All Chapters of Prazer sem limites: Sob o domínio do meu chefe.: Chapter 91
- Chapter 100
303 chapters
O prazer de ser dominada
A respiração se acelerou. Ela abriu mais os botões da camisa, expondo os seios. Tocou um deles com os próprios dedos, os olhos ainda fechados, a mente repleta de imagens dele: os olhos intensos, os gemidos roucos, as mãos grandes segurando sua cintura com firmeza. Quase se esqueceu de que estava sozinha ali. Quase. Porque, de repente, sentiu um arrepio diferente. Um som sutil. A porta do banheiro se abrindo. Heitor estava de volta. Laura nem teve tempo de reagir. Ele surgiu no vão da porta, com uma toalha branca enrolada na cintura e os cabelos ainda úmidos, caindo desordenadamente sobre a testa. Os olhos dele pousaram nela — e congelaram. Laura, de pernas entreabertas no banco de couro, a camisa aberta, os seios à mostra, os dedos ainda entre as coxas. O tempo parou. Heitor não disse nada. Apenas caminhou até ela, devagar, sem desviar os olhos. E quando finalmente parou diante dela, abaixou-se, levando os dedos até o queixo dela, erguendo seu rosto com firmeza. — Curiosa..
Uma relação Ardente
Laura estava sentindo aquela invasão proibida e gostosa de novo . Nunca pensou que pudesse desejar algo tão íntimo, tão invasivo — e sentir tanto prazer. Mas com ele, tudo era diferente. Ele conhecia seus limites. E os derrubava um a um.Ela nunca imaginou que ser penetrada assim por trás não causasse apenas dor , mas um prazer absurdo. — Agora — murmurou, com a voz mais rouca que nunca. — Agora eu quero tudo de você. Com o vibrador ainda dentro dela, Heitor se posicionou por trás. Com uma das mãos, segurou sua cintura, com a outra, guiou o próprio membro para sua outra entrada, e começou a penetrá-la lentamente. Laura arfou alto, o corpo inteiro tremendo. A sensação de ser completamente preenchida — em ambos os lugares — a enlouqueceu. Era intenso. Insano. Brutal. — Você é minha... minha inteira — rosnou ele. — Me sente te preencher toda. Goze pra mim, Laura. Ela gemeu, os olhos vendados, os pulsos presos, o corpo sendo possuído de forma avassaladora. Ele investia fundo, firm
Cuidando dela
A luz suave do closet tocou o olhar dela, que estava marejado, mas firme. Ela o encarou, e pela primeira vez desde que tudo começou, viu algo diferente ali. Ele não era só o dominador. Não era só o homem que a fazia gritar e gemer até a garganta arranhar. Ele também era o homem que agora tocava seu rosto com a ponta dos dedos, afastando um fio de cabelo grudado em sua testa com carinho. — Vem — disse ele, suavemente. Ela não discutiu. Permitiu que ele a ajudasse a se levantar. Seus joelhos ainda estavam fracos, mas ele a segurou firme. Como sempre fazia. Como se, mesmo depois de dominá-la, ainda quisesse protegê-la de qualquer coisa — até dela mesma. Juntos, caminharam até o banheiro da suíte. O banho foi calmo. Quente. Longo. Sem pressa. Ele lavou seus cabelos com os dedos fortes e gentis, ensaboou seu corpo com movimentos lentos, deixando beijos suaves por onde passava. Não houve sexo. Só cuidado. Quando ela saiu enrolada na toalha macia, ele já vestia uma calça de moletom e
Noticias Desagradáveis
O sol começava a surgir timidamente por entre as frestas das cortinas espessas da enorme suíte. Um brilho suave e dourado tocava os lençóis escuros, contrastando com a paz silenciosa que preenchia o quarto. Laura ainda dormia, encolhida sob o cobertor macio, com uma expressão de leveza no rosto que Heitor raramente via. Havia algo de puro ali, mesmo depois de tudo o que haviam vivido na noite anterior. Ele a observava, deitado ao lado, o rosto apoiado em uma das mãos, como se o simples ato de olhá-la fosse suficiente para acalmar seu próprio caos interno. Mas a paz durou pouco. O som insistente do celular cortou o silêncio da manhã como uma navalha. Heitor resmungou baixo, deslizou para fora da cama sem acordar Laura e caminhou até a poltrona onde havia deixado suas roupas na noite anterior. Pegou o aparelho e atendeu, sem sequer olhar o nome na tela. — O que foi? — murmurou, com a voz ainda rouca de sono. — Heitor, é o Henrique. O nome bastou para que ele despertasse por comple
A acareação
Foi até o banheiro. Ligou o chuveiro. A água quente caiu sobre seu corpo tenso como um alívio provisório. Mas não era o suficiente para lavar a pressão que sentia no peito. Lavou o rosto, fechou os olhos, tentando colocar em ordem o que diria ao delegado. Como manteria a frieza. Como se defenderia da mentira de uma mulher que nem conseguia lembrar. "Karina Souza". Nunca ouvira aquele nome. Mas ela afirmava ter estado com ele no clube, o que podia ser verdade — assim como podia ser verdade que haviam transado. O que ele sabia ser mentira era ter feito algo sem o consentimento dela, e, principalmente, ter se descontrolado a ponto de quase matá-la. Saiu do banho, secou-se e escolheu com precisão um terno escuro de corte italiano. Camisa branca, abotoada até o colarinho, e uma gravata cinza-chumbo. Passou um pouco de colônia amadeirada, ajeitou o cabelo com as mãos e, por fim, calçou os sapatos de couro. Voltou ao quarto. Laura ainda dormia. Inclinou-se sobre ela com cuidado. Aproxim
Saindo da delegacia
Heitor sentiu a raiva subir pelo corpo como labaredas. Fixou os olhos em Karina com frieza, a voz controlada, mas cortante como uma lâmina. — O que você quer de verdade, Karina? Fama? Vingança? Ou apenas me ver destruído porque eu nunca quis você? Você está mentindo descaradamente, e sabe disso. Ela cruzou os braços, afetando uma postura de vítima que só fez aumentar o desgosto que Heitor sentia. — Eu só quero justiça, Heitor. Você quase me matou , e agora vai pagar por isso e te. mais não duvido que você tenha matado essa mulher, a qual se relacionou no clube. — Justiça? ele riu, sem humor. — Você não quer justiça ,sua louca ,o que você quer é vingança porque até hoje não aceita que eu nunca me relacionaria como uma mulher desequilibrada como você, mas ainda vai pagar por toda essas calúnias que está inventando sobre mim,pode acreditar. Ela se virou para o delegado, a voz trêmula, teatral: — Está vendo? Ele é perigoso. Me intimida, me ameaça, e agora quer fazer parecer que e
A pressão da mídia
— Absoluta. Eu me lembro bem daquela sessão. Foi intensa, sim, como várias que tive. Mas ela usou a palavra de segurança. E assim que usou, eu parei. Heitor fez uma pausa e depois continuou. __Sempre parei. Ela só ficou obcecada depois. Começou a aparecer no meu escritório. Mandava cartas, e-mails, mensagens. Dizia que estava apaixonada. Que eu era o homem da vida dela. — E você cortou contato. — Completamente. Mandei os seguranças barrarem a entrada dela. Dei ordem pra que não a deixassem sequer passar do saguão. Henrique assentiu, anotando mentalmente cada detalhe. — Vamos precisar reunir essas informações. Ver se há registros das câmeras da empresa. Com sorte, conseguimos provar que ela o perseguiu. Heitor virou o rosto para a janela, observando a cidade passando diante de seus olhos como um borrão. — Faça isso, Henrique — disse Heitor, ainda encarando a cidade do outro lado da janela. — Vá à empresa, levante os registros, imagens de segurança, e-mails. Tudo. Não quero
salvando Laura dos repórteres
As perguntas se transformavam em acusações. Ela tentava manter a compostura, mas o pânico começava a surgir. — Saiam da frente dela. AGORA! A voz familiar ressoou como uma explosão no meio do caos. E como um redemoinho, a multidão se abriu para revelar Heitor, imponente, furioso, cercado por seus dois seguranças. — Com licença! — ordenou um dos homens, afastando os repórteres com firmeza. Heitor se aproximou, o olhar cravado nos rostos dos jornalistas. Protegeu Laura com o corpo, passando um braço em torno de seus ombros. — Vem comigo — murmurou. — Agora. Ela não hesitou. O segurança já trazia o carro, e enquanto ele abria a porta para ela, Laura ainda tentava recuperar o fôlego. — Como você sabia que isso ia acontecer? — perguntou, ainda trêmula. — Porque eu conheço a podridão da mídia. E porque agora você é parte da minha vida. Isso te torna um alvo. — O que está acontecendo, Heitor? Ele ligou o carro com firmeza, os olhos fixos na rua. — Uma mulher do clube me acusou. D
A prisão
Henrique, que havia sido avisado, chegoucorrendo. — Delegado Rubens, com todo o respeito, até que uma perícia seja feita nos servidores e aparelhos, qualquer dado pode ser forjado. Vamos exigir uma análise independente dessas mensagens. Rubens ergueu um papel plastificado. — Senhor Arantes — começou o delegado Rubens, com a voz firme e controlada, como quem segura um trunfo nas mãos — Os exames periciais confirmaram que a vítima, Bruna Santos , estava grávida. Nove semanas, para ser exato. Fez uma pausa, observando a reação de Heitor. — Isso nos leva a uma nova e delicada linha de investigação. Acreditamos que o senhor tinha pleno conhecimento da gravidez. Há indícios de que pode ter seduzido a vítima, prometendo assumir ela e a criança e manter algum tipo de relacionamento, provavelmente dentro do contexto do clube que ambos frequentavam. O silêncio na empresa era absoluto. Todos olhavam para Heitor como se estivessem vendo um monstro. Mais uma pausa. O delegado cruzou os
Uma prova de amor
Durante a sua prisão quem ficou dirigindo a sua empresa foi Henrique seu advogado e amigo ,enquanto ele ficava cada vez mais decepcionado e magoado por Laura não ir visita-lo. Heitor encostou-se à parede da cela, sentindo a umidade fria se infiltrar por seu terno caro. Um outro detento o observava de um canto, mas não disse nada. A cela era pequena, sem janelas, com uma única cama metálica e um vaso sanitário encardido ao fundo. O cheiro era insuportável. Ele passou a mão pelo rosto, exausto. Nunca imaginou terminar o dia ali, privado da liberdade, da dignidade, da confiança. O que o torturava mais, no entanto, não eram as paredes sujas ao redor , era o rosto de Laura, seu olhar perdido, a dúvida crescendo em seus olhos. Ela acreditava nele? Encostou a cabeça contra a parede e fechou os olhos, tentando se concentrar. Precisava pensar. Precisava entender quem estava por trás daquilo. Karina? Algum inimigo nos bastidores da empresa? Ou alguém ainda mais próximo? Na sala ao lado, R