tirar um cochilo de algumas poucas horas mais cedo e agora estava acordando. Killer imediatamente se ergueu, tocando seu rosto com cuidado.— Está com dor? — sua saiu mais baixa que um sussurro, carregada de uma preocupaçã
Capítulo 35: Consequências - parte 2
Killer olhou para o corredor, vendo uma empregada passando com um carrinho de limpeza, depois para Melia. — Chame Juno. Agora. — ordenou a ela, que deixou o carrinho de lado e correu para cumprir a ordem.Poucos minutos depois, Juno entrou no quarto, a loba parecia ter vindo correndo, os cabelos curtos meio bagunçados. Seus olhos foram direto para Melia, e ela se sentou na cama sem pedir permissão. — Pode deixar comigo, eu cuido dela — disse firme.Killer hesitou, mas quando Trash fez um gesto impaciente, ele se levantou. Ao sair, notou o olhar de Juno e Trash se cruzando, o alfa percebeu os dois se encararem por um segundo, Juno olhava o beta com irritação e Trash, mesmo tentando não o fazer a encarou também. Apesar de curioso, o alfa não perguntou nada não ainda, afinal agora tinham assuntos mais importantes para resolver.Os dois homens seguiram pelo corredor conversando em voz baixa porque agora pareciam acreditar que as paredes tinham ouvidos e realmente tinham. — Uma emprega
Capítulo 35: Consequências - parte 3
O alfa ignorou as lágrimas dela, suspirando pesadamente e olhando para Trash por um momento, antes de perguntar:— E naquela noite? Na noite do jantar? Você viu Corin? Sabia do que ela iria fazer?— Não… Fiquei o tempo todo com as meninas, elas estavam me consolando, não tenho andado muito bem ultimamente e… — É mentira dela! — Corin gritou se descontrolando completamente. A loba avançou em cima de Beatrice, segurando seus ombros e berrando, a sacudindo. Em outros tempos Beatrice iria revidar, ela sentiu a raiva e a irritação crescendo dentro de si por saber que Corin estava tentando levála para o buraco com ela… Mas não cedeu. — Conte a ele! Conte a ele sua desgraçada! — Corin continuou gritando, as garras crescendo, furando a pele de beatrice. — Fala a verdade!— Alfa por favor… Ela está me machucando… — Beatrice choramingou mais indefesa do que nunca. Em outros tempos, ela nunca se deixaria ser tratada assim por ninguém, mas agora… Pelo seu bem, tinha que ser um cordeiro.
Capítulo 36: É tudo por você - parte 1
O quarto estava silencioso quando Melia abriu os olhos, estava mais claro que o normal, mas não era isso que lhe chamou atenção, ao erguer a cabeça, percebeu Juno de pé junto à janela, imóvel, os olhos fixos lá embaixo no pátio.— Juno? — murmurou, a voz ainda arrastada pelo sono. — O que você tá fazendo aí?A amiga não respondeu de imediato, apenas ergueu o queixo, como quem observa algo que não queria perder nenhum detalhe. Melia se ajeitou na cama, curiosa.— O que tá acontecendo?Juno finalmente se virou, e havia um brilho estranho em seus olhos, uma mistura de satisfação e incredulidade. Ela fez um gesto, chamando Melia com a mão, empolgada como a amiga nunca tinha visto Juno estar.— Vem ver, rápido! Você precisa ver isso, amiga!Mesmo confusa, a loba levantou-se e caminhou até a janela, então, quando os olhos se acostumaram com a luz do sol, sua boca se abriu num “O” perfeito e ela apoiou uma das mãos sobre os lábios encarando a cena que se desenrolava no gramado. Ali embaixo,
Capítulo 36: É tudo por você - parte 2
O resto da tarde passou lento e quando a hora do jantar chegou Melia ainda não queria sair, parecia demais precisar enfrentar todos da alcateia, principalmente depois da expulsão de Corin, para ela, todos iriam julgá-la como culpada, não como vítima. Por isso, Juno desceu para buscar algo para a amiga comer.No salão, ela separou uma bandeja e começou a colocar algumas coisas que achava que a amiga gostaria de comer, ainda era estranho ter tanta fartura quando estavam acostumadas a migalhas, mas Juno estava aproveitando cada segundo por medo de, cedo ou tarde, algo acabar dando errado.Enquanto cortava um pedaço de queijo, seus instintos sentiram imediatamente quando o alfa se aproximou, outra coisa que ainda achava estranha era a sensação de ter um alfa era como se sua loba soubesse quando ele estava presente sempre que ele se aproximava, e realmente sabia, pois quando se virou, viu Killer parado alguns passos atras, encarando-a com uma postura um pouco mais relaxada.— Senhor — diss