All Chapters of Prazer sem limites: Sob o domínio do meu chefe.: Chapter 41
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Exigindo explicação
O silêncio da sala parecia pesar mais do que qualquer grito. Laura terminava de revisar os últimos documentos do dia. As mãos tremiam levemente, não apenas pelo cansaço, mas pela dor surda que se espalhava por todo o corpo — não física, mas emocional. Ele a havia dispensado como se o que todos os momentos que compartilharam não tivesse significado nada para ele. O som da porta se abrindo novamente no fim do expediente fez seu coração disparar. Heitor adentrou a sala. Frio. Impecável. Máscara no lugar. Ela o observou por trás dos cílios, sem saber se a mágoa ou o desejo queimava mais. Ele estava vestido com aquele terno escuro perfeitamente alinhado, os cabelos milimetricamente penteados para trás, os olhos ocultando toda a fúria e contradição que ela sabia que existiam dentro dele. Durante os primeiros minutos, ele não disse uma palavra. Apenas caminhou até sua mesa, sentou-se, ligou o notebook e começou a digitar com pressa e concentração, como se ela sequer estivesse ali. A f
A reação de Heitor
Num movimento rápido e inesperado ,colou-se a ela, o calor dele envolvendo cada centímetro do dela. Suas mãos firmes envolveram sua cintura, e ele roçou o quadril contra o dela, deliberadamente, fazendo-a sentir a rigidez da excitação que crescia por trás do terno perfeitamente alinhado. — Sente isso? — murmurou com a voz rouca, quase um ronronar perigoso contra o ouvido dela. Laura soltou um gemido baixo, o som involuntário escapando de sua garganta, como se o corpo falasse antes da mente. Ela fechou os olhos por um breve segundo, tentando resistir à onda de prazer que a tomou de assalto, mas não havia escapatória. — Isso... — continuou ele, colando os lábios em sua mandíbula, descendo até o pescoço com um toque lento, possessivo — ...isso é a única coisa da qual tenho certeza. Ele a apertou contra si, a mão firme deslizando pelas costas dela até os quadris. — Tesão, Laura. Desejo. Isso é tudo que sei sentir. Tudo que ainda consigo oferecer. Houve uma pausa. Um silêncio carre
um encontro Ardente
Ao vê-la, um sorriso lento se formou em seus lábios. — Você está maravilhosa.— murmurou, abrindo a porta do carro para ela. Do alto da sacada, Augusto observava tudo. Os olhos semicerrados, os braços cruzados. Ele viu Laura sorrindo para o bilionário e entrando no carro, e sua mente já começava a girar com ideias obscuras. Havia algo ali que ele podia usar. Uma ligação. Um ponto fraco. E dinheiro... sempre era um excelente incentivo. Durante o trajeto até a casa de Heitor, o silêncio no carro era carregado de tensão sexual. Os olhares trocados, os sorrisos contidos, os dedos que se tocavam sutilmente no câmbio ou no descanso de braço... tudo era uma promessa não dita. Ao chegarem, Laura se surpreendeu com a arquitetura da casa coisa que não reparou da outra vez que esteve ali . Era uma arquitetura moderna, sofisticada, ampla... mas havia nela um clima de mistério, de solidão. Era como se o próprio Heitor estivesse refletido em cada parede de concreto aparente, em cada lustre eleg
Delirando de paixão
Quando ele a levou para o quarto, as luzes estavam suavemente baixas, lançando sombras dramáticas pelas paredes de concreto e vidro. A cama, grande e imponente, com lençóis escuros e cabeceira de madeira entalhada, parecia um trono preparado para a noite que viria. Heitor a colocou sobre os lençóis com firmeza e reverência ao mesmo tempo. Seu olhar queimava, intenso, como se pudesse despir sua alma, não apenas o corpo. — Agora... — disse com a voz baixa e grave, enquanto tirava a camisa, revelando o peito definido e as tatuagens discretas que Laura ainda não conhecia — ...você será minha. Completamente. Sem resistências. Sem dúvidas. Ela assentiu, os olhos grandes, arregalados pelo desejo e por algo mais: entrega. Heitor pegou um conjunto de algemas de couro fino, elegantemente elaborado, e envolveu os pulsos dela com cuidado e precisão. Depois, amarrou-os aos suportes que haviam na cabeceira. Fez o mesmo com os tornozelos, deixando-a vulnerável, aberta, exposta — e mais excita
Desafio e consequência
Quando ela chegou ao ápice, foi como uma explosão — gritos contidos, tremores, lágrimas nos cantos dos olhos. E mesmo assim, ele não parou. Queria mais. Queria vê-la perder o controle uma segunda, uma terceira vez. Queria marcá-la com prazer, deixá-la incapaz de esquecer o toque dele. E quando ele finalmente chegou ao próprio clímax, foi segurando o rosto dela entre as mãos, como se ela fosse preciosa demais para escapar. Seus corpos colapsaram juntos, ofegantes, suados, conectados por algo muito além do físico. Silêncio. Apenas a respiração dos dois preenchendo o quarto. — Isso... — sussurrou ele, encostando a testa na dela — é o que acontece quando você me obedece...eu te compenso com muito prazer ,da mesma forma que faz mesmo comigo. Ela sorriu, satisfeita e entregue. E naquele instante, Laura entendeu: estar nas mãos de Heitor era perigoso, viciante e absolutamente inevitável. Ainda ofegante após o ápice, Heitor a puxou para um beijo lento, profundo, como se quisesse prolon
Visita desagradável
Ele se afastou apenas o suficiente para ficar de pé diante dela, deixando cair o roupão e revelando o desejo pulsante, rígido, pronto para tomar o que era dele. Os olhos escuros, fixos no corpo nu e entregue de Laura, estavam carregados de luxúria.— Fique de quatro na cama. E se empine bem para mim, Laura.Ela obedeceu, ainda arfando, as marcas das palmadas ardendo suavemente, os cabelos caindo pelos ombros. Heitor se posicionou atrás dela, pegando os cabelos dela com firmeza, como se fosse um rabo de cavalo, puxando-os levemente para trás, fazendo-a erguer o rosto com um gemido submisso.— Assim... gostosa. — murmurou ele, enquanto seu membro duro roçava na entrada úmida e latejante dela, apenas provocando.Laura se contorcia, arqueando as costas, implorando sem palavras pela invasão que não vinha.— Está implorando, Laura? — provocou ele com um meio sorriso malicioso.E então, sem aviso, a penetrou com uma estocada firme e profunda. Laura gritou, a voz carregada de prazer, os quadr
Orgulho ferido
— Eu não estou sozinho, estou muito bem acompanhado ,Patrícia. Ela estreitou os olhos, ciumenta, venenosa. — Está falando da secretarinha vulgar? A que você anda comendo? Isso é só sexo, Heitor. E você sabe disso. Heitor riu com escárnio, afastando-se. — Sim. É só isso mesmo. Sexo. Uma distração. — disse Heitor com a voz firme, mas carregada de algo mais sombrio. Ele deu um passo para o lado, desviando o olhar, como se revivesse uma dor antiga. — Porque você me ensinou... que não vale a pena amar. — Que quando você ama, se entrega... e pode ser destruído pela pessoa que mais confia. — completou ele, com um sorriso amargo nos lábios. Fez uma pausa, os olhos fixos em um ponto qualquer da sala, como se as lembranças queimassem por dentro. — Mas mesmo que seja só sexo... — Mesmo que seja um caso com prazo de validade, algo que eu vá deixar para trás em breve... Voltou a encará-la, o olhar duro, gelado. — O que eu quero que entenda... é que de qualquer forma... — Eu não estou
Um homem tentador
— O que é isso agora? Vamos brincar de "médico e o monstro"? Porque ontem você era doce, entregue... e hoje é amarga, cheia de acusações? Ah, e bom dia pra você também — rebateu ele, com ironia. — Não estou com humor para piadas. Por que não falou logo para sua querida madrasta que eu sou apenas a vadia que você está comendo? Porque, afinal, foi fácil demais eu cair na sua cama, não é? — Ah, então é isso. Você ouviu minha conversa com aquela vagabunda... E está irritada. Eu posso ter falado sobre nós de forma rude, Laura, mas nunca menti para você sobre o que temos . Você quis continuar. Não venha me acusar agora. — Eu sei. Tem razão. Mas ver aquela mulher... ouvir aquelas palavras... me fez sentir um nada. Diante dela, eu sou só o que ela disse : A secretária vulgar, como ela mesma disse e ela a mulher que um dia você amou. — Eu prefiro dizer : a mulher mais linda e gostosa com quem eu já transei. A única que me faz sentir prazer de verdade. Que me faz perder o controle. — Então
Uma ligação misteriosa
Heitor parou o carro suavemente em frente ao prédio de Laura. O som do motor cessou, deixando um silêncio cheio de significados. Nenhum dos dois disse nada. Ela o olhou de soslaio, o perfil dele tão firme e contido, mas com os olhos carregados de algo que ela não ousava nomear — desejo, dúvida, talvez até cuidado. Ele virou o rosto, e por um instante, os olhos se encontraram, intensos, carregados do que não foi dito naquela manhã. Laura estendeu a mão para a maçaneta, mas antes que pudesse abrir a porta, ele se inclinou. Os lábios tocaram os dela em um beijo firme, silencioso e cheio de promessas não faladas. Não foi urgente nem demorado. Foi exato. E talvez por isso, doeu mais. Ela saiu do carro, ajeitando a alça da bolsa no ombro e entrou no prédio sem olhar para trás. Heitor ficou ali por alguns segundos, os dedos ainda fechados ao volante, como se segurasse o próprio controle. Depois, partiu. Ao abrir a porta do apartamento, Laura foi imediatamente atingida pelo cheiro de cer
Namorada ?
— Interessante... ao invés de falar com a Laura, não acha melhor falar comigo? Sou bem mais interessante que ela. — Claro. Fiquei louca para te conhecer, aliás, não quero que a Laura sequer saiba desse telefonema. — Por mim, tudo bem. E quanto a nos conhecermos, adorei a ideia. Só dizer onde e quando. E claro, diga seu nome, pois eu já disse o meu. — Só direi pessoalmente. Quanto ao nosso encontro, hoje às duas da tarde em um café no centro da cidade chamado Doce Aroma. Acho que deve conhecer. — Sim, conheço. Então tá marcado. Já que nunca nos vimos, vou estar te esperando em uma das mesas com um buquê de rosas vermelhas. — Nossa, você realmente sabe como agradar uma mulher. Então te encontro lá. — Com certeza. Dizendo isso, ele encerrou a ligação, pensando em quem seria a mulher com voz sedutora que se diz amiga de Laura, mas que ele já sacou que, na verdade, tá mais para uma inimiga só pelo desprezo em sua voz ao falar o nome dela. Aí que ele ficou ainda mais imerso em conhe