All Chapters of O Rei Lycan e sua Tentação Sombria: Chapter 731
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247. A SENHORA DA MORTE
VICTORIA— Venha, senhor, vou lhe mostrar os outros sujeitos bem-sucedidos.Tinha mais daqueles bichos?Me virei a tempo de vê-lo despedaçando o guerreiro no chão.Ele estava comendo o cara como um maldito canibal!Seus instintos sanguinários me lembravam os vampiros.Que nojo, pelo amor dos céus!Com meu poder tremendo, deslizei pelo corredor por onde eles tinham passado.De cima de outro penhasco, eles olhavam para baixo.Minha alma quase saiu do corpo ao ver aquelas caixas... dezenas, não, pelo menos cem daquelas criaturas feitas com magia negra.Se todos esses monstros mutantes fossem soltos e obedecessem aquele velho maldito, a vida de Dracomir estaria em sério perigo.Por mais forte que fosse, ele não conseguiria lutar contra esse exército deformado.E tudo isso estava bem debaixo do nariz dele, sem que percebesse nada.O poder daquele cristal de gelo era perigoso demais.Consegui sair pelo mesmo caminho que entrei.O tempo era precioso demais. Nem me dei ao trabalho de investig
248. MEU EXÉRCITO SÓ PODE TER UM GENERAL
NARRADORAOs olhos de Marius quase saltaram das órbitas.A cena arrepiante e inacreditável que se desenrolava diante deles era algo que ele jamais esqueceria.Cadeias sólidas, enferrujadas, vivas, serpentearam pelo ar, disparando de dentro das portas.Uma névoa negra e densa se movia nas profundezas, escondendo algo que ele tinha certeza de que não queria ver.Olhar diretamente para o abismo além daquela entrada era praticamente impossível.Mas havia uma mulher levitando no ar, enfrentando a pressão e o perigo de frente.Aquelas correntes se enrolaram em suas pernas e braços como grilhões sobrenaturais.Os fios vermelhos do sangue de Victoria se entrelaçaram com os elos de aço, e a luta começou.Marius não conseguia ver claramente o rosto de Victoria, mas isso não o impedia de imaginá-lo.Ela falava naquela língua cortante, difícil. Mal tinham lhe ensinado um feitiço e ele já achou complicado demais.Mas ela rugia encantamentos macabros, ordens que chamavam pela morte.O vento açoitou
249. JÁ TENHO UM MACHO
NARRADORAMarius não ficou tão surpreso quanto Edgar.Até o homem mais poderoso dessas terras no passado teve que se ajoelhar diante de Victoria.A água caía lavando o campo, e os trovões iluminavam o exército que agora jazia aos pés de uma única mulher.No passado, eles foram os guerreiros mais incríveis, senhores do destino e agora... apenas escravos dessas correntes que prendiam suas almas.O estrondo ecoou com o fechamento da porta, desaparecendo no abismo como se nunca tivesse existido.Edgar tagarelava sem parar, cheio de adrenalina e emoção.Mas a mente de Marius trabalhava a todo vapor.Victoria havia descoberto a verdade do passado, ele sabia disso pelo ódio com que tratava os seus semelhantes.Algo tinha mudado na vampira… algo que ele precisava descobrir se quisesse sobreviver ao que estava por vir.Ele observou o sangue no corpo dela se estender em forma de fios vermelhos, flutuando, entrelaçados e fundindo-se na testa de cada morto-vivo.Um selo de runas brilhou e logo de
250. ÀS PORTAS DA REBELIÃO
NARRADORAMarius ficou alguns segundos com a cabeça baixa.Lutando para esconder o ódio em seus olhos.— Bom... pelo menos pude fantasiar com uma mulher tão incrível como você — levantou a cabeça suspirando.O sorriso nos lábios não chegou aos olhos.— Estamos com você, Victoria. Odeio os lobos... mas confio na sua justiça. Vou reunir os vampiros nos esgotos.Disse com uma leve reverência e se afastou como um homem com o coração despedaçado.Ele e Edgar partiriam sozinhos.Rousse se aproximou, saindo da proteção das árvores.A chuva tinha cessado e escorria pelas suas roupas escuras.— Não confio nesse vampiro — disse em voz baixa enquanto ajudava a Srta. Victoria a se levantar.Tinha sido uma loucura o que ela fez; se sua força não fosse suficiente, poderia ter sido arrastada para o mundo dos mortos.— Eu sei — respondeu ela com um brilho astuto no olhar —. Fique de olho nele, tenho um pressentimento de que ele vai fazer alguma burrice.Victoria se levantou, mas levou a mão à cabeça
251. FLERTANDO COM A MORTE
NARRADORA— Não grita, querida, sou eu…Meridiana suspirou aliviada e se derreteu contra o peito largo do seu macho, como se estivesse sem ossos.Tinha sentido tanta falta dele que já ia se virar para beijá-lo, mas lembrou que ainda estava “usando” o corpo da donzela.— Espera… — se remexeu nos braços dele.Rousse entendeu a intenção e a pegou no colo num segundo, ajeitando o corpo da mulher sobre a caminha.—Não devo ficar muito tempo fora dela… tenho medo de que possa morrer a qualquer momento — disse com um suspiro, arrastando sua sombra para fora da moça, que respirava com uma lentidão assustadora.— Tudo bem, mas eu não aguentava mais ficar sem te ver ou te beijar.Rousse a abraçou assim que Meridiana se materializou.Ele também havia deixado de lado aquela aparência feroz de morto-vivo e voltado a se parecer com o homem do passado.Descobriu que podia alternar sua forma, o que era uma bênção.Essa versão “bonita” ele só mostrava para a sua fêmea.— Rousse… — Meridiana cantarolou
252. UM SOLDADO FIRME NAS ADVERSIDADES
NARRADORAMeridiana só conseguia se deixar levar pelas ondas de prazer.Seu macho circulava o clitóris e o provocava com toques que a faziam empurrar os quadris para frente.Ela queria mais, sentia uma coceira louca dentro da vagina enquanto Rousse devorava sua boceta.—Mais fundo… meu macho dentro… —ela gemia entre suspiros entrecortados.Quando os dedos de Rousse a abriram de forma pervertida, expondo o buraquinho apertado, Meridiana se estremeceu por completo.A expectativa era uma tortura, sentia os músculos vaginais se contraindo, mas nada a preparou para o prazer da penetração.Primeiro foi a língua de Rousse. Flexível e molhada, metendo bem fundo, entrando e saindo, chupando os líquidos quentes da excitação.Depois veio um dedo, e ela se empurrava contra o rosto dele sem pensar.A mesinha velha chacoalhava sob os movimentos cada vez mais desesperados da bunda dela.Ela se mexia por puro instinto, seguindo o ritmo gostoso das estocadas do dedo dele.A pressão na barriga só aumen
253. SÓ POSSO PERTENCER A VOCÊ
NARRADORAA mão de Meridiana mal conseguia envolver aquela circunferência grossa, mas ela não era do tipo que recuava.Deslizava desde a base até a ponta daquela lança enorme.Rousse levantou a cabeça, rosnando, quando ela aumentou a velocidade, e aquela magia deliciosa parecia entrar por cada poro do pau dele.Os testículos estéreis se contraíam sem parar.Sshshhh, ele estava perto daquele nirvana do prazer, e Rousse empurrou ainda mais a própria sorte.Seus quadris se moveram para frente, marcando um ritmo desesperado, encaixando a cabeça do pau entre as pernas da feiticeira.Meridiana se enrijeceu de repente com a mudança. Ela já não estava no controle.—Mmnn, não se assusta, amor… sshh, eu não vou te penetrar, só preciso… ah, isso, porra… Mnnn, como tá molhadinha, gata…Rousse a encurralou contra a beirada da mesinha e começou a esfregar o glande entre os lábios da boceta de Meridiana.Mandou que ela fechasse as pernas enquanto se masturbava como um tarado entre as coxas dela.Sen
254. UM PLANO COM UM FINAL INESPERADO
VICTORIAAs nuvens de tempestade no céu não anunciavam nada bom, e muito menos os guerreiros a cavalo que chegaram cedo ao feudo.Um pequeno exército de lobisomens estava acampado por perto.Aqueles que antes eram aliados, agora vinham fazer exigências e impor condições.Dracomir não me disse nada específico, mas me alertou para ficar atenta e pronta para partir, se fosse necessário.Ele me mostrou o esconderijo de uma bolsa cheia de ouro, deixou tudo preparado caso tivéssemos que fugir.Sabia que contava com pouco apoio dos próprios guerreiros.Mas... para onde iríamos se todos eram inimigos neste reino?Eu não estava disposta a deixá-lo desistir por minha causa.Ele havia conquistado seu lugar, e ninguém tiraria isso dele só porque me escolheu.Sentada na biblioteca, eu esperava o momento certo, tamborilando os dedos na mesinha, até que finalmente Meridiana apareceu controlando o corpo daquela garota.— Senhorita, o chá que pediu para acalmar a ansiedade — disse ela alto o suficient
255. VOCÊ ESCOLHE A MIM OU A ELES?
VICTORIA—CELIA! —o rugido do pai dela ecoou, seguido pelo da mãe, que com certeza tinha sido atraída de propósito por esse caminho.Não queriam me ver atacando ela? Pois então, desejo concedido.No tempo em que demoraram pra chegar no patamar da escada, me certifiquei de que o corpo moribundo de Celia caísse bem no salão.Antes que se esvaísse totalmente em sangue, uma sombra veloz flutuou e entrou dentro dela, segurando o último fio de vida.—SUA MALDITA VAMPIRA! O QUE VOCÊ FEZ COM A MINHA FILHA?!A Sra. Aghata avançou em mim como uma louca e minha mão tremeu, deixando cair o punhal ensanguentado — a prova do meu crime.Dei vários passos para trás, com os olhos bem abertos, fingindo choque por terem me “pegado em flagrante”.—Não! Eu não quis! Ela me obrigou! Ela me atacou! Dracomir, me salva!Gritei para o Lorde, que tinha ficado paralisado no alto da escada.Seus olhos estavam cheios de contradição.Lutava para me olhar, mas ao mesmo tempo não conseguia desviar os olhos do Sr. Fen
256. O DESPERTAR DO MEU LOBO
DRACOMIREu ouvia uma voz rugindo dentro da minha cabeça.Meu peito doía como se estivesse se partindo ao meio.Mas algo me puxava pelo pescoço, me arrastando até onde estavam meu pai adotivo e sua filha... minha família... aqueles que eu jurei proteger.Enquanto me ajoelhava ao lado de Celia, oferecendo meu sangue, me perguntava... o que era aquilo tão importante que eu tinha deixado para trás?Uma silhueta feminina se desfocava na minha mente, um cheiro que eu adorava, que era meu lar.Queria resistir, mas doía tanto... eu estava confuso, preso num emaranhado de pensamentos.Os lábios frios de Celia se moviam sobre meu pulso, ainda jogado na poça de sangue sobre as pedras do salão.Nem sei como ela sobreviveu a um ataque tão brutal.Estava tão pálida, tão... morta.Seu coração mal batia.Mas eu faria o que fosse necessário para salvá-la, porque uma ordem estava marcada na minha vontade:Eu tinha que proteger essa família acima de tudo. Eles eram os verdadeiros senhores e meus benfei