All Chapters of Prazer sem limites: Sob o domínio do meu chefe.: Chapter 61
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O Dom no controle
Os olhos de Heitor brilharam, escurecidos pelo desejo e pela curiosidade que ela despertava. Com um movimento rápido, ele a virou de costas em seu colo, as pernas ainda abertas, o vestido subido até a cintura. Passou a mão com força pela barriga dela até alcançar novamente sua intimidade sensível e úmida. — Então sente isso — sussurrou no ouvido dela, enquanto começava a estimulá-la com os dedos novamente, mesmo depois de ela ter acabado de gozar. — E aprenda que o prazer também pode vir da rendição… da entrega… mesmo quando parece que está no controle. Laura arqueou as costas, gemendo mais alto, seu corpo voltando a pulsar com uma nova onda de excitação. Os dedos dele a invadiam com precisão, e ela se contorcia, entregue, percebendo que com Heitor, estar por cima nem sempre significava estar no comando. — Heiror... — ela gemeu, jogando a cabeça para trás, os cabelos caindo pelos ombros, os seios ainda expostos, o coração disparado. — Você vicia… — E você provoca — ele su
Perdida em sensações
Enquanto a observava presa, nua, com os braços algemados acima da cabeça e os mamilos apertados pelos prendedores de corrente, Heitor se aproximou de Laura por trás, passando os dedos com delicadeza entre as nádegas dela. Deslizou-os de forma provocante, explorando sem invadir. — Laura — murmurou, com a voz rouca —,já experimentou sexo anal? Ela hesitou por um segundo, o rosto corado, mas respondeu com sinceridade, mesmo presa, mesmo exposta: — Só uma vez… mas só senti dor. Nunca consegui relaxar. Foi horrível. Heitor sorriu de leve, com aquele olhar de domínio e ternura misturados. — Comigo vai ser diferente — prometeu, passando os dedos entre as coxas dela, tocando sua intimidade com calma, como se soubesse exatamente como acalmá-la. — Eu quero que você sinta prazer, não dor. Antes de te ter dessa forma, quero usar alguns brinquedos, explorar seu corpo com cuidado... te preparar com paciência. Mas só se você quiser. Laura mordeu o lábio, sentindo-se arrepiar por inteiro co
Você é minha
E então, sem mais aviso, ele a penetrou com um movimento firme, profundo, preenchendo-a até o fim. Laura arqueou o corpo, um gemido alto escapando de seus lábios entreabertos. O choque do prazer súbito fez com que seu corpo vibrasse inteiro. Mas o mais enlouquecedor era o contraste: o vibrador ainda ligado no clitóris a estimulava externamente, enquanto Heitor agora a preenchia internamente, cada estocada empurrando-a mais fundo em direção ao abismo do prazer. — Heitor….— ela arfou. — Estou… explodindo… — Sente isso? — ele murmurou entre estocadas, segurando seus quadris com força. . — Você é mnha. Por dentro. Por fora. Em cada gemido. Cada tremor. Ele começou a movimentar-se com força. calculada, os quadris batendo contra ela, o som dos corpos se chocando ecoando no quarto abafado. O vibrador mantinha sua tortura constante, fazendo o clitóris dela pulsar, se contrair, implorar por alívio. — Me diz o que está sentindo, Laura — ele exigiu, aumentando o ritmo. — Cheia…
Ultimato para Augusto.
Laura saiu do carro com as pernas trêmulas, a alma em combustão, e o corpo implorando por descanso. Mas enquanto subia as escadas até seu apartamento, uma coisa era certa: Dormir seria impossível. Porque, mesmo longe, o toque de Heitor ainda queimava sob sua pele. No dia seguinte o despertador tocou, mas Laura já estava acordada. Na verdade, sequer havia dormido de verdade. Passara a noite rolando na cama, os lençóis colando à sua pele nua e sensível, cada centímetro de seu corpo doendo de forma deliciosa. Era como se ainda sentisse as mãos de Heitor em sua pele, o som de sua voz dominadora ecoando em sua mente, o peso de seu corpo sobre o dela. Era como se ele ainda estivesse ali, dentro dela, preenchendo não apenas seu corpo… mas seu vazio mais íntimo. Sentou-se na cama com dificuldade, o corpo protestando a cada movimento. Passou a mão pela lateral da coxa e sentiu a pele marcada por uma leve vermelhidão — as chicotadas ainda visíveis, suaves, como lembranças gravadas com in
Decepção
O hall da Holding Arantes parecia mais frio naquela manhã. Os saltos de Laura ecoaram pelo piso de mármore, firmes, decididos — ou pelo menos tentando parecer. Cada passo que ela dava era um esforço contra o cansaço, contra a dor que ainda latejava entre as pernas, contra a lembrança do corpo de Heitor dominando o seu como se tivesse direito sobre cada centímetro. Mas o que realmente a enfraquecia era o silêncio dele. Nenhuma mensagem. Nenhuma ligação. Nenhuma palavra sequer desde a noite em que ela se entregou por inteiro. E agora, ali, entre os elevadores e os olhares formais dos funcionários, Laura tentava se recompor. O blazer preto, a blusa de seda clara, o rabo de cavalo bem preso — tudo nela gritava controle. Mas por dentro, o caos rugia. Assim que o elevador chegou ao andar executivo, ela expirou devagar e saiu com passos contidos. E então o impacto veio. Patrícia. A loira saiu da sala de Heitor justamente naquele instante. Estava ajeitando a blusa com movim
Reflexões de Laura
Heitor bufou, irritado, passando as mãos nos cabelos com força. — Não distorce o que eu estou dizendo. — Estou tentando entender! — ela rebateu, a voz falhando. — Porque quando você diz que eu sou sua, que meu corpo te pertence… e depois desaparece como se nada tivesse acontecido, eu fico me perguntando se sou só uma peça na sua coleção de submissas obedientes. Heitor a encarou com raiva. Mas não era uma raiva dela. Era dele mesmo. Por sentir. Por não saber lidar com o que sentia. — Eu gosto de você, Laura. Gosto muito. Ela respirou fundo, o peito apertado. — Gosta de mim… ou da Laura submissa? Da secretária competente? Ele a olhou nos olhos, firme. Sem hesitar. — Gosto da Laura que obedece. Da Laura que se entrega. Que confia em mim de olhos fechados. Da mulher que me desafia na sala de reuniões e geme meu nome no quarto. Mas não gosto dessa versão aqui. — Fez um gesto com a cabeça, como se a examinasse. — Carregada de drama, expectativa e carência. Ela sentiu as
Pensando no fim
Quando o elevador chegou ao térreo, ela saiu com a cabeça erguida, mas o peito em ruínas. Os saltos soando firmes, mas as pernas fracas. Porque por dentro, Laura se sentia como uma mulher despida da própria dignidade. Se apaixonar de novo pelo homem errado. Quantas vezes mais ela cometeria esse erro? Quantas vezes mais deixaria que alguém a usasse e a descartasse depois? Ou será que o erro era pensar que ele a usou? Porque, na verdade… ele a quis. Intensamente. Verdadeiramente. Mas só até onde ele era capaz. E ela… quis mais. Mais do que ele podia dar. Mais do que ela mesma sabia suportar. Então, naquele instante, Laura decidiu: Se ele não a queria como inteira… então ele não a teria pela metade. Não mais. O silêncio no escritório parecia mais denso do que o ar. Laura entrou sem pedir licença, os olhos fixos nos dele, o corpo rígido, a alma em pedaços, mas a postura impecável. O blazer justo, os cabelos presos, o batom intacto. Mas o que doía de verdade era
Uma última vez ?
Ela ergueu o queixo, finalmente encarando a amiga com o olhar cheio de força. — Não sou fraca por sentir. Sou forte por admitir. Por não me contentar com metades. Bianca esticou a mão sobre a mesa e segurou a dela. — Não. Isso te faz humana. E corajosa pra admitir o que sente. Ele que é covarde demais pra fazer o mesmo. Laura respirou fundo, os olhos marejando. — O pior… — Laura começou, com a voz embargada, olhando para a taça de água como se ela pudesse lhe dar forças — é que, apesar de tudo , eu o quero. Bianca a observava em silêncio, os olhos atentos, compreensivos. — Sinto que… vou sentir muita falta dele. Do som da voz dele no meu ouvido… Do toque firme, do cheiro, da maneira como ele… Laura fechou os olhos por um instante, lutando contra as lágrimas que ameaçavam escapar. — …como ele me possui por completo. Como se eu fosse especial para ele. Ela respirou fundo, tentando se recompor. Abriu os olhos com um brilho amargo. — Mas eu sei que não sou e também não so
Decidida
Heitor ficou ali por um segundo, parado, imóvel. O rosto ainda ardia do tapa. Os lábios ainda sentiam o gosto dela. E então… veio o caos. Ele chutou a cadeira com força, jogou o telefone contra a parede, empurrou os papéis, a pasta, o notebook… tudo voou. Gritou. Um grito abafado, preso no peito. Raiva. Frustração. Dor. Mas o que mais doía… era o que ele sabia, no fundo, e que agora gritava dentro dele como uma sentença cruel: Ele estava apaixonado E havia perdido a única mulher que ousou desafiar seu controle. A única que não implorou para ficar. A única que o amou… e ainda assim escolheu partir. Mais do que Patrícia. Muito mais. Laura era a mulher que ele não queria… Mas agora sabia que precisava. E talvez já fosse tarde demais. O som dos saltos de Laura ecoou alto pelo saguão da Holding Arantes. Dessa vez, não havia pressa. Nem medo. Apenas a certeza de que não voltaria mais. Cada passo que dava era uma despedida silenciosa. Dos corredores. D
Planos maléficos
O celular vibrou ao lado da garrafa de whisky escocês . De repente seu telefone tocou com o nome que ela registrou como "Amiga da Holding" Atendeu com a frieza de quem esperava a oportunidade perfeita há muito tempo. — Fale. A voz feminina do outro lado era firme, objetiva: — Eles discutiram. Agora há pouco. Na empresa. Ele parecia furioso. E magoado. Acabou de sair, e está indo atrás dela. O gelo da taça derreteu um pouco mais, assim como o verniz da compostura de Patrícia. Ela tirou os óculos com calma, revelando olhos que faiscavam raiva e ciúmes. — Tem certeza? — Absoluta. Ele largou tudo, saiu sozinho e pelo que eu ouvi vai atrás dela em seu apartamento. Patrícia fechou os olhos por um segundo. Uma chama cruel nasceu ali dentro. — Perfeito — sussurrou, com um meio sorriso nos lábios. — É agora. Sem perder tempo, desbloqueou outro contato no celular e discou. Do outro lado da linha, a voz rouca e desconfiada de Augusto atendeu: — Patrícia, o que é