All Chapters of Prazer sem limites: Sob o domínio do meu chefe.: Chapter 21
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De volta ao Trabalho
Do outro lado da tela, Heitor observava cada reação, cada expressão de entrega absoluta. O som dos gemidos dela, o corpo se contorcendo em puro êxtase, foi o suficiente para levá-lo à beira do abismo. A mão dele se movia com urgência, e quando Laura chegou ao ápice, ele se permitiu perder o controle também — gemendo baixo, rouco, o corpo tenso enquanto se desfazia, fascinado por tê-la nas mãos, mesmo à distância. Heitor ainda respirava de forma pesada, o corpo nu parcialmente coberto pela sombra da luz baixa do quarto. Seus olhos escuros estavam fixos na tela, famintos, mas ao mesmo tempo serenos. Havia um domínio natural no jeito como a encarava — como se tivesse total controle não apenas do próprio desejo, mas também do dela. — Você foi perfeita .. — ele murmurou, a voz rouca, profunda, carregada de admiração e possessividade. — Mas ainda tem muitas outras coisas que quero fazer pessoalmente com você. Laura ainda respirava com dificuldade, o peito subindo e descendo rapidament
Corroída pelo ciúmes
Sentada sobre a mesa de Heitor, de frente para ele, estava uma mulher ruiva estonteante. Alta, pele clara, lábios carnudos pintados de vermelho, as pernas cruzadas de forma sugestiva e o corpo inclinado levemente para frente, como se sussurrasse algo íntimo. Os olhos dela se voltaram para Laura com desdém, avaliando-a como quem mede uma ameaça invisível. Heitor ergueu os olhos, e o olhar que lançou a Laura foi cortante. — Pessoas educadas costumam bater antes de entrar, Senhorita Dias .Espero que se lembre disso se quiser continuar no emprego.— Sua voz foi firme, autoritária, sem qualquer traço de calor. Como se ela fosse apenas uma funcionária desatenta. Laura congelou. Engoliu em seco. Queria responder, queria gritar. Queria perguntar se ele havia esquecido a forma de tudo que compartilharam na noite anterior. Mas não disse nada. Apenas endireitou os ombros e manteve o rosto impassível. — Me desculpe, senhor Arantes . — Sua voz saiu fria, profissional, com um leve toque de despr
confronto ardente
Antes que ela pudesse responder, ele a agarrou pela cintura e a puxou para o sofá. Sentou-se, mantendo-a em seu colo com uma firmeza controlada. Os dedos encontraram os fios soltos do cabelo dela, puxando-os de leve para trás, deixando seu pescoço exposto. A respiração de ambos estava acelerada, o coração pulsando como um tambor. — Eu não me lembro de ter te provocado, senhor Arantes — ela disse, com a voz baixa e tensa, tentando sair do colo dele. Mas Heitor a segurou firme, sem força bruta, apenas controle. — Ah, mas provoca sim — ele sussurrou ao pé do ouvido dela. — Quando me olha com esses olhos desafiadores. Quando finge que não sente nada, quando se comporta como se não lembrasse da noite passada que te fiz gozar gostoso mesmo a distância ,apenas pelo celular. A respiração dele esquentava a pele dela. Um arrepio percorreu a espinha de Laura. — Você sabe que o lado dominador em mim adora quando me chama de "senhor" com essa boquinha atrevida. Não por respeito, mas por prov
O passado de volta
Laura arregalou os olhos, ainda sob o corpo dele, e Heitor soltou um palavrão baixo, irritado. Respirando com dificuldade, ele se afastou a contragosto, permitindo que ela se ajeitasse rapidamente. Ela passou a mão pelos cabelos, descomposta, tentando recuperar a compostura, o coração ainda aos pulos. TOC TOC TOC! — Já vai! — ela disse, se recompondo o melhor que pôde. Caminhou até a porta e girou a maçaneta. Era Bianca, com os olhos arregalados, uma expressão de urgência no rosto, mas claramente desconfortável ao perceber que havia interrompido algo. — Desculpa, Laura... Eu tentei esperar, mas... preciso falar com você. É importante. Heitor permaneceu à mesa, passando a mão pelo rosto, visivelmente frustrado. O clima entre os dois se desfez num piscar de olhos, como uma tempestade cortada pelo som de um trovão. Laura respirou fundo, se recompondo por completo. — Com licença, senhor Arantes — disse em tom frio, profissional, sem olhar para ele. Saiu pela porta ao lado de Bianca
Temendo a reaçao de Heitor
— Não, Bianca — disse Laura com firmeza. — Ele é só meu chefe. E o homem com quem estou transando. Só isso. Então o que acontece em minha vida não deve ter a menor importância para ele. . As palavras ainda ecoavam no ar quando um som cortante interrompeu o clima entre as duas: uma risadinha debochada vinda do final do corredor. — Bom saber — disse uma voz feminina, ácida, carregada de veneno. — Então é verdade o que andam dizendo por aí... Laura e Bianca se viraram ao mesmo tempo, os olhos arregalados. Isabelle. A mesma Isabelle da equipe de marketing. Linda, arrogante e sempre perto demais de Heitor para ser mera coincidência e aquela fraglou dando em cima dele. Ela estava encostada à parede com os braços cruzados e um sorriso petulante nos lábios pintados de vermelho. — Então o “nosso querido chefe” não é gay coisa nenhuma — ela continuou, sem esconder o sarcasmo. — Anda é transando com a secretária,com certeza porque você deve ter se jogado com tudo para cim
Se entregando ao desejo
— Não — respondeu ele, se aproximando um pouco mais. — Você me fez um favor ,revelando nossa relação e além do mais eu sou um homem livre e você também se estamos transando isso só diz respeito a nós. — E tem mais — ele acrescentou, dando um passo atrás, mas sem quebrar o contato visual. — Tenho um convite para você. — Um convite? — Laura perguntou, curiosa. Heitor caminhou até a mesa e pegou seu celular, mostrando a mensagem recém-chegada. — Fui convidado pelo meu pai para jantar na nova casa dele. Ele realmente parece querer fazer as pazes comigo. E eu gostaria que você me acompanhasse. Laura piscou, surpresa e um pouco apreensiva. — Você quer que eu vá ao jantar com seu pai? — perguntou, tentando esconder a dúvida. Ele assentiu, sério. — Sim. Não faz sentido continuar brigando com ele. Na verdade, ele foi tão vítima da sedução da Patrícia quanto eu. Se tem uma coisa que ela sabia fazer... é enlouquecer um homem na cama. O ar entre eles ficou pesado com a declara
Viciante
Ele dizia palavras obscenas ao ouvido dela, agarrava seus seios, mordiscava sua nuca. A tensão entre eles crescia, o prazer se acumulando, até ela explodir em um orgasmo intenso, tremendo contra ele. Heitor gemeu forte, mas segurou-se por um fio. Quando percebeu que estavam sem proteção, afastou-a com um gemido de frustração. — Ajoelha — ordenou. Laura obedeceu, ofegante, ainda com as pernas trêmulas. Ele terminou em seus seios, os respingos quentes contrastando com o ar frio da sala. Silêncio. Os olhares se encontraram. Intenso. Elétrico. Heitor se recostou no sofá, respirando fundo, um sorriso satisfeito nos lábios. Quase perdi o controle… por pouco não gozei dentro de você, sem proteção — murmurou ele contra a nuca dela, a respiração quente e acelerada. — Você me deixa completamente louco, Laura. Ela ainda ofegava, os músculos das pernas trêmulos pelo orgasmo intenso que acabara de sentir. A confissão dele fez sua pele arrepiar. Um calor subiu do ventre ao rosto,
Se preparando para o jantar
Laura se despediu de Heitor com um beijo rápido e um sorriso ainda preso aos lábios. Seu corpo ainda vibrava com a lembrança do que haviam feito no sofá do escritório dele. A conversa sobre o jantar com o pai mexia com ela de um jeito estranho — uma mistura de tensão e... expectativa , mesmo sabendo que eles não tinham nenhuma compromisso sério. Desceu até o estacionamento e dirigiu de volta para casa, com o coração mais leve. Estava animada com o jantar, ainda que um pouco nervosa. E curiosa para ver como Heitor se comportaria diante do próprio pai. Mas assim que abriu a porta de seu apartamento, o clima mudou abruptamente. o cheiro forte de fritura invadiu suas narinas. Ao entrar, deu de cara com Bianca no sofá, sentada ao lado de um homem que Laura já tinha visto uma vez ou outra — o tal Rodrigo, com quem a amiga estava “tentando alguma coisa”. Só que o entusiasmo parecia ter ficado no primeiro encontro. Bianca tinha uma expressão entediada, as pernas cruzadas e o olhar perdi
O jantar da discórdia
Trinta minutos depois, com os cabelos ainda úmidos, Laura saiu enrolada numa toalha e encontrou Bianca debruçada sobre a cama, separando vestidos. — Achei! — disse Bianca, erguendo um vestido preto de cetim, justo no corpo, com alças finas e um decote generoso nas costas. — Esse é sexy na medida certa. Elegante, provocante, e com essa fenda lateral... nossa! — Vai fazer meu ex-noivo se engasgar com a cerveja — comentou Laura, pegando o vestido e se olhando no espelho. — E o pai do Heitor vai repensar aquele comentário sobre o gosto do filho. — Exatamente — disse Bianca, já pegando o secador de cabelo. — Senta aqui, vamos dar um jeito nesse cabelo. E depois, maquiagem. Enquanto secava os fios de Laura, Bianca aproveitou para perguntar: — E você e o Heitor? Estão mesmo só “ficando”? Porque a forma como ele te olha… — A gente se deseja muito. Mas ele foi bem claro: nada de ilusões. — Laura deu de ombros, olhando para o espelho com sinceridade. — Eu to entrando niss
Perdendo a paciência
Laura se sentiu constrangida, mas também protegida. O Sr. Álvaro interveio com um sorriso gentil: — Não importa a posição que exerça na vida do Heitor. Espero apenas que faça meu filho feliz. — Desculpe, senhor Arantes, mas eu e seu filho não temos nada . Estou aqui apenas o acompanhando neste jantar. — Pois não parece. — O velho sorriu. — Ele está apaixonado por você. Nunca o vi sair tão rápido em defesa de uma mulher... nem olhar para uma como ele olha para você. A sala mergulhou em silêncio. Patrícia cerrou os punhos por baixo da mesa, o rosto contorcido de ciúmes. — Pai, se não tem nada melhor para dizer, fique calado. Desde quando o senhor virou especialista em o que alguém senti ou deixa de sentir ? — Desde que me apaixonei pela Patrícia. Você olha para a Laura como eu olhei para a minha esposa. Isso só tem um nome: amor. Laura, constrangida, tentou mudar de assunto: — O senhor tem uma casa maravilhosa. Adoraria morar num lugar assim. Patrícia gargalhou, amarga: — Cl