All Chapters of Prazer sem limites: Sob o domínio do meu chefe.: Chapter 51
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Jogo de sedução
O silêncio que se seguiu foi denso, cortante, elétrico. Aline empalideceu, depois ficou vermelha de raiva. Pegou a bolsa com violência e saiu da sala com os saltos estalando como tiros no chão de mármore. Nem olhou para trás. Laura sentia o coração disparado, os lábios entreabertos, o corpo em alerta. A palavra namorada havia atingido algo profundo dentro dela. Por um segundo, ela foi invadida por um calor terno, um brilho nos olhos que quase lhe escapou. Mas a ternura morreu cedo demais. — Antes que comece a pensar o que não deve… — Heitor virou-se para ela, cruzando os braços com um ar de aviso — …ou alimente qualquer tipo de ilusão, eu só disse aquilo porque a Aline é uma mulher irritantemente insistente. Ela não aceita rejeição, vive tentando me seduzir, e eu queria que ela espalhasse por aí que eu estou comprometido. Só isso. Estratégia.Ja que o boato de eu ser gay já não existe mais , para manter elas e outras tão insistentes e pegajosas como ela longe de mim . O go
Possessivo
Virou-se com a elegância natural de quem sabe o poder que carrega. O vestido justo moldava cada curva, e ao caminhar em direção à porta, seus quadris rebolavam com uma provocação precisa e cruel. Um convite negado. Uma promessa suspensa. Antes de sair, virou o rosto por sobre o ombro e disse com um sorrisinho afiado: — Estou te esperando na sala de reuniões, senhor Arantes. E saiu, deixando atrás de si o cheiro do perfume, o calor do beijo… e um homem completamente desconectado do próprio autocontrole. Heitor passou a mão pelos cabelos, praguejando baixinho, ainda duro, ainda com a respiração presa no peito. —Safada … — murmurou, sorrindo de lado. — Ela vai me enlouquecer. A sala de reuniões era ampla, elegante, com uma mesa imponente de madeira escura cercada por cadeiras estofadas em couro. Quando Heitor entrou, todos os acionistas e diretores se levantaram em sinal de respeito. Mas ele mal percebeu. Seus olhos encontraram Laura. Ela estava sentada à ponta da mesa, c
intenso
__E eu ...estou louco para te punir. — repetiu ele, a voz baixa, rouca, carregada de desejo e comando. Laura mal teve tempo de reagir. Os olhos dele estavam cravados nos seus com uma intensidade quase insuportável. Ela tentou falar, mas os lábios de Heitor tomaram os dela com uma fome crua e desesperada. O beijo era possessivo, exigente, como se ele quisesse marcar território até na alma. Sem romper o contato com a boca dela, ele soltou os pulsos apenas para erguer a barra do vestido. Suas mãos deslizaram pelas coxas dela com firmeza, os dedos quentes, ásperos, enlouquecedores. Cada toque era uma promessa de prazer e castigo. — Você adora me provocar, você sai rebolando da minha sala só para me atiçar, você gosta de brincar com o fogo — murmurou entre beijos, os lábios agora vagando pelo pescoço dela, fazendo-a arfar. — Mas esquece que está lidando com alguém que não teme se queimar. Que prefere o incêndio ao invés da calmaria. Ele virou Laura de frente para a parede, o r
Depois do prazer.
E então veio a primeira palmada.— Isso foi por sair dessa sala daquele jeito, com aquele rebolando essa bunda deliciosa só para me provocar. -Ele estocou fundo de novo.Então veio outra palmada com força moderada para lhe causar um misto de dor e prazer.— Essa, por ter flertado com aquele desgraçado do Raul, sorrindo para ele , enquanto estava te comendo com os olhos.— E essa... — mais forte, mais sonora — por ter gemido alto demais agora há pouco.Quer que todos saibam que além de ser minha secretária,também é minha putinha particular ?Que eu além de ser seu chefe ,sou teu homem ,Laura ?Laura choramingava de prazer, a pele ardendo sob os tapas, o corpo sendo dominado, tomado, adorado com brutalidade e desejo.— Heitor... — ela gemeu, tentando segurar o grito, o rosto pressionado contra a mesa.— Quietinha, Laura. — ele sussurrou com malícia. — Agora você só geme. Só sente. Só goza e quando eu deixar.Uma das mãos agarrou os cabelos dela com força, puxando a cabeça para trás, obr
Uma aliança perigosa
Ele ergueu os olhos para ela, com uma mistura de orgulho e culpa. — Eu devia ter me controlado mais. — Passou os dedos pelos cabelos dela, afastando uma mecha grudada pelo suor. — A verdade é que eu não transei só com tesão. Eu tava com raiva. Morrendo de ciúmes daquele merda do Raul te olhando daquele jeito, te tocando…e achei que você estava flertando com ele. Ele se afastou um pouco, apoiando as mãos na bancada, encarando o próprio reflexo no espelho. A mandíbula travada. — Eu perdi a cabeça, Laura. Fui bruto porque queria te marcar. Queria que você sentisse que é minha. Ela deslizou os dedos pelos braços dele, tentando acalmá-lo. — Ei… eu gosto de como você me toma. Gosto quando você é intenso. Foi mais prazer do que dor. Ele a olhou pelo espelho, ainda com um brilho tenso nos olhos. —Se você está bem .Eu fico mais tranquilo ...tem outra coisa. — disse, se virando devagar. — Você tá tomando a pílula? Laura congelou por um segundo. A pergunta caiu como um choqu
unidos para o mal
Os olhos de Patrícia cintilaram com desprezo contido. — Quando você atendeu o telefone e disse que era seu ex e está morando com ela, imaginei que talvez ainda tivesse sentimentos por ela. Que quisesse reconquistá-la. Eu estou enganada? — Sentimentos? — Augusto riu de escárnio. — Eu nunca tive sentimentos verdadeiros por Laura, na verdade eu estava de olho nas economias dela e fui capaz de ficar noivo dela para roubar o que ela tinha. Ele fez uma pausa e depois continuou. — A única coisa que senti por Laura e que foi realmente genuína, hoje, foi raiva. Ela me tratou como um lixo e praticamente ameaçou me colocar na rua. — Como assim? Augusto tomou um gole do uísque antes de responder: — Porque não tenho pra onde ir. Fui um idiota, Patrícia. Traí Laura com minha secretária, roubei todas as economias dela e fugi para o exterior. A mulher por quem deixei tudo me passou a perna. Me roubou, me abandonou e desapareceu. Eu voltei com o rabo entre as pernas e pedi a ajuda dela. Laura
Uma noite que promete.
Ao anoitecer , Laura chegava ao seu apartamento,girando a chave na fechadura e empurrou a porta devagar, esperando encontrar o apartamento silencioso. Mas em vez disso, deparou-se com Bianca praticamente no colo de um homem desconhecido no sofá, em um amasso escandalosamente entusiasmado. Os dois estavam tão absortos nos beijos quentes e toques apressados que nem notaram a presença dela imediatamente. Laura pigarreou alto, tentando conter o riso. — Hum-hum… Desculpa interromper o romance, viu? Bianca pulou no sofá como se tivesse levado um choque, ajeitando o vestido que subira perigosamente até a coxa. O rapaz, um moreno musculoso de barba bem feita e sorriso atrevido, apenas riu, visivelmente sem vergonha alguma. — Ai, Laura! Que susto, garota! — Bianca exclamou, corando até a alma. — Relaxa, vocês podem ficar à vontade. — Laura disse com um sorriso divertido, jogando a bolsa em cima da mesa de centro. — Eu só vou tomar um banho, descansar um pouco… depois vou sair.
Brincando com fogo
Laura sorriu, provocante. — É, eu também penso o mesmo. Bianca deu um tapa leve no ombro de Fernando, rindo da ousadia da amiga. — Estou começando a ficar com ciúmes. — disse ela em tom de brincadeira. — Não fique, amiga, porque você também é linda. — disse Laura, sorrindo. — Bia, sua amiga tem razão, você é linda, minha princesa… e a mulher mais gostosa que já tive. — disse Fernando, abraçando a namorada. Ela se virou para a porta, mas antes de sair, olhou por cima do ombro e disse com naturalidade: — Desejem-me sorte. Fernando respondeu em voz baixa, com os olhos ainda cravados nela: — Ele é quem vai precisar de sorte, pra aguentar todos os olhares de caras babando por você que irá atrair. Ela não queria apenas jantar. Queria deixar Heitor louco. E, pelo jeito, estava prestes a conseguir isso. O carro de aplicativo parou em frente ao renomado restaurante francês no centro da cidade. Laura desceu com elegância, o vestido vinho esvoaçando ao redor de suas pernas, moldando-s
O retorno ao desconhecido
Heitor paralisou por um segundo. O músculo de sua garganta se moveu quando ele engoliu em seco. O brilho em seus olhos escureceu, tornando-se mais denso, faminto. — Laura… — murmurou, com a voz rouca. — Você vai me enlouquecer. Ela apenas sorriu, saboreando a sobremesa com sensualidade descarada, como se não tivesse acabado de incendiar a mente dele com uma simples frase. Quando a última colherada de mousse de chocolate foi levada aos lábios, Heitor se levantou. — Vem comigo. — disse, oferecendo a mão. Ela a aceitou, se levantando com leveza. Ele a conduziu para uma área mais reservada do restaurante, onde sofás acolchoados substituíam as cadeiras. Uma iluminação mais baixa, casais discretos trocando carícias e tomando café. Heitor a guiou até um desses sofás, afastado o suficiente das outras mesas para que tivessem uma falsa sensação de privacidade. Sentaram-se lado a lado. Ele pediu dois cafés ao garçom, mas os olhos não desgrudavam dela nem por um segundo. Quando o
Laura descobre coisas novas
Heitor a conduziu até uma das salas mais reservadas do clube, onde a luz era baixa, quente, como se o ambiente respirasse luxúria. As paredes de veludo escuro abafavam qualquer som, e o sofá de couro preto em que se sentaram parecia feito para receber pecados. Ambos mantinham as máscaras, como mandava o protocolo da casa, o que tornava tudo mais intenso, mais proibido. À frente deles, um casal conhecido de Heitor já se entregava sem pudor ao prazer. O homem beijava os seios da mulher com voracidade, enquanto ela se apoiava de joelhos sobre a chaise, gemendo sem vergonha. O som abafado da pele se chocando e os gemidos roucos ecoavam pelo ambiente como uma melodia erótica. Laura prendeu a respiração ao assistir, os olhos fixos no casal. Aquilo a excitava de uma forma que jamais imaginou. Ver o ato tão cru, tão intenso, tão verdadeiro... a fazia se sentir molhada, pulsante, viva. Sentia-se parte daquela dança, mesmo sem se mover. Heitor a observava de lado, atento a cada reação dela.