All Chapters of O Rei Lycan e sua Tentação Sombria: Chapter 691
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207. MALDITO HIPÓCRITA.
VICTORIAEu estava com o sangue fervendo.Como se atrevia aquele maldito lobo a me tratar como um pedaço de carne?— Vampira do feudo dele? — a voz rouca de Rousse ecoou.— Senhor, está enganado.— Como ousa falar assim com seu Lorde?!— Ele não é meu Lorde — Rousse deu um passo à frente com hostilidade e respondeu àquela mulher que acompanhava o lycan.— Insolente!— Cala a boca, Celia! — a voz furiosa e estridente da besta reverberou pelas paredes.Fiquei atrás de Rousse, mas podia sentir a fúria dele.Por que esse bipolar tava agindo assim?— Eu não dou a mínima de onde você veio — ele rosnou para Rousse, e ouvi seus passos se aproximando.— Essa mulher faz parte dos vampiros rebeldes do meu feudo. Exijo que a entregue de boa vontade ou vai ser à força.Mas ele é um filho da put4 mesmo?!— Vim procurar minha escrava que havia fugido e a encontrei na floresta. Agora também roubam escravos no seu feudo?Rousse não se deixava pisar, mas a paciência do Lorde era curta.— Tô sendo racio
208. O HOMEM MAIS IMPORTANTE.
VICTORIADe repente, o Beta dele irrompeu no quartinho já lotado.Quando me viu, franziu a testa e logo percebeu a situação perigosa.— Meu Senhor, a carga está pronta. Podemos retornar à fortaleza.Falou em voz baixa, como se estivesse lidando com uma fera perigosa.Rousse se posicionou ao meu lado e me lançou um daqueles olhares de reprovação.O Lorde ficou parado, parecia hesitar.Alternava seu olhar penetrante entre Rousse e eu, provavelmente pensando se nos despedaçava ali mesmo ou se nos levaria como prisioneiros.— Vamos embora.Quase soltei um suspiro ao ouvir ele dar essa ordem com um rosnado.Saiu como um vendaval pelo mesmo caminho que entrou. Aquela mulherzinha foi atrás dele, colada como chiclete.Dois pesos, duas medidas.Se me deixou livre, por que agora me queria de volta?O quarto ficou quase vazio.— Embale as coisas que compramos, vamos levá-las — Rousse disse à pobre criada que tremia num canto.Não a culpo, a aura opressiva que se espalhou aqui fez a loba dela gem
209. EU TE CARREGO NO CORAÇÃO
NARRADORAVictoria só tinha mencionado o nome do pai pra provocar, mas quando começou a cantar, seus sentimentos de verdade vieram à tona.De pé em cima do balcão, seus lábios começaram a entoar uma das músicas favoritas de Zarek.As lembranças vieram flutuando em sua mente enquanto ela fechava os olhos.Na sala do palácio, com a lareira quente estalando e consumindo a madeira...Ela era uma garotinha, e o pai pedia que cantasse aquela melodia de amor incondicional, separação e saudade.Aprendeu desde pequena e sempre cantava pra ele.Sentia que Zarek ficava um pouco triste, que os pensamentos dele voltavam pra acontecimentos do passado.As notas se moviam lindamente pelo ar, entrelaçadas com todas as memórias de Victoria.As luzes das velas na taverna piscaram, diminuindo de intensidade e mergulhando o ambiente numa penumbra aconchegante.A magia vampírica enfeitiçava o coração de todos, a melancolia de Victoria tocava fundo na alma deles.O Lorde dos lobos foi o mais afetado.O punh
210. A ESCRAVA REBELDE
VICTORIAEu estava tão irritada e confusa.Ele não se mexeu, nem disse uma palavra, escondido na outra ponta do beco, na escuridão quase total.Mas os olhos intensos, daquele tom de avelã que brilhava como âmbar dourado, o entregavam.E o batimento firme do coração, que acelerava como se estivesse nervoso.Pura besteira. Não vou mais me deixar enganar pelos sinais idiotas que acho perceber desse lobo.—Tô de saco cheio desse teu papinho de machão. Vai se foder se não quer falar comigo…Essa frase já era motivo suficiente pra ele cortar minha cabeça por falar assim com o dono dessas terras, mas ele pode muito bem me beijar a bunda, esse prepotente.Me virei, decidida a ir embora.—Por que você tava chorando? —a voz rouca dele me perguntou de repente—. Tava triste… não disse que gostava do seu amo? Fugiu dele porque ele te maltrata? Você tem medo dele?Essas últimas perguntas saíram chiando pelos dentes.Fiquei parada por um segundo, de costas, suspirando, só querendo ir embora.—Minha
211. QUE NOMINHO MAIS FEINHO
VICTORIACansei de resistir e de gritar.Era óbvio que ninguém ia me salvar, e que eu mesma podia fazer isso… mas meu coração me traía.Depois de me carregar por vários minutos, ele parou na beira de um telhado e me colocou no chão.Suas mãos passavam pelo meu corpo, apertando meu vestido, me colando contra ele, aproveitando cada chance pra me apalpar.—Isso se chama sequestro, senhor Lorde. E agora, o que vai fazer?Nem respondeu. Só me virou de costas pra ele e me sentou em seu colo.Se recostou contra a parede fria de uma chaminé, entre as duas águas do telhado, e me puxou contra seu peito.—Sshh… porra, que joelhada boa você me deu nas bolas, sua fera selvagem —ele sibilou quando minha bunda se encaixou bem em cima da ereção dele.—Então me deixa levantar —me remexi ainda mais em cima daquele volume que já estava endurecendo.—Mmmn… continua se esfregando assim e eu não me responsabilizo pelas consequências.O grunhido excitado dele soprou no meu ouvido, me arrepiando.Confesso qu
212. ME PAGUE O MEU PREÇO
VICTORIA—Eu… fui impulsivo…—Você foi um idiota, e ainda insinuou que eu merecia ser forçada por aquele animal…—Não! —ele rugiu.—Não, Victoria, não… porra… foi só a minha raiva falando. Eu sei que seu feudo é longe, você não faz ideia do que já aconteceu aqui… mas eu jamais permitiria que alguém te abusasse, nem você e nem nenhuma outra mulher…Ele fechou os olhos de novo, tentando organizar as ideias. Parecia cheio de contradições.Que merda eu tô perdendo aqui?—Mesmo sendo vampira?—Mesmo sendo vampira, ou o que for —me encarou de frente.Ele parecia tão sincero… dava pra ver tempestades se mexendo dentro das pupilas dele, mas no fim, elas se acalmaram.—Pode me fazer um pedido. Se for razoável, eu vou cumprir.Falou enquanto acariciava meu lábio inferior com o polegar.Vi ele lamber os próprios caninos afiados, me olhando como uma fera no cio.Eu queria entender melhor o lobo dele, mas não conseguia sentir com clareza.Acho que é porque o Lorde é forte demais.—Deixa eles plant
213. ME PARECE JUSTO
VICTORIAEle parecia tão desesperado que minha mão também desceu, e comecei a apertar o pau dele por cima da calça.“Ssshh... nena, isso, isso... mnnn, porra, aperta mais. Aah, é todo seu, meu amor, todinho... grrr…”Parecíamos dois pervertidos quase pelados naquele telhado, afundados na escuridão, nos movendo tomados pela nossa luxúria.O som molhado e ritmado ficava cada vez mais rápido.Minha boceta não parava de escorrer. Meu clitóris sendo esmagado sob a calcinha que entrava fundo demais.Minha boca sendo saqueada, prestes a me deixar sem fôlego.“Isso, neném, aí mesmo... aahhh, não para, não para…!”“Aaahhh!”Mordi o lábio dele quando senti os espasmos descendo pelo meu ventre e as contrações na minha vagina.Minhas coxas se ergueram tensas, empinando as nádegas e tremendo o quadril.Meus peitos balançaram, meu corpo inteiro vibrou, se derramando num êxtase quente.Chupei as gotas carmesim sentindo meus caninos se alongarem, e o desejo de me alimentar quase me consumia.Ele tinh
214. VOCÊ É IRRESISTÍVEL
VICTORIA—E esse lugar? —perguntei espantada quando finalmente meus pés tocaram a grama.Olhava para uma lagoa de águas cristalinas iluminada pela lua.As águas se moviam com correntes suaves nas profundezas, e enormes rochas se erguiam no centro.—É um lugar que encontrei uma vez, explorando essas florestas. Aqui deságua uma cachoeira das montanhas —ele explicou.Ele estava tramando algo, dava pra sentir nas intenções safadas.Caminhou até a beira da água, tirando as botas e pisando descalço nos pedregulhos.—Vamos tomar um banho pra refrescar —sua voz rouca entrou pelos meus ouvidos, esquentando minha imaginação.Começou a se despir na minha frente, sem nenhum pudor.Tirou a camisa branca de linho, levantando aqueles braços poderosos acima da cabeça.O cabelo quase loiro ficou bagunçado de um jeito sexy.Enquanto suas mãos iam aos botões da calça preta de couro, meu olhar faminto percorria cada centímetro dele.Finalmente vi por completo a tatuagem tribal que ele tinha no pescoço, r
215. DIGA QUE SIM
VICTORIAAntes que eu pudesse protestar, a boca dele caiu sobre a minha.Sua mão apertou meu maxilar, me obrigando a obedecer, a me render àquele beijo profundo e apaixonado.Me agarrei ao pescoço dele e fiquei na ponta dos pés.Deixei que ele enroscasse a língua na minha, mordesse meus lábios, roubasse cada suspiro meu.As mãos dele seguraram firme a minha bunda, me levantando, e eu obedeci.Me deixei ser carregada, abrindo as pernas e colando na rigidez dele.Sibilamos com tesão ao sentir nossos sexos se tocando, pegando fogo de desejo.Ele me levou no colo, se movendo pela água.Logo me deitou sobre uma das pedras lisas.Me inclinei pra trás, com as mãos apoiadas na rocha, enquanto um lycan dominante se esfregava descaradamente em mim.— Ah, ah, ah… —comecei a gemer no ritmo das estocadas entre as minhas pernas.As mãos ásperas dele me controlavam, apertando minha bunda e me colando mais nele.Ele não me penetrou, mas passava o pau duro sobre minha boceta.A cabeça grossa se esfreg
216. FANTASMAS DO PASSADO
DRACOMIROs caninos dela se alongaram, pontiagudos, soltando aqueles sibilos de predadora para atrair a presa.As pupilas, vermelhas como sangue.Uma vampira em todo seu esplendor.Tentei empurrar essas sensações idiotas pra longe e focar nesse momento tão excitante e único.E logo veio minha recompensa.Mmmnnn… porra, que apertada… Sshhh…Meus pensamentos, cheios de luxúria e algo mais, se misturavam com uma sensação que era puro pecado.Ela finalmente me empurrou o pau pra dentro daquele buraquinho quente e escorregadio.Meti várias vezes, sem conseguir mais suportar a dor nos meus testículos cheios.Aquelas paredes apertadas engoliam meu pau por todos os lados.Tentação ardente envolta em seda.—Aaggg! —fechei os olhos, rugindo e gozando, sentindo minha essência preenchê-la.Algo rugia dentro do meu peito querendo sair.A base do meu pau pulsava, engrossando, os caninos coçavam nas minhas gengivas.Meu lobo… eram sinais dele… sinais do meu lobo, que eu achava perdido.Victoria me f