All Chapters of Prazer sem limites: Sob o domínio do meu chefe.: Chapter 101
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Se sentindo abandonado
As palavras cortaram fundo. Laura sentiu uma fisgada no peito. Tentou desviar o olhar, mas Patrícia não lhe deu trégua. — Isso quer dizer algo, Laura. Você está mexendo com ele. E, sinceramente, isso me assusta. Você não faz ideia do quanto o Heitor pode amar... e do quanto pode destruir quem o ama de volta se essa pessoa não souber como lidar com ele. Laura passou as mãos nos cabelos, pressionando as têmporas. O coração acelerado, os pensamentos embaralhados. Queria gritar, fugir, abraçar Heitor, pedir que tudo aquilo acabasse... mas não podia. Não havia escapatória. Patrícia se aproximou devagar, como uma serpente prestes a dar o bote final. — Ele vai apodrecer na cadeia, Laura. Vai ser julgado por assassinato. Por matar uma mulher grávida. Ele nunca mais vai sair de lá. A única coisa que pode salvá-lo está comigo. — Ela ergueu o celular. — E você tem a chance de livra -lo de um destino tão cruel ... ou desperdiçá-la por egoísmo. Laura sentiu as lágrimas queimarem n
Livre
Até que, no mesmo dia em que Laura foi embora , Henrique apareceu com uma maravilhosa notícia para Heitor.— Heitor — chamou, com a voz mais esperançosa do que de costume.— A promotoria recebeu um novo vídeo. A perícia vai analisar ainda hoje.Heitor se endireitou, o coração acelerado.— Que vídeo?Henrique hesitou por um momento.— Mostra você... dormindo. Na cama da sua mansão. No horário exato da morte da vítima. Comprovando que você não poderia estar na cena do crime.Heitor ficou estático.— Como... quem mandou esse vídeo?Henrique apertou os lábios, claramente desconfortável.— Foi enviado para mim por um benfeitor anônimo, mas isso não importa agora. O importante é que, em breve, você estará livre, meu amigo.Heitor franziu o cenho.— E a Laura? Por que ela não veio me ver?Henrique baixou o olhar, sem saber o que dizer.— Talvez... por causa da exposição da mídia. Muitos repórteres a seguiram nos últimos dias... pode ter sido isso.Aquilo só serviu para piorar. O coração de H
Revolta
Com um grito cheio de dor e frustração, Heitor atirou a taça de cristal contra a parede. O som dos estilhaços reverberou como um trovão dentro dele. Pegou o controle da TV e o lançou com tanta força que se pariu em mil pedaços. A garrafa de uísque? Voou pelo cômodo, espatifando-se num barulho seco e violento. — Maldita seja, Laura! — rugiu. — Como você pôde ir embora? Sem nem se despedir? SEM AO MENOS ME OLHAR NOS OLHOS? Seus punhos estavam cerrados. As veias saltadas no pescoço. O peito arfava como o de um animal ferido. Ele chutou um vaso. Derrubou os porta-retratos. Jogou os livros no chão. Rasgou a camisa ainda vestida. Como se pudesse arrancar dela tudo o que doía. Mas não adiantava. Nada apagava o fato de que ela se foi. Nada preenchia o vazio que ela deixou. — Você me deixou... — sussurrou, cambaleando até o bar. Encheu um copo. Bebeu de uma vez. — E eu... eu só percebi agora... Encheu de novo. Bebeu. De novo. E mais uma vez. — Que idiota... que com
Acontecimento inesperado
Horas depois, a mansão estava mergulhada em um silêncio fúnebre. A movimentação era discreta, quase respeitosa. Homens de terno preto transitavam com sobriedade entre os cômodos, preparando o corpo de Álvaro Arantes para o velório na própria residência, como era seu desejo. Heitor supervisionava tudo com um semblante endurecido, o maxilar travado e os olhos sombrios. Estava impecavelmente vestido de preto, mas por dentro, em ruínas. Não chorava. Não permitia. Mas a dor queimava em cada gesto frio e mecânico. Assinou papéis, falou com o advogado da família, rejeitou a presença de jornalistas. — Nada de imprensa. Nada de câmeras. Isso é assunto de família. Patrícia tentou se aproximar uma vez, mas ele a ignorou como se fosse invisível. O caixão chegou e foi posicionado no grande salão da mansão, sob o imponente lustre de cristal. Flores brancas preenchiam o ambiente, mas não conseguiam esconder o peso do que fora perdido — ou do que nunca chegou a ser recuperado. Heitor olho
Três Anos depois ....
O relógio marcava 6h43 da manhã quando Laura colocou a última fatia de pão na lancheira azul com dinossauros. A cozinha do pequeno apartamento, no subúrbio do Rio, estava banhada pela luz suave do amanhecer. O aroma de café fresco se misturava ao som de passarinhos no quintal e à risada infantil que preenchia o espaço como música.Ela fechou a lancheira, virou-se e observou Joaquim sentado à mesa, todo concentrado em enfileirar pedacinhos de banana em cima da torrada, como se fosse uma missão altamente secreta.Seu filho.Seu milagre.Seus olhos se demoraram nele com ternura e orgulho. Joaquim, com três anos, era esperto, intenso e cheio de personalidade. Tinha os cabelos castanhos escuros, ondulados, e um sorriso travesso que fazia seu coração derreter. Fisicamente, se parecia muito com ela, mas... o jeito? Era todo de Heitor.O olhar sério quando se irritava. A forma como cruzava os braços e ficava em silêncio quando contrariava. A
Momentos tensos
Foi aí então que ela percebeu: a mão de Eduardo ainda repousava sobre a sua. Retirou a dela com pressa, como se tivesse encostado numa brasa. Eduardo franziu o cenho, confuso. — Está tudo bem, Laura? Você está muito pálida... Ela forçou um sorriso, lutando para manter a compostura. — Não é nada, apenas ... uma dor de cabeça. Deve ter sido o vinho. Me desculpa... mas eu vou precisar me retirar. — Eu levo você. — Ele se levantou, prestativo, preocupado. — A noite foi longa. Você trabalhou demais hoje. Laura abanou a cabeça. — Imagina, doutor Eduardo. Termine seu jantar tranquilo. Eu pego um táxi. É só uma enxaqueca.<
Matando a Saudade
Ele a agarrou com força e começou a ditar o ritmo. Subia e descia seu corpo sobre o dele como se quisesse se enterrar para sempre nela. — Diz que é minha , Laura. Me diz que ninguém mais tocou em você. — N-ninguém… — ela gemeu, arqueando o corpo. — Só você… sempre foi você… — Então goza pra mim — ele ordenou, chupando o mamilo com força enquanto aumentava a velocidade. — Goza no meu pau como você fazia. Me mostra que ainda sou o único que te faz gritar de prazer. Ela gritou, o corpo inteiro explodindo em prazer. As pernas tremiam, o ventre contraía, e ela se desfazia ali mesmo, gemendo o nome dele como um grito de saudade sufocado por anos. Heitor a segurou firme, enterrando-se fund
Provocando ciúmes
Laura se levantou num rompante, os olhos ardendo. — Seu desgraçado! Acha que eu sou esse tipo de mulher ? Acha que se eu estiver com alguém mais velho é por dinheiro? Heitor levou a mão ao rosto onde ela o acertou, surpreso, mas não recuou. Os olhos dele queimavam. — Eu não acho nada ,mas qualquer um pensaria que a relação de vocês é muito mais que profissional se vissem o que eu vi. Laura o olhou por um longo momento. E, só para feri-lo, para se vingar dela ,mentiu. — Sim. Eu estou com ele. Dormimos juntos. Ele me trata como uma rainha.Como homem nenhum me tratou. O silêncio foi devastador. Heitor se levantou devagar. Era como ver um vulcão prestes a entrar em erupção. O peito subia e descia com força, o roupão se abrindo levemente, revelando parte do abdômen definido e do quadril largo. Os músculos dos
Negando o prazer
Laura apertou as coxas, tentando conter o impulso que já queimava dentro dela. Seu corpo pedia desesperadamente por ele. Cada fibra vibrava com tensão. Ela arfou. Ele roçou os lábios no queixo dela, depois no pescoço. Mordeu de leve. — Para de mentir pra mim, Laura. E para de mentir pra você mesma. Ela o empurrou, mas ele não se mexeu. Era como empurrar uma parede de pedra. O cheiro dele, o toque, a respiração quente... tudo era provocação, tudo era arma. — Por que você está fazendo isso comigo? — ela perguntou, frustrada, excitada, confusa. — Por que gosta tanto de me provocar, Laura ? O tom dele era um sussurro raivoso e rouco, mas carregado de uma verdade que fez o peito de Laura arder. Antes que ela pudesse responder, ou até pensar, Heitor a agarrou pela cintura com firmeza e a jogou de costas na cama. Ela soltou um grito surpreso, mas an
algemada
E mesmo vendo ela louca de desejo ele não teve piedade. Começou a se masturbar diante dela, lentamente, sem tirar os olhos dos dela. — Olha pra mim, Laura. — ordenou. — Não desvia o olhar.Veja como eu me dou prazer, como eu me satisfaço imaginando que estou comendo sua bocetinha apertada. Heitor se levantou de um salto, ficando cara a cara com ela. Pegou-a pela cintura e colou o corpo no dela, fazendo-a sentir que ele ainda estava duro, pronto, faminto. — Porque eu esperei três anos. Três anos me perguntando onde você estava. Com quem estava. Se tinha outro te fazendo gritar do jeito que eu fazia e só não fiz nenhum esforço para te encontrar porque estava com raiva e orgulho ferido por você me abandonar. Os dedos dele envolviam o membro grosso, liso, marcado por veias. Ele se masturbava com firmeza, sem p