All Chapters of Prazer sem limites: Sob o domínio do meu chefe.: Chapter 81
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Delegado inconveniente
Rubens se aproximou um pouco mais, os olhos cravados nos de Heitor como lâminas. — Por que não confessa logo, hein? — a voz agora carregava uma nota de provocação. — Me poupa o trabalho de ter que investigar tudo isso só pra, no fim, descobrir que foi você o assassino de Bruna Santos. Heitor finalmente respirou fundo, o peito arfando, como se tivesse sido esfaqueado em silêncio. A raiva, a humilhação, o medo... tudo queimava por dentro, e ainda assim, ele precisava se controlar. Por isso mesmo Heitor sempre se esforçara para manter sua vida privada envolta em anonimato. Não por vergonha do que era ou do que desejava, mas porque sabia que o mundo ainda era cruel com o que não entendia. Havia muitas pessoas como aquele delegado, rápidas em julgar, lentas em compreender. Gente que rotulava como "perversão" qualquer prática fora do convencional, como se alcançar o prazer de forma diferente fosse crime. Ele tinha vontade de mandar aquele delegado arrogante e preconceituoso para o in
De volta à mansão
Subiu as escadas devagar, os passos ecoando pelo corredor escuro da mansão. A única coisa que desejava era um banho quente. Precisava se livrar da sensação de estar sujo por dentro, como se cada segundo dentro daquela delegacia tivesse deixado marcas em sua pele. Quando abriu a porta do quarto, no entanto, parou. E ficou ali. Sem respirar por alguns segundos. Laura estava ali. Dormia em sua cama como se sempre tivesse pertencido àquele espaço. Estava encolhida entre os travesseiros, o lençol subindo até a metade das coxas, e vestia apenas uma camisa dele — larga, folgada, mas que deixava visíveis as linhas suaves de suas pernas nuas e a curva sutil do quadril. Heitor piscou, confuso. Achava que ela havia ido embora. Depois da discussão, depois de tudo o que viveram... estava certo de que ela não queria mais nada com ele. Acreditava que ela o julgava como todos os outros , como um assassino, um monstro, alguém do qual devia se afastar. Mas ali estava ela. E dormia em sua cama.
O poder da paixão
O instinto. A fome. O domínio. Ele abriu os olhos lentamente, puxou-a pelos cabelos com firmeza — mas sem dor — e a fez encará-lo, ainda ajoelhada, com os lábios úmidos e os olhos em chamas. — Chega. — sua voz saiu baixa, grave, carregada de autoridade. — Sou eu quem mando aqui ,Laura e nunca esqueça você apenas se entrega e me obedece, se quiser que eu te dê o prazer que anseia por sentir. Laura arfou, um arrepio percorrendo sua espinha. Ela conhecia aquele olhar. Aquele tom. E desejava aquilo mais do que tudo. Heitor a levantou em um movimento rápido, colando seu corpo ao dela. Suas mãos fortes deslizaram pelas costas dela até agarrar sua cintura, a prensando contra o vidro do boxe. A água morna caía sobre os dois, mas o calor real vinha dos corpos colados, do atrito das peles, da urgência de dois mundos que colidiam outra vez. — Você veio até mim, Laura. — ele rosnou contra o pescoço dela, mordiscando a pele com crueldade controlada. — Agora vai me deixar te usar do jeito
Um novo dia
O silêncio se estendeu por mais alguns segundos, até que ele quebrou a calmaria com um novo assunto. —Eu quero você o tempo todo ao meu lado ,Laura, aliás... quero que você volte a ser minha secretária. — O quê? — ela levantou a cabeça, surpresa. — Isso mesmo. Desde que você saiu, não consegui encontrar ninguém tão competente quanto você. — Heitor... — ela suspirou, voltando a deitar-se. — Não sei se é uma boa ideia. A gente misturou demais as coisas. O profissional e o prazer. Não é certo. Ele soltou uma risada rouca. — É o melhor de tudo. Você sabe disso. — Claro. Melhor pra você. Pode agarrar sua secretária no meio do expediente e ainda não corre o risco de ser processado por assédio. — disse ela, divertida. — Exatamente. Porque você, além de minha secretária... é minha mulher. Laura levantou o rosto e o encarou, séria. — Eu não sou sua mulher, Heitor. A gente é só um caso. Uma fase. Daqui a pouco, você enjoa... e me dispensa. Ele virou-se de lado, apoian
Paparazzi
— Ok, vou ter que assinar novamente os papéis da minha contratação?— disse ela, com um leve sorriso nos lábios, aceitando, de forma silenciosa, voltar ao cargo. Heitor sorriu de lado, satisfeito. — Pode esquecer os papéis. Já tá contratada. E, dessa vez, sem chance de fugir. Saíram juntos minutos depois. Heitor abriu a porta do carro para ela com naturalidade, e Laura entrou, sentindo um certo calor no peito. Tudo parecia estranho e ao mesmo tempo... certo. Mas assim que o carro virou a esquina e se aproximou da avenida principal, a tranquilidade daquela manhã foi rasgada por gritos, flashes e o som insistente de microfones batendo no vidro. — Heitor! Heitor Arantes! É verdade que você matou a mulher no clube de BDSM?Perguntou um dos repórteres. — Senhor Arantes, há quanto tempo o senhor é adepto desse tipo de prática sexual? O BDSM sempre fez parte da sua vida íntima? Agora a pergunta veio de uma mulher . — Acredita que essa vida secreta ,recém descoberta , vai afetar seus neg
Um CEO poderoso
— Mais uma palavra ofensiva dirigida a ela e eu juro que vou processar cada um de vocês por difamação, assédio e invasão de privacidade. , a voz dele saiu firme, controlada, mas tão carregada de fúria que os jornalistas recuaram, mesmo que por instinto. Laura segurou o braço dele com delicadeza. — Vamos, Heitor. Não vale a pena. — sussurrou. Ele olhou para ela por um segundo. O olhar dela era um lembrete silencioso de que ele não precisava lutar daquele jeito — não mais. Ela estava ao lado dele. Protegido por dois seguranças, o casal enfim entrou no saguão da holding. Assim que as portas de vidro se fecharam, o som foi abafado, e um estranho silêncio os envolveu. Laura respirou fundo. — Eles não vão parar, vão? Heitor ajeitou o paletó, os olhos ainda voltados para a entrada. — Não. E é por isso que agora... mais do que nunca... eu vou descobrir quem está por trás disso. Ela assentiu, com firmeza nos olhos. — E eu vou estar aqui. Com você. Heitor a olhou de lado, uma sombra
o poder é um afrodisíaco.
A sala de reuniões estava em silêncio. O som abafado da porta se fechando atrás dos acionistas ainda parecia ecoar nos ouvidos de Laura. Eles tinham ido embora cabisbaixos, engolindo o orgulho ferido depois de ouvirem Heitor deixar bem claro quem mandava ali. Ela o observava em pé ao lado da mesa, agora sozinho, de costas para ela, com o corpo ainda tenso — uma presença poderosa e dominante. Heitor respirava fundo enquanto lia algo no notebook aberto, aparentemente tentando voltar à rotina. Mas Laura não conseguia desviar os olhos. Havia algo naquele homem que mexia com suas entranhas. Não era apenas o físico, o charme natural ou o magnetismo dele. Era o poder. A postura firme. A coragem de enfrentar todos. A maneira como ele tomava o controle da situação — de tudo — inclusive dela. Ela caminhou lentamente até ele. Os saltos marcavam presença no piso de madeira, mas ele não se virou. Quando finalmente parou a poucos centímetros, ele ergueu os olhos do notebook, desconfiado. Mas
Convite de Heitor
As últimas estocadas de Heitor foram firmes, profundas, intensas. Cada investida parecia selar algo invisível entre eles, um pacto não dito, um domínio voluntário. Laura arfava alto, o corpo em espasmos sob o dele, enquanto a explosão de prazer a tomava com violência. Heitor rosnou junto ao ouvido dela, segurando sua cintura com força, o corpo inteiro tensionado no ápice do prazer. Ele chegou ao clímax com um gemido rouco, abafado contra sua pele, os quadris pressionando os dela com brutal necessidade, como se quisesse marcá-la por dentro. O calor do momento se espalhou entre eles como um incêndio contido, devastando tudo. Por alguns segundos, o mundo parou. Só havia respiração pesada, corpos entrelaçados, suor misturado e o som abafado do próprio prazer ecoando pela sala silenciosa. Heitor permaneceu sobre ela, os braços apoiados ao redor do corpo de Laura, mantendo-a presa, envolta por seu calor e seu peso. Seus lábios ainda buscavam a pele dela, ora no ombro, ora na nuca , em b
A mansão secreta
Laura engoliu seco. O interior da mansão era amplo, com pé-direito alto, paredes em tons escuros e móveis elegantes. Arte moderna decorava as paredes, e a iluminação era baixa, criando sombras sensuais. O ambiente era silencioso demais, confortável demais. E perigosamente íntimo. — Há empregados? — perguntou ela, olhando em volta. — Alguns. Mas estão em outra ala da casa. Aqui só ficam quando eu chamo. E eu não chamei. Ele caminhou em direção ao bar no canto da sala e serviu dois dedos de uísque em um copo. Depois, virou-se para ela, encostando-se casualmente ao móvel. — Aceita uma bebida ? — Não agora. Heitor bebeu o próprio gole com tranquilidade, os olhos fixos nela o tempo todo. Aquilo a desconcertava mais do que qualquer toque. Ele a despia com o olhar como se tivesse todo o tempo do mundo. — Eu... gostaria de tomar um banho — disse ela, tentando recuperar algum controle. — Mas estou sem roupa para trocar... Heitor arqueou uma sobrancelha, e o sorriso que s
Um jogo perigoso
Laura olhou fixamente para ele , sem conseguir desviar o olhar. Heitor se aproximou ainda mais. Agora, tão perto que ela podia sentir o calor do corpo dele irradiar como uma ameaça deliciosa. — Mas não foi porque cometi um crime — ele disse, e seu rosto se inclinou até o dela, os lábios quase roçando sua pele. — Foi porque quanto mais eu te tenho, mais eu te quero. A confissão foi dita num sussurro rouco, que mais parecia uma declaração de possessão. Laura arfou, sentindo o corpo inteiro vibrar com o impacto daquela frase. Um arrepio percorreu sua coluna como um fio de choque, seu peito subia e descia com a respiração acelerada. Mas então, veio a sentença final, fria e quente ao mesmo tempo, feita para dominá-la por completo: — E agora... por essa sua rebeldia... motivada por ciúmes... se prepare pra ser punida. — Vai me dar palmadas... como naquele dia... no seu escritório? — sussurrou Laura, a voz rouca, trêmula, como se o simples ato de perguntar já fosse uma provocação pr