All Chapters of Prazer sem limites: Sob o domínio do meu chefe.: Chapter 141
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Ofensas
O silêncio que caiu entre os dois foi cortante. — Você tem ideia do que está dizendo? — ela perguntou, com a voz embargada. — Eu não os abandonei! Eu venho pra casa, cuido deles, beijo cada um antes de dormir… eu só estou tentando… — Está tentando salvar o Fernando. — ele disparou, com amargura nos olhos. — Enquanto aqui, nessa casa, tem três pessoas que estão sendo deixadas de lado. Você quer ajudar? Ótimo,eu acho louvável a sua atitude ,mas acho reprovável você deixar a sua família de mão por conta disso. Ela respirou fundo, sentindo o coração doer. — Eu estou fazendo o que achou certo , Heitor. A Bianca é minha melhor amiga! A Valentina… — A Valentina tem a dona Célia. E o Fernando é um homem adulto e o pai dela. Ele precisa lidar com a dor dele. Você tem que entender isso. A menos… — Ele estreitou os olhos
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ida ao clube BDSM
— Seu desgraçado! — Laura gritou, com os olhos ardendo em lágrimas e raiva. . — Como você se atreve?! E então ela partiu pra cima dele. Punhos fechados, socos desajeitados, movidos pela dor e indignação. Acertou o peito dele, os ombros, tentando machucar como ele a tinha machucado por dentro. — Filho da puta! — Laura! — ele agarrou os punhos dela, tentando conter os golpes. — Você me respeita! Eu nunca… nunca faria algo tão sujo ! Nunca! Num impulso, ele a puxou com força e a derrubou na cama. O corpo dela caiu de costas, e antes que pudesse reagir, ele subiu sobre ela, prendendo seus pulsos contra o colchão. Ambos ofegavam. Os olhos se encontraram — fogo contra fogo. O peito dele subia e descia sobre o dela. Os quadris se tocavam. As respirações se misturavam. Laura se contorcia, mas não com medo. Com fúria. Com desejo. Um desejo envenena
Conclusões errada
No meio da cama, apenas um bilhete escrito às pressas:“Tive que sair às pressas. O Fernando me ligou. Valentina está na emergência com febre alta.”O coração de Heitor disparou.Por um segundo, preocupação. Mas logo depois… ciúmes. Raiva. A mesma história de novo. Sempre correndo pra ele. Sempre ao lado dele.Ele saiu de casa como um furacão.O hospital estava silencioso, abafado, iluminado por luzes frias. Heitor entrou com passos firmes e olhos arregalados, como um animal ferido.— Emergência pediátrica? — perguntou à recepcionista.Ela apontou o corredor.Heitor seguiu, o coração batendo como um tambor. E então viu.Lá estavam eles.Laura sentada no banco. Fernando e Laura abraçados. Os olhos dela cheios de lágrimas. Os olhos dele cansados. Mas próximos. Íntimos. Quase íntimos demais.O sangue de Heitor ferveu.— Que porra é essa?! — ele rugiu.Laura e Fernando se
Dominados pela paixão
— E você acha que não dói em mim ser julgada o tempo inteiro? — ela rebateu. — Como se eu tivesse que provar a cada segundo que sou fiel, que te escolhi. Como se o que temos não bastasse.Heitor parou, o peito subindo e descendo com força. O olhar dele, ainda furioso, encontrou o dela.— Você fala como se fosse fácil pra mim ver você correndo pra ele toda vez que alguma coisa acontece!— Porque a filha dele podia estar morrendo, Heitor! Porque a Bianca é minha melhor amiga, e se ela estivesse acordada, faria o mesmo por mim! — Laura gritou, sem se conter. — Mas você não consegue ver nada além do seu ciúme doentio!— Eu vejo o que tá debaixo do meu nariz! — ele retrucou, dando um passo mais perto. — Eu vejo como ele olha pra você! E você finge que não percebe!— Você está vendo coisas demais. você parece que não me conhece! — ela rebateu, o rosto corado de raiva. — Eu nunca te trai, nunca te dei motivo pra duv
vencida pelo desejo
A raiva que Laura sentira no hospital se dissipava como fumaça, dando lugar a algo mais quente. Mais denso. Mais intenso. Aquela eletricidade entre os dois nunca desaparecera — apenas se transformava, ganhando novas formas a cada confronto, a cada palavra atravessada, a cada olhar. Ela se sentou na beirada da cama, os olhos fixos nele. Heitor parecia alheio, mas seu corpo dizia outra coisa. Os músculos do peito contraíam levemente sob a respiração contida, o maxilar estava tenso. Os olhos, mesmo tentando disfarçar, carregavam uma tempestade. Laura ergueu a mão, passando os dedos sobre o peito nu dele, lentamente. Sentiu o calor da pele, a textura suave dos pelos. Era um território conhecido… e perigosamente viciante. — Faz tempo, né? — sussurrou ela, os dedos deslizando até o abdômen rígido. — Desde que a gente… se tocou de verdade. A respiração dele vacilou por um segundo. Pequeno. Quase imperceptível. Mas e
Discussão que acaba na cama.
— E você acha que não dói em mim ser julgada o tempo inteiro? — ela rebateu. — Como se eu tivesse que provar a cada segundo que sou fiel, que te escolhi. Como se o que temos não bastasse. Heitor parou, o peito subindo e descendo com força. O olhar dele, ainda furioso, encontrou o dela. — Você fala como se fosse fácil pra mim ver você correndo pra ele toda vez que alguma coisa acontece! — Porque a filha dele podia estar morrendo, Heitor! Porque a Bianca é minha melhor amiga, e se ela estivesse acordada, faria o mesmo por mim! — Laura gritou, sem se conter. — Mas você não consegue ver nada além do seu ciúme doentio! — Eu vejo o que tá debaixo do meu nariz! — ele retrucou, dando um passo mais perto. — Eu vejo como ele olha pra você! E você finge que não percebe! — Você está vendo coisas demais. você parece que não me conhece! — ela rebateu, o rosto corado de raiva. — Eu nunca te trai, nunca te dei motivo pra duvidar de mim! Mas você prefere confiar nas suas inseguranças do q
Não há entendimento
—Eu não aguento mais isso, Heitor. Ele não a olhou, mas seus ombros tensionaram com a frase. — Viver assim. — continuou ela, tentando manter a voz firme. — Brigando. Se ferindo. Se provocando como se fôssemos inimigos. Não é isso que eu quero pra gente. Heitor continuou em silêncio, mas seus olhos agora a observavam de lado. — O seu ciúmes... — ela suspirou — está me sufocando. Eu não fiz nada além de apoiar o Fernando. Ele está se sentindo muito mal e sem esperanças que a Bianca acorde um dia . Ela fez uma pausa para respirar depois continuou. ___A filha deles nasceu no meio do caos. Bianca é minha melhor amiga. E eu… só estou tentando fazer o que ela faria por mim, eu sei que ela ficaria ao seu lado lhe dando apoio que nescessário. Ele finalmente virou o corpo, apoiando o cotovelo no colchão, olhando diretamente para ela. — Pode até ser que você não sinta nada por ele. — disse com a voz rouca e baixa. — Mas ele sente por você. — O quê? — ela perguntou, franzindo o cen
uma possível rival
O sol ainda nem havia despontado completamente no horizonte quando Laura acordou. A noite tinha sido longa, inquieta, cruel. Não conseguira dormir. As palavras de Heitor ainda ecoavam em sua mente, cortando como lâminas: "Agora só temos isso, essa cama". Como se tudo o que existia entre eles se resumisse a sexo. Como se o amor que construíram fosse apenas um reflexo de corpos suados entre lençóis revirados. Ela passou as mãos pelo rosto, tentando afastar o cansaço, e se levantou da cama de hóspedes onde terminara a noite. Enrolou-se no roupão e seguiu até o quarto dos meninos. Ao abrir a porta com cuidado, encontrou os dois dormindo profundamente, abraçados um ao outro. Aquilo apertou seu coração. Eles não mereciam viver em um lar dividido, repleto de discussões e silências. Seguiu então para o quarto principal. Empurrou a porta devagar. Vazio. A cama estava intacta. Heitor já tinha saído. Sem deixar bilhete, mensagem, nada. Como se tivesse apenas ido embora para fugir dela. Laura
Boas novas
Ele se inclinou para frente, a expressão mudando do sarcasmo para a fúria contida. — O que você quer dizer com isso, Laura? Vai ter coragem de corresponder ao Fernando? Com a melhor amiga em coma numa cama de hospital? Ela arregalou os olhos, mas não recuou. — Claro que não! Eu nunca faria isso com a Bianca. Mas se você não sabe, existem outros homens no mundo além de você, Heitor. Inclusive aqui mesmo, na Holding, tem vários homens interessantes. — Ah, é? — Ele se levantou num rompante, alto, imponente. Os olhos dele, escuros como tempestade, estavam fixos nela. — Então faça isso. Vá em frente. Mas se prepare pra ver cada um deles sendo jogado pra fora daqui, por sua causa ,claro aqueles que forem idiotas o bastante para te corresponder,ou até mesmo não quiser manter os dentes na boca. — Não acha que é muito mais fácil você parar com sua vingança mesquinha ?— ela rebateu, a voz quase trêmula de raiva. — E colocar a irmãzinha do seu amigo no lugar dela ,ou quer que eu faça i
Mau entendido
Cada passo que dava em direção ao quarto de Bianca parecia uma eternidade. Depois de tantos dias... semanas... meses de incertezas, o milagre enfim tinha acontecido. — Está pronta? — perguntou Fernando, com os olhos ainda úmidos pela emoção. Laura assentiu, embora por dentro estivesse despedaçada em mil sentimentos. Alívio. Medo. Culpa. Heitor segurava sua mão com firmeza, mas seu silêncio dizia mais do que qualquer palavra. Ele sabia que aquele momento não era sobre ele. Não ainda. Ao entrarem no quarto, Laura estacou. Bianca estava deitada, os cabelos um pouco mais curtos e o rosto mais pálido do que o normal, mas os olhos... ah, os olhos estavam abertos, vivos, brilhando com o reconhecimento imediato. — Laura...? — murmurou, a voz fraca, mas firme. As lágrimas brotaram sem aviso. Laura correu até ela, ajoelhando-se ao lado da cama e pegando sua mão com delicadeza. — Bia... meu