All Chapters of O Rei Lycan e sua Tentação Sombria: Chapter 711
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227. UM CRIME A SANGUE FRIO
NARRADORACelia arremessou a caixa pesada de joias da mesa num ataque de fúria.Sua tenda estava um caos.Ele tinha desafiado todo o acampamento por causa de uma vampira.Não se importou nem um pouco em deixar claro que estava louco por aquela vadia.Todo mundo sabia que ela era apaixonada por ele!—Você me rejeita por uma sugadora de sangue nojenta?! Aaaggg, maldição!Ela lançou um vaso de flores ao acaso, mas com tanto azar que quase acertou a pobre mulher que tremia num canto.—VOCÊ! —Celia se lembrou dela de repente.—Você disse que aquelas ervas venenosas iam destruir a pele dela, sua idiota!Avançou contra a feiticeira como uma cadela raivosa e começou a estapeá-la.Não importava o quanto a menina implorasse entre lágrimas, tentando explicar que não foi culpa dela...O guerreiro subornado já estava morto e Celia não tinha mais quem culpar.Não era a primeira vez que batia naquela jovem de apenas 16 anos.E o pior é que depois ainda precisava se curar com magia para que ninguém s
228. À BEIRA DE TE PERDER
NARRADORAAs pupilas de Rousse estremeceram ao ver os dois corpos despencando pelo desfiladeiro.Não devia ter demorado tanto pra atacar o homem!Se lançou esticando a mão pra segurar a garota, mas até o fim aquele guerreiro foi um filho da puta.Agarrou-se a ela com seu último fôlego, até que seus braços não conseguiram mais segurá-la.Rousse sabia que só arriscando conseguiria salvá-la.— Saia do meu corpo agora, Meridiana! — ele gritou pra sua fêmea.“Não, não faz isso, Rousse!” Ela sabia muito bem quais eram suas intenções.— Droga, depois vou te dar umas boas palmadas!Rousse rugiu, se jogando no vazio, atrás do corpo inerte da feiticeira.“Rousse!” Meridiana levou as mãos à boca.O vento assobiava com violência, as sombras o engoliam, o fundo... era invisível.O general conseguiu capturar a mulher e seu olhar pousou num galho que saía da encosta.Não aguentaria seu peso, mas serviria como apoio.Manobrando no ar, conseguiu segurar a garota contra o peito e se posicionar.Na hora
229. ADORO O JEITO COMO VOCÊ ME AMA
NARRADORA—Você acha que eu só me apaixonei pelo homem da ilusão? Rousse, quando é que vai entender que eu amo sua alma, quem você é, e não como você parece? — ela confessou, mesmo no meio do caos.O coração do general voltou a florescer como sempre que ela declarava seus sentimentos.Avançou com passos firmes e a apertou contra o peito, como se quisesse fundi-la a ele.—No fim das contas, entre nós dois, sempre foi você a mais corajosa —sussurrou, beijando sua têmpora.—Eu também amo tudo em você, minha linda feiticeira... tudo.O que sentia por ela ia além de palavras.Os braços de Meridiana rodeavam suas costas e o acariciavam com ternura.Ficaram assim por apenas alguns segundos.Precisavam decidir o que fazer com a garota; aquele lugar não era seguro.—Extraí informações importantes da mente dela, Rousse.Meridiana de repente pôs a mão no peito dele e se afastou para contar.—Ela sabe onde está o seu povo?—As lembranças estavam confusas porque ela estava morrendo. Só vi umas cav
230. PRECISO DO SEU SANGUE
DRACOMinhas mãos estavam relaxadas nas bordas da banheira, como quem já tinha terminado o serviço.Pernas abertas, atitude de homem satisfeito.—Bom... então eu vou embora... —ela repetiu, me lançando um olhar penetrante, mas eu nem me mexi.—Tudo bem —respondi baixo, e quase deixei escapar minha seriedade ao ver o biquinho que ela fez com a boca.Claro que ela não queria ir embora, e é óbvio que eu não deixaria sair sem fazê-la gozar.Levantou bufando e a visão do corpo nu, pingando água, já fazia meu pau se erguer de novo.Ela se inclinou de propósito na borda, e os peitos cheios balançaram com o movimento.Engoli seco, com vontade de chupá-los.Minhas mãos coçavam, mas quis provocá-la mais um pouco.Ela me lançou outro olhar, levantando a perna pra sair.Ergui a sobrancelha em silêncio, vendo o fogo surgir nos olhos vermelhos dela.—Jum, é verdade o que dizem, a gente nunca sabe pra quem trabalha...Resmungou irritada, tão linda e sexy.Me arrependo tanto de ter sido um babaca no
231. AINDA ESTOU VIVO
DRACOSeus caninos cresceram, mordiscando meus lábios com ansiedade.As unhas buscavam meu pescoço, querendo cravar e abrir o ferimento.Eu estava disposto a tentar, porra, não podia deixar que essas lembranças continuassem me controlando.Queria tanto alimentá-la. Daria tudo o que ela precisasse, só eu…—Faz isso... faz, Vicky... —me detive um pouco e a segurei pela nuca, colando nossas testas.—Bebe da minha veia...—Não, não, eu não preciso disso —ela começou a negar, tensa, tentando esconder a sede.—Faz isso, caralho! É você, minha mulher, mais ninguém, eu quero... quero te dar minha vida... toma...Ficamos nos encarando por uma eternidade, ainda enterrado naquela boceta abençoada.Inclinei o pescoço, engolindo em seco, sem parar de olhá-la, me lembrando de que aqueles olhos lindos eram os da vampira que... eu amava.Amava Victoria. Ela era minha companheira. Não precisava do meu lobo pra saber disso.Eu não falharia com ela de novo.Ela estendeu a mão e eu semicerrei os olhos; s
232. EU TE AMO TANTO
VICTORIAEu estava vendo todas as constelações, descobertas e ainda não descobertas.Sabia que transar com Draco seria delicioso, mas esse macho estava me enlouquecendo.Seu corpo suado se movendo sobre mim… dentro de mim.Suas mãos rudes devastando minha pele, sua boca beijando cada pedacinho. Era inacreditável.Mas provar seu sangue acendeu aquele desejo obscuro que vive dentro da minha raça.Se o gosto do pulso dele já era assim… imagina o êxtase de beber direto do pescoço.Terei paciência, vou curar seus medos e os traumas que descobri que ele carrega.Alguma vampira desgraçada se alimentou dele à força, não tenho dúvidas.Mesmo assim, as surpresas da noite não paravam.Quando ele me virou e me fez ficar na posição de acasalamento da raça dele, senti sua necessidade crua prestes a rugir.Sem tempo de reagir, seu corpo me penetrou tão gostoso que me levou de novo à beira do orgasmo.Jamais imaginei que ele fosse me marcar na nuca, me reivindicar, mesmo que não fosse algo permanente
233. O INIMIGO MORA NA SUA CASA
VICTORIAOs batimentos do meu coração ameaçavam me entregar.Contava ou não a verdade? Sei lá, sentia que ainda não confiava totalmente nele.E se ele me trancasse na torre da sua fortaleza pra eu não escapar?—Eu… bom…—Espera… sshh —antes que eu falasse besteira, ele ficou em alerta e tapou minha boca com o dedo.Seu olhar tenso se moveu para as cortinas que separavam o quarto da antecâmara.—Aconteceu algo. Meu Beta veio me procurar e ele sabe muito bem que não pode me incomodar —sua expressão dura mostrava que tinha problema sério.—Vai, vai, Draco, tranquilo —comecei a sair de cima dele, mas fui puxada de volta e beijada.Parecia que sair dali estava sendo um sacrifício pra ele.—Maldit4 seja… agora que não quero te deixar mesmo. É bom que alguém tenha morrido —resmungou, finalmente se levantando da cama.Caminhou nu em toda sua glória até o baú de madeira, de onde pegou uma calça e uma camisa de linho folgada.Se vestiu rápido e eficiente, calçando as botas logo em seguida.—Des
234. TRUQUES DE BAIXA QUALIDADE
VICTORIACom certeza, a vida dentro das muralhas e fora delas eram dois mundos completamente diferentes.De pé na janela do quarto que me foi dado, observava as belas vilas abaixo da fortaleza.Era lá que os lobisomens viviam—essa era a alcateia de Dracomir e o lar dele.Assim que chegou, ele teve que resolver mil pendências.Eu entendia a posição dele, e também não era algum acessório que precisava andar pendurado no braço dele o dia inteiro.De repente, minha atenção foi atraída por algumas carruagens que chegaram ao pátio da frente.Pareciam convidadas elegantes.Foram conduzidas para dentro pelo serviço, e depois chegaram outras carroças.Vi aquela assassina hipócrita sair para verificar as mercadorias.Caixas e mais caixas cobertas de cetim.Ela era considerada realeza no meu reino, então eu podia dizer com certeza que eram roupas de costura fina.—Tão mimadinha que te têm, né? —estalei a língua com desgosto.Saber que tudo aquilo era comprado com o dinheiro administrado pelo meu
235. EU ME CONVIDEI SOZINHA
VICTORIALevantei os seios, quase estourando o decote quadrado.Apertei a cintura espremida no corpete.Estava pronta pra deixar todo mundo de boca aberta… e certo lobo com a língua de fora.Caminhei até a porta e dei uma olhada no corredor, não havia ninguém vigiando.Tinha certeza de que logo colocariam espiões atrás de mim, mas pelo visto ainda não me consideravam uma ameaça.Como se fosse dona da fortaleza, saí pelo corredor e invoquei meus poderes pra fluir como névoa.Pelos corredores, buscava o cheiro delicioso do meu companheiro.Todos estavam focados na atividade da noite.Enquanto tomava banho, Draco me visitou — parece que o quarto dele se conectava com o meu por uma porta.Ele parecia sobrecarregado com os compromissos.Não quis dar mais preocupações pra ele, muito menos ir chorar minhas lamúrias.Eu mesma podia lidar com aquelas cobras, mas essa noite… ah, essa noite eu ia fazer um escândalo, com certeza.O encontrei no que parecia ser seu escritório, mas antes de entrar,
236. OS APERREIOS DO LORD
VICTORIAMas o melhor olhar foi o daquela víbora… não, mentira, o melhor mesmo foi o do Draco.Aquelas pupilas de fera me fitaram de cima a baixo, parando bem no meu decote profundo.As curvas dos meus seios brancos contrastavam com o vermelho e preto do vestido.Juro que ouvi ele engolir seco enquanto vinha em minha direção com passadas firmes.Era assim que eu queria—com a língua de fora e a braguilha dura.Depois eu cuidaria de abaixar aquilo pra ele.Pra isso mesmo que eu estava com lingerie erótica, cortesia da Celia, que tava com uma cara de quem comeu merd4.Sussurrava com a mãe, esquentada. Aposto que era por causa do vestido.—Mandei levarem outra peça pra você… —Draco parou bem na minha frente, tão perto que quase me encurralou com o corpo.—Outra? —ergui uma sobrancelha e ele ficou mudo, devorando meus peitos com os olhos.—Porra, você não pode entrar lá desse jeito. Tem macho demais —finalmente me olhou, cerrando os dentes e tirando a túnica.Percebi que ele nem tinha troc