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Capítulo 44 — Peças em Jogo
Author: Bárbara Monteiro
last update2026-02-09 12:07:10

Joyce andava de um lado para o outro no quarto da mansão Nunes como um animal enjaulado.

O celular jogado sobre a cama.

As unhas roídas.

Os nervos à flor da pele.

— Aquela mulher tem que ter algum podre… — murmurou.

Pegou o primeiro objeto que encontrou.

Um vaso decorativo.

Arremessou contra a porta.

O impacto ecoou pela casa vazia.

Ninguém veio.

Não havia mais empregados.

Não havia luxo circulando.

Só silêncio.

Só contas bloqueadas.

Só policiais rondando.

Só a sen
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  • Capítulo 44 — Peças em Jogo

    Joyce andava de um lado para o outro no quarto da mansão Nunes como um animal enjaulado. O celular jogado sobre a cama. As unhas roídas. Os nervos à flor da pele. — Aquela mulher tem que ter algum podre… — murmurou. Pegou o primeiro objeto que encontrou. Um vaso decorativo. Arremessou contra a porta. O impacto ecoou pela casa vazia. Ninguém veio. Não havia mais empregados. Não havia luxo circulando. Só silêncio. Só contas bloqueadas. Só policiais rondando. Só a sensação sufocante de que tudo estava desmoronando rápido demais. Joyce respirou fundo. Tentou se recompor. Mas era impossível. Estava vivendo na mansão com a mãe agora. Sem o pai. Sem notícias. Sem dinheiro entrando. Sem segurança. Sem poder. O sobrenome Nunes, que antes abria portas, agora levantava suspeitas. Ela sentou na cama. Pegou uma foto que estava sobre a mesa. Observou a imagem com desprezo. Nathália. Nos braços de outro homem. Rindo. Beijando. Uma mon

  • Capítulo 43 — Antes da Tempestade

    A rotina agora era diferente. Ricardo voltava para o apartamento sozinho. Acordava sozinho. Não precisava mais passar para deixar ninguém na empresa. Sem beijo de boa noite. Sem beijo de bom dia. Sem beijo de despedida. Agora era tudo por mensagem. E aquilo estava começando a consumi-lo. Estava distraído com os próprios pensamentos quando a porta do escritório se abriu sem aviso. Ricardo ergueu a cabeça. Ela estava ali. Elegante. Imponente. Postura impecável. Carlota Rocha. — Ricardo… por que eu ligo e você não atende? Ele apoiou as mãos na mesa. — Muito ocupado, mãe. — Para sua mãe, você está sempre ocupado. — Vamos pular essa parte. — respondeu seco. — O que trouxe você aqui? Carlota cruzou os braços. — Fiquei sabendo que terminou com a secretária. — Sim. — respondeu sem hesitar. — Terminamos o namoro. Na cabeça dele, o pensamento veio automático: > Agora somos noivos. Um quase sorriso apareceu no canto da boca. Carlota estreit

  • Capítulo 42 — O Caos

    Na frente do prédio Nunes Viaturas estacionadas. Dois carros descaracterizados. Joyce entrou no prédio compassos apressados. O salto batendo forte no mármore do saguão. O coração acelerado. Ainda sentia o eco da palavra apreensão na cabeça. Assim que atravessou a porta giratória… congelou. Policiais uniformizados. Outros à paisana. No meio do hall. Caixas. Pastas. Computadores sendo retirados. Funcionários cochichando em grupos pequenos. Rostos pálidos. Telefone tocando sem ninguém atender. — Não… — murmurou. Endireitou os ombros e avançou. — O que está acontecendo aqui?! Ninguém respondeu. Ela passou por dois agentes levando monitores. Subiu os degraus. Elevador está ocupado por polícias. Foi direto para a recepção da presidência. A secretária do pai estava de pé atrás da mesa. O rosto tenso. Os dedos tremendo enquanto segurava o telefone. — Onde está meu pai? — Joyce perguntou, sem rodeios. A mulher ergueu os olhos. Engoliu

  • Capítulo 41 — O Primeiro Dominó

    Depois de quase uma hora ao telefone, Nathália se apoiou no balcão da cozinha. — Tudo bem… então fica tudo combinado assim. Desligou. Virou-se para Ricardo. — Jorge aceitou meu plano. Ricardo arqueou a sobrancelha. — E posso saber que plano é esse? Nathália respirou fundo. — Não tudo ainda. Mas é importante você fazer ela acreditar que a gente terminou… e que você acredita nela. Que vocês passaram a noite juntos. Ricardo ficou sério na hora. — Nathália… — Tenho certeza que ela vai te procurar. — completou. — E quer apostar que sua mãe tá no meio? Ele soltou um suspiro curto. — Não duvido. Pegou um prato, serviu. Virou se para o balcão. — Vamos almoçar. Nathália sorriu de canto. — Uuh… parece bom. Depois completou: — E a parte das ações da empresa Nunes despencarem… Jorge já fez isso. Ricardo nem piscou. — Era lógico. Ou ele fazia… ou eu faria com as minhas próprias mãos. Nathália assentiu. — Agora ele tá investigando umas ilegalidades

  • Capítulo 40 — Noivos

    Quando Ricardo voltou à sala, havia algo escondido atrás das costas. Nathália franziu a testa. Ricardo respirou fundo. — Eu… não queria que fosse assim. — confessou. — Tinha outra coisa em mente. Ele se aproximou do sofá. Ajoelhou-se à frente dela. Os olhos firmes. Mas carregados de emoção. — Eu te amo. — disse baixo. — Nunca, nunca duvide disso. E… obrigado por não ter duvidado de mim. Nathália levou a mão à boca. — Eu também te amo. Ricardo sorriu. — Então… preciso te perguntar algo. Pra ter certeza. Pegou a mão dela. Puxou-a com cuidado. E trouxe para a frente a outra mão que estava escondida. Nathália arregalou os olhos. — Não… amor… mentira… As lágrimas já se formavam. Ricardo deu um pequeno sorriso. — Calma. Então abriu a caixinha. Dentro… um anel delicado. Diamantes. Elegante. Lindo demais. — Nathália Guimarães… — a voz saiu firme, mas carregada. — Você aceita casar comigo? Ela levou a outra mão ao rosto. — Meu Deus… — r

  • Capítulo 39 — Escolher Confiar

    Nathália voltou a encarar a tela do celular por longos segundos. Ricardo deitado na cama. Os olhos fechados. A mesma posição nas três fotos. O enquadramento perfeito demais. Ela balançou a cabeça. Então soltou uma risada curta. Baixa. Sem humor. Jorge observava. — Algum problema, filha? Nathália falou mais para si mesma do que para ele: — Sério? Fotos na cama… homem dopado… e uma mulher nua? Virou o telefone na direção de Jorge. — Ela nem pra vilã de livro presta. Isso é tão… previsível. Jorge franziu o cenho. — Você tem certeza de que isso é só uma armação? Nathália nem piscou. — Tenho. Ergueu os olhos. Firmes. — Ricardo nunca faria isso comigo. Nunca. Ao redor da mesa, todos se entreolharam. Ana, que estava ao lado de Nathália, viu as fotos. Empalideceu. — Meu Deus… irmã… E, num movimento rápido, a envolveu em um abraço. Por mais que Nathália tivesse certeza de que aquilo era apenas um plano de Joyce… ver aquelas imagens doía.

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